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	<title>Diversidade &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>Diversidade &#8211; SG</title>
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		<title>Não há employee experience de qualidade sem um bom T&#038;D</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 15:30:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Os clientes não vêm primeiro. Os funcionários vêm em primeiro lugar. Se você cuidar bem dos seus funcionários, eles cuidarão bem dos clientes.” Citada na pesquisa Employee Experience Brasil 2019, feita pela SocialBase, a frase de Richard Branson, CEO da Virgin Group, reflete uma transformação no modelo de gestão do mercado de trabalho. Investir na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Os clientes não vêm primeiro. Os funcionários vêm em primeiro lugar. Se você cuidar bem dos seus funcionários, eles cuidarão bem dos clientes.” Citada na pesquisa</span><a href="http://materiais.socialbase.com.br/relatorio-employee-experience-2019" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">Employee Experience Brasil 2019</span></a><span style="font-weight: 400;">, feita pela SocialBase, a frase de Richard Branson, CEO da Virgin Group, reflete uma transformação no modelo de gestão do mercado de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Investir na experiência do colaborador &#8211; o que conhecemos como </span><i><span style="font-weight: 400;">Employee Experience</span></i><span style="font-weight: 400;"> (EX) &#8211; se tornou uma prática em ascensão por organizações ao redor do mundo.</span></p>
<h1><b>O EX na prática</b></h1>
<p>São diversas as estratégias adotadas para levar o EX para dentro do negócio e construir uma cultura organizacional que coloque as pessoas no centro e demonstre real preocupação com seu bem-estar e satisfação. De acordo com a pesquisa da SocialBase, quando se fala em ações de experiência do colaborador, o foco das organizações está nas cinco seguintes:</p>
<ul>
<li>11,9%: <b>Criar um ambiente de trabalho inclusivo</b> para colaboradores de diversas gerações, gêneros, classes e etnias;</li>
<li>10,1%: <b>Atrair talentos</b> potencializando a marca empregadora;</li>
<li>7,5%: <b>Alinhar os objetivos</b> pessoais dos colaboradores aos corporativos;</li>
<li>6,6%: Ajudar colaboradores a <b>encontrar equilíbrio</b> entre vida pessoal e profissional;</li>
<li>6,2%: Entender e usar <a href="https://learningsg.com/escola-viva-sg/formacao-design-de-aprendizagem-ead"><b><i>design thinking</i></b></a> como parte dos processos de trabalho de Gestão de Pessoas e RH.</li>
</ul>
<p>Porém, apesar do reconhecimento da importância de ações de EX nos negócios, as empresas ainda demonstram fragilidade na prática. 26% dos entrevistados alegaram não ter nenhum objetivo claro ao realizar ações que visem melhorar a experiência do colaborador.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A falta de clareza pode comprometer a eficiência das ações de <i>employee experience</i>, uma vez que a ausência de um planejamento pode fazer com que as organizações “se mexam sem sair do lugar”. Uma dica chave para dar um primeiro e importante passo estratégico no EX é apostar no T&amp;D, que pode contribuir ativamente para que cada um dos principais focos da experiência do colaborador sejam atendidos. Quer saber como? Então, vamos lá!</p>
<h1><b>Diversidade &amp; Inclusão</b></h1>
<p>O D&amp;I é, atualmente, alvo de inúmeros debates dentro e fora do ambiente corporativo. À medida que as organizações precisam ser cada vez mais “sociais” e “pessoais” para ter sucesso, se tornou natural a criação de times de trabalho diversos, tanto para a expansão de ideias &#8211; contando com os mais diferentes perfis de pessoas &#8211; quanto para que haja um trabalho direcionado a públicos específicos.</p>
<p>O maior desafio, por sua vez, está na inclusão. Um ambiente diverso não necessariamente é um espaço inclusivo. A grande missão das organizações, nesse sentido, é desenvolver estratégias para que as diferenças entre cada indivíduo se complementem e um cenário de respeito ao próximo e equidade seja formado.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O T&amp;D é fundamental neste processo pois é uma ferramenta crucial para a integração, o estímulo a conhecer diferentes culturas e personas, a fomentação de habilidades interpessoais e muito mais. <a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas">A SG conta com soluções customizadas de T&amp;D para atender de forma completa essas e outras necessidades</a>. Presencial ou a distância, as soluções são focadas nas pessoas e trabalhadas especialmente para que os multiplicadores consigam levar o potencial de desenvolvimento delas ao mais alto nível.</p>
<p><b>Alinhamento de objetivos e equilíbrio entre vida pessoal e profissional</b></p>
<p>Para tudo na vida, equilíbrio é fundamental. Uma das missões do <i>employee experience </i>é humanizar processos empresariais. Lucro e produtividade são importantes? Obviamente! Mas a saúde do colaborador, sua estima e sua felicidade também são. E muitas empresas já aprenderam a lição de que um profissional feliz é mais produtivo.</p>
<p>Encontrar esse equilíbrio, no entanto, não é fácil. Dentro das organizações, é necessário contar com líderes, gestores e um time de RH prontos para lidar com pessoas. Mais uma vez, as soluções customizadas da SG se fazem presente para ajudar. Uma de nossas metodologias é a <a href="https://learningsg.com/alem-dos-blocos-coloridos-metodologia-ajuda-a-selecionar-desafios-e-desenvolver-novas-estrategias-mercadologicas">LEGO® Serious Play</a>, a brincadeira de gente grande que fortalece o trabalho em equipe, a relação entre líderes e liderados e o processo de comunicação dos times, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=u1sh4prCZOQ&amp;ab_channel=SGAprendizagemCorporativaDesenhadasobMedida" target="_blank" rel="noopener">pontos cruciais para o estabelecimento de dinâmicas que tragam o tão desejado equilíbrio</a>.</p>
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		<title>Elas no comando: por que abrir as portas da empresa para a liderança feminina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 17:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar do esforço em alcançar direitos iguais na sociedade ser de longa data, a luta das mulheres continua &#8211; inclusive, no ambiente corporativo onde embora as habilidades profissionais estejam relacionadas estritamente aos conhecimentos adquiridos durante a carreira a abrangência do gênero feminino em cargos de liderança ainda é baixa. Neste contexto, uma análise da Fortune [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Apesar do esforço em alcançar direitos iguais na sociedade ser de longa data, a luta das mulheres continua &#8211; inclusive, no ambiente corporativo onde embora as habilidades profissionais estejam relacionadas estritamente aos <strong>conhecimentos</strong> adquiridos durante a carreira a abrangência do gênero feminino em cargos de <a href="https://learningsg.com/10-competencias-indispensaveis-na-alta-lideranca-em-2019/"><strong>liderança</strong> </a>ainda é baixa. Neste contexto, uma análise da Fortune 500 identificou que em uma lista de 500 <strong>CEOs</strong> apenas 32 são mulheres. A previsão é que em 2025 o índice aumente somente 20%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata dos motivos para este quadro, é possível abordar os reflexos de uma <a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><strong>cultura </strong></a>patriarcal que ainda enxerga o público feminino como aquele que presta cuidados a casa, necessita de licença a maternidade e ampara os filhos. Por outro lado, os homens conseguem se desenvolver profissionalmente com mais facilidade até conquistarem as posições de <strong>liderança</strong>. Outro ponto que contribui para a desigualdade de gênero nas companhias é a competição feminina. Ao crescer, as mulheres são incentivadas a competir com as colegas e no trabalho enfrentam resistência de quem também deseja ocupar uma alta função diante de um cenário com chances pequenas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Está clara a existência de um desequilíbrio na vida profissional e pessoal das mulheres que as leva a escolher entre uma realização ou outra. As experiências de casar e engravidar fazem parte de um ciclo natural, mas as executivas de sucesso tiveram que abrir mão de vontades pessoais em algum momento enquanto que os <strong>CEOs </strong>provavelmente construíram uma família sem preocupações com a carreira. Portanto, é dever das empresas estimularem transformações que empoderem o público feminino a ponto dele atingir o potencial máximo. Afinal, um local que investe na <strong>diversidade</strong> sai à frente da concorrência ao apresentar uma pluralidade de ideias”, afirma Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer saber quais são as <strong>habilidades</strong> que tornam as mulheres excelentes<strong> </strong><a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><strong>líderes</strong></a>? Veja abaixo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comunicação </strong>&#8211; Devido a paciência para se comunicar de forma acessível com o uso da escuta e cuidadosa ao dosar as palavras, os colaboradores costumam sentir-se à vontade em conversar com uma mulher. Logo, a <strong>líder</strong> feminina tem facilidade de estabelecer uma comunicação de confiança com o time a fim de esclarecer os objetivos da organização, o papel de cada um nesta missão e os caminhos a serem percorridos no alcance do <a href="https://learningsg.com/quando-a-troca-de-experiencias-contribui-para-o-alto-desempenho/"><strong>desempenho</strong></a> esperado. Esta capacidade também é eficiente nas horas de prestar <a href="https://learningsg.com/suporte-a-performance-o-outro-lado-do-feedback-%ef%bb%bf/"><strong>suporte à performance</strong></a> ou de solucionar conflitos interpessoais &#8211; o que beneficia o aumento do nível de satisfação organizacional e da <strong>produtividade</strong>. Por fim, é uma qualidade indispensável na criação de relacionamentos saudáveis com parceiros e clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sensibilidade</strong> &#8211; Em meio ao avanço tecnológico na <a href="https://learningsg.com/como-a-4a-revolucao-industrial-impacta-o-td/"><strong>4ª revolução industrial</strong></a>, o poder de inovação do <strong>ser humano </strong>é um recurso valioso no mercado. Neste caso, a sensibilidade é uma característica que tende a priorizar o bem-estar e o <a href="https://learningsg.com/o-que-o-conarh-2018-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-humano/"><strong>desenvolvimento</strong> </a>do colaborador. Por consequência, a <strong>líder</strong> irá construir uma equipe capaz de lidar com os novos desafios do cotidiano organizacional sem pecar na qualidade de vida das pessoas. Do lado de fora da empresa, a <strong>habilidade </strong>é imprescindível para entender as reais necessidades dos consumidores a fim de  produzir produtos ou serviços com assertividade. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Observação</strong> &#8211; As mulheres prestam mais atenção aos detalhes do que os homens. Então, acabam desenvolvendo uma visão sistêmica. Ou seja, a capacidade de enxergar a companhia de uma maneira integrada. A característica é importante na identificação de falhas a serem aprimoradas e de fatores positivos a serem fortalecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espírito Colaborativo &#8211; Às vezes os líderes do gênero masculino valorizam as próprias capacidades e minimizam as dos colegas &#8211; o que os fazem hesitar em trabalhar em equipe. Por sua vez, as mulheres preferem exercer uma<strong> liderança</strong> horizontal que encoraja o compartilhamento de informações no time e o estimula a se alinhar com o <strong>propósito</strong> organizacional a fim de atingir o mesmo objetivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Flexibilidade &#8211; Além de aumentar o caráter persistente nas adversidades, a necessidade de cumprir uma jornada dupla leva as mulheres a adquirirem uma flexibilidade indispensável para não render-se a pressão e solucionar os desafios com agilidade. A <strong>competência</strong> também permite que a <strong>líder</strong> otimize o tempo ao realizar diversas atividades simultaneamente sem perder o fio da meada em nenhuma. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do Brasil para o mundo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do intuito de fazer a diferença no universo do <strong>desenvolvimento de competências</strong>, Flora Alves decidiu estar entre as brasileiras que lutam pelo reconhecimento no ambiente corporativo. A pós-graduação em Administração de Recursos Humanos foi o início de uma trajetória de mais de 25 anos que chegou a atravessar as fronteiras do Brasil. Dentre as conquistas da executiva no segmento, encontram-se as formações de <strong>designer instrucional</strong> e <strong>master trainer</strong> da Associação Americana para o Desenvolvimento de Talentos <strong>(</strong><a href="https://www.td.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ATD</strong></a><strong>)</strong> que renderam apresentações em conferências da Associação Brasileira de Recursos Humanos <strong>(ABRH)</strong> e em congressos internacionais da <strong>ATD</strong>. <br>Já a percepção da importância de inserir o<strong> ser humano</strong> no centro do <a href="https://learningsg.com/o-treinamento-como-suporte-a-performance%ef%bb%bf/"><strong>treinamento</strong></a> resultou na idealização do <a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-trahentem-2/">Trahentem®</a>. A <strong>metodologia</strong> tem o objetivo de guiar os <strong>designers instrucionais</strong> experientes ou iniciantes durante a construção de uma <strong>solução de aprendizagem</strong> de uma forma segura e ágil. Ela também é autora dos best-sellers Gamification, Como criar experiências de aprendizagem engajadoras; Um guia completo: do conceito à prática e Design de Aprendizagem com uso de Canvas – Trahentem® e Instrutor Master. Atualmente, à frente da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa auxiliou marcas como Johnson &amp; Johnson, Bayer, Bradesco, Merck e Banco Itaú na transferência de <strong>aprendizagem</strong>. </p>
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		<title>O que muitas empresas não enxergam (mas, deveriam): entenda como o viés inconsciente impacta os negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 12:30:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diversidade é a palavra do momento. Uma pesquisa realizada pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) identificou que 80% dos executivos brasileiros afirmam que a área de recrutamento da empresa está alinhada aos princípios de igualdade. Por sua vez, o número chega a 70% quando se trata da política de atração. Fato é que além da questão humanitária, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> é a palavra do momento. Uma pesquisa realizada pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) identificou que 80% dos executivos brasileiros afirmam que a área de </span><b>recrutamento</b><span style="font-weight: 400;"> da empresa está alinhada aos princípios de igualdade. Por sua vez, o número chega a 70% quando se trata da política de </span><b>atração</b><span style="font-weight: 400;">. Fato é que além da questão humanitária, a pluralidade de ideias advinda dos diferentes perfis contribui para a formação de um ambiente corporativo inovador capaz de aumentar o nível de competitividade no mercado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, nem tudo são flores. Dentro do movimento à favor da </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> nas empresas ainda existe um elemento que costuma disfarçar-se entre uma piada ou outra para reprimir (principalmente) colaboradores que pertencem aos grupos de LGBT+, mulheres, negros e pessoas com deficiência. O viés inconsciente, ou seja, aquele preconceito que está enraizado no subconsciente e não é praticado de maneira intencional proporciona um local hostil onde as vítimas das agressões veladas tendem a desenvolverem problemas psicológicos, diminuírem a </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> e se afastarem do trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário, a Universidade Carleton no Canadá descobriu que 95% das decisões são automáticas e apenas 5% racionais. Esse jeito ágil de pensar é conhecido como “bottom up” no qual a decisão vai do inconsciente para o consciente. Ou seja, a atitude é tomada antes de se ter consciência do que foi feito. Neste contexto, a </span><b>neurociência</b><span style="font-weight: 400;"> explica o fenômeno. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>ser humano</b><span style="font-weight: 400;"> recebe os estímulos pelas amígdalas cerebelares que detém informações &nbsp;integradas a todo o processo evolutivo do <em>homo sapiens</em> com o objetivo de indicar situações de perigo. Portanto, a partir da detectação da sensação o </span><b>cérebro</b><span style="font-weight: 400;"> reptiliano é acionado e em seguida provoca até duas reações imediatas: lutar com as mãos ou fugir com os pés. As pessoas tem o poder de acionar o sistema reptiliano em outras pessoas por conta das vivências e afinidades armazenadas nelas. Mas, nestes casos o </span><b>cérebro</b><span style="font-weight: 400;"> social não permite a luta ou a fuga de um desconhecido. Por consequência, surge um afastamento. Em conjunto com a exclusão aparece a mania de encontrar defeitos e as piadinhas de mau gosto que passam despercebidas aos olhares desatentos. Por fim, é importante ressaltar que apesar do viés inconsciente não ser proposital é fortalecido por meio da frequência de ocorrência. </span></p>
<h2><b>Vivendo em harmonia</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa, a maneira com que os colaboradores enxergam o outro interfere na união em prol do alcance de um propósito em comum. Logo, para ter bons frutos no empreendimento é preciso trabalhar o viés inconsciente ao aperfeiçoar as habilidades de relacionamentos interpessoais. “As pessoas nascem iguais e os episódios que acontecem ao longo da vida são responsáveis por trazer modificações particulares na forma de pensar de cada um. Neste sentido, não há como evitar a categorização do próximo. Mas, viver em harmonia é saber valorizar as semelhanças e </span><b>aprender</b><span style="font-weight: 400;"> a lidar com as diferenças”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando em auxiliar na jornada contra o preconceito no ambiente corporativo, a CLO selecionou dicas indispensáveis para os </span><b>Recursos Humanos </b><span style="font-weight: 400;">nessa missão. Confira-as abaixo: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abra os olhos &#8211; O funcionário que propaga o preconceito sob a óptica do viés inconsciente não tem ideia do impacto das próprias atitudes. Então, é fundamental abrir os olhos dele para o conceito e expor as consequências que as ações resultam em toda a organização. A tendência de quem reconhece um problema é ficar atento para evitá-lo. A iniciativa também é um meio de ajudar na melhoria, afinal, a conscientização permite medir as atitudes a fim de perceber os caminhos corretos a seguir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conscientize &#8211; As pessoas podem não ser responsabilizadas pelo o que pensam, mas com certeza são pelo o que fazem. Afinal, agir é uma escolha. Portanto, para ter uma companhia inclusiva é necessário ajudar os funcionários a tomar atitudes que priorizem a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;">. Uma boa opção para que isso aconteça é expô-los a um conteúdo informativo que amenize os estereótipos e crenças limitantes, pois mudar a maneira de pensar significa olhar os pontos positivos do colega em vez de focar no que falta nele. Atividades lúdicas e dinâmicas como o </span><a href="https://learningsg.com/entre-no-jogo-a-importancia-do-gamification-para-a-empresa/"><b>Gamification</b></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://learningsg.com/lego-serious-play-e-preciso-brincar-com-responsabilidade/"><b><em>LEGO</em>®&nbsp;<em>SERIOUS PLAY</em>®</b></a>&nbsp;<span style="font-weight: 400;">são ideais para disseminar a conscientização porque a leveza tira o peso que a consciência da existência do preconceito traz e deixam aqueles que se encaixam neste perfil mais abertos às novidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Promova planos de carreira &#8211; Abrir as portas para a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> não é o suficiente. O RH deve criar condições para que as minorias consigam realmente crescer no cargo. Além de reter os talentos plurais, o comportamento servirá de exemplo aos demais e enviará a mensagem de igualdade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Implante a mudança no DNA &#8211; Nada melhor do que evitar o incentivo ao preconceito do que implantar uma mudança de </span><b>mindset na </b><a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><b>cultura organizacional</b></a><span style="font-weight: 400;">. Todos os colaboradores precisam se sentir à vontade no ambiente corporativo para que contribuam com sugestões, relatem problemas e mantenham a </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> sem se sentirem ameaçados. Sendo assim, o RH deve esforçar-se para inserir valores de igualdade na cultura a fim de criar uma empresa aberta. Ou seja, sem discriminações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, como anda a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> na sua empresa? </span></p>
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