Impressões sobre o Let's Go Festival - Dia 1

Impressões sobre o Let's Go Festival - Dia 1

publicado em 03/09/2019 às 19:43

por Sergio Guerra, CEO da SG Aprendizagem Corporativa

Oi gente! Como sabem, estou acompanhando o (Des)Congresso Let’s Go Festival, que acontece nos dia 3 e 4 de setembro, em Curitiba (PR). Vou contar para vocês um pouco do que está acontecendo aqui e como é possível relacionar os insights e aprendizados de um evento totalmente voltado para a educação formal ou acadêmica com a área em que atuamos, a educação corporativa.

Bom, vou explicar o começo: por que estamos aqui. Ouvimos muito falar que 70% ou até 85% dos alunos que estão no ensino médio hoje trabalharão em atividades que ainda não foram criadas e concordamos plenamente com isto. Diante disso, resolvemos vir para o evento e entender como as escolas e os professores/educadores estão pensando o futuro de nossos jovens.

A primeira relação entre o mundo educacional formal/acadêmico com o corporativo é a tecnologia. Quase todas as palestras que vi hoje apresentaram algo relacionado à tecnologia para auxiliar no processo de transferência de conhecimento e facilitando a aprendizagem. Mais: como esta tecnologia poderá auxiliar o professor e os alunos na sala de aula. Ouvimos sobre a internet das coisas, sobre os aplicativos, NASA, gamificação, várias situações que utilizamos no mundo corporativo, mas o que me chamou mais a atenção foi o chamado de que “somos uma geração de transição, para uma nova geração de professores”. E é exatamente o que estamos vivendo no mundo corporativo: o processo de reaprender para aprender. Hoje exploramos as atividades lúdicas, criativas e inovadoras para que os “alunos” saiam da zona de conforto, pensem de forma diferente o que fazem todos os dias, descobrindo novos caminhos para fazer as coisas, para explorar caminhos diferentes, descobrindo novos caminhos para criar de forma disruptiva.

O mundo será dividido entre dois grupos: os watchers e os doers (os que farão e os que assistirão). Estamos falando de educação 5.0, mas isso está mais perto do que imaginamos. Somos solicitados a criar cada vez mais, a termos mais criatividade e sermos mais inovadores e cada vez mais realizadores, com mais e mais responsabilidades, assumindo cada vez mais o papel de protagonista sobre qualquer situação e não sermos mais simples espectadores de nosso desenvolvimento ou de nossas carreiras.

Vi logo cedo a palestra de David Aguilar, que é um jovem que nasceu sem o antebraço direito devido a uma má formação genética, passando por vários problemas em sua infância, desde bullying até a falta de preparo de seus professores para lidar com ele, o que o transformou em um incansável pensador: como ele poderia fazer o que toda criança “normal” fazia? Isso o levou a fazer suas próprias próteses com peças de Lego, um grande exemplo de superação e inquietação com as condições dadas. Uma frase que marcou a sua palestra foi:  “Somos diferentes e acredito que somos melhores porque tivemos e temos que ser mais forte do que qualquer pessoa ‘normal’, pois passamos por dificuldades que poucos passaram”. E onde o mundo corporativo é diferente do que vimos na palestra do David? Somos cobrados e preparados a superar desafios todos os dias, não é verdade?

E para continuar a superação de desafios, acompanhei a palestra de Ika Fleury e Regina Oliveira, da Fundação Dorina Nowill, em que apresentaram o projeto BRASILEIRO do Lego Braille Bricks. Isto mesmo, gente: um projeto brasileiro, que são as peças do famoso Lego, em Braille, para crianças com deficiência visual aprender brincando. O mais interessante, e o link com a superação de obstáculos, é que a Lego não se interessou pelo projeto na sua primeira apresentação. Mas, como diz o ditado, “Sou brasileiro e não desisto nunca”. Eles conseguiram apresentar o projeto para o neto do fundador da Lego, que veio até o Brasil conhecer a Fundação e aprovou o projeto, que deve ter suas peças comercializadas em 2020 e com uma formação para capacitar os professores , realizada na própria Fundação . 

Outro ponto importante, para encerrar o nosso dia, foi ver o incentivo aos “Espaços Makers”, onde o “colocar a mão na massa” ganha espaço no mundo acadêmico e no mundo corporativo. Isto não é novidade para nós: já utilizamos muitas oficinas de criação, co-criação e encontros que transferem conhecimento por meio de atividades lúdicas, criativas e inovadoras (e diga-se de passagem que estas soluções são especialidades da SG). Mas é bom ver esse tipo de ação. 

Resumindo o nosso dia, o que me deixou muito feliz é que em quase todas as palestras que vi, o aluno está no centro do processo, algo que conhecemos bem com o Trahentem. O aluno deve ser estimulado e respeitado a todo momento e isto não é diferente do que fazemos com nossos participantes em nossas soluções corporativas.

Bom, pessoal, este foi o resumo de hoje, espero que tenham gostado e fiquem de olho nas nossas redes sociais. Amanhã eu conto mais um pouco sobre o último dia do Let’s Go Festival.

Até mais!

Confira os outros posts do nosso CEO, Sergio Guerra sobre o evento:
Segundo dia do Let’s Go Festival e o que aprendemos com o Des-Congresso
Escolas X Mundo Corporativo

Download Premium WordPress Themes Free
Premium WordPress Themes Download
Download WordPress Themes
Download Premium WordPress Themes Free
online free course
download huawei firmware
Download Premium WordPress Themes Free
free download udemy paid course
Gostou? Compartilhe:

Mais do nosso blog

Você também pode se interessar por esses conteúdos

Confira nosso blog