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	<title>Cultura Organizacional &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>Cultura Organizacional &#8211; SG</title>
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		<title>SOS Cultura Organizacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 19:19:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Passado um ano de home-office, muitas coisas se estabilizaram. Em outras palavras, as pessoas se acostumaram (ou ao menos) tentaram se acostumar com o home-office. Mas, com a retomada do trabalho presencial (ou híbrido), como as empresas estão lidando com isso? E os problemas de comunicação? A cultura organizacional precisa ser diferente? As transformações culturais [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Passado um ano de home-office, muitas coisas se estabilizaram. Em outras palavras, as pessoas se acostumaram (ou ao menos) tentaram se acostumar com o home-office. Mas, com a retomada do trabalho presencial (ou híbrido), como as empresas estão lidando com isso? E os problemas de comunicação? A <a href="https://learningsg.com/a-cultura-organizacional-em-2021/"><strong>cultura organizacional</strong></a> precisa ser diferente?</p>



<p class="wp-block-paragraph">As transformações culturais dentro das empresas e os desafios do mercado fazem com que líderes e funcionários precisem aceitar um mundo definido pela <em>volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As organizações estão encontrando novas maneiras de aprimorar os padrões de pensamento e ampliar a imaginação para que os processos operacionais possam ser realizados de maneira diferente com a evolução das técnicas e ferramentas. O novo foco no futuro para capacidades de liderança deve abranger <a href="https://learningsg.com/como-desenhar-um-treinamento-para-desenvolver-soft-skills-e-hard-skills/"><strong>habilidades</strong></a> de adaptabilidade, inovação e coragem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A cultura organizacional do futuro</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cultura de uma organização define a energia, a criatividade e o espírito de uma empresa e pode impactar o crescimento dos negócios, bem como fortalecer os <strong>resultados</strong>. A mentalidade da liderança real deve apoiar uma cultura empreendedora e de desenvolvimento. Ela precisa impulsionar a colaboração e as conexões humanas abertas e, ao fazê-lo, demonstrar confiança na abordagem colaborativa para a solução de problemas e disposição para aceitar erros e falhas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://bit.ly/34UKtd5" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" class="wp-image-16351" src="https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1024x256.png" alt="" srcset="https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1024x256.png 1024w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-300x75.png 300w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-768x192.png 768w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1536x384.png 1536w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG.png 1584w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Assumir riscos, experimentar abordagens novas e criativas e realizar atividades de maneira diferente promove o valor do trabalho em equipe e de atitudes positivas. Essa <strong>cultura inovadora</strong> ajudará a definir padrões de pensamento e características comportamentais desejadas. Uma composição psicológica especial servirá, portanto, como base para os valores essenciais da empresa, como integridade, confiança, respeito e adaptabilidade. Esses valores selecionados podem orientar objetivos estratégicos, planejamento de qualidade e iniciativas de comunicação autênticas. Os valores podem até desencadear uma unificação dos relacionamentos internos da empresa. Ouvir e aprender irá melhorar o pensamento reflexivo que pode levar à descoberta e ao crescimento pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização focada no futuro deve ter uma cultura baseada no equilíbrio das expectativas comportamentais de todos os funcionários &#8211; liberdade x disciplina focada, colaboração x independência, experimentação aberta x exploração estruturada, não-confrontacional x forte honestidade, responsabilidade individual x conexões de equipe.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinco Componentes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esta mentalidade cultural empreendedora e inovadora pode ser construída em cinco componentes:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Construção de novas habilidades e talentos &#8211; </strong>As abordagens e atividades futuras de <strong>aprendizagem</strong> e desenvolvimento devem atender às necessidades e expectativas específicas dos funcionários em todos os níveis da organização. Todos os comportamentos empreendedores dos funcionários devem se tornar um equilíbrio misto entre a interação social e o aprendizado pessoal, e a utilização digital e o desenvolvimento de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crescimento de líderes mais eficazes &#8211;</strong> Líderes precisam crescer e desenvolver mais do que apenas suas <a href="https://learningsg.com/afinal-o-que-e-competencia-e-quais-serao-as-mais-requisitadas-ate-2022%EF%BB%BF/">habilidades</a> de visão de negócios e capacidades técnicas. Eles devem ter níveis mais altos de flexibilidade e agilidade para serem influenciadores eficazes e direcionadores de desempenho de negócios. Eles também devem ter compaixão e coragem para energizar e inspirar a população organizacional em evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aprendizagem ativa &#8211; </strong>A aprendizagem ativa é a segunda competência mais importante apontada no relatório do <a href="https://www.weforum.org/reports/the-future-of-jobs-report-2020" target="_blank" rel="noopener">Future of Jobs 2020</a> do Fórum Econômico Mundial. O elemento que faz a diferença para transformar essa didática ativa é a capacidade de criar conexões intelectuais, tanto individual quanto coletivamente ao mesmo tempo. Ou seja, se as conexões individuais associam o novo aprendizado ao que o aluno isoladamente conhece, não se pode afirmar que é Aprendizagem Ativa. Mas, ao receber novas entradas de conexões vindas de outros que compartilham suas conexões individuais, o aluno passa a ter a construção de novas conexões que vão além das que teria normalmente. Essa construção é uma característica da Aprendizagem Ativa que não é percebida de forma clara pelos praticantes da técnica de ensino.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comunicação autêntica e aberta &#8211; </strong>A cultura deve inspirar comunicações pessoais e profissionais abertas, honestas, verdadeiras e totalmente transparentes. É necessário haver um nível psicológico de segurança e conforto ao abordar questões difíceis e problemas desafiadores para ajudar a melhorar a dinâmica da equipe. Deve haver mais tempo para autorreflexão individual, para que os funcionários possam dar mais atenção às autodescobertas. Conversas eficazes e cruciais, juntamente com feedback de mente aberta e escuta ativa, podem ajudar a encontrar soluções de negócios bem-sucedidos, bem como abordagens francas para atividades de tomada de decisão. A <strong>Inteligência Emocional</strong> deve se tornar parte do manuseio de pressões e aspectos do estresse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desenvolvimento de colaboração e parceria corajosa &#8211;</strong> Há uma necessidade de mais personalização em um mundo de negócios automatizado, para maior compartilhamento de ideias e percepções e para um trabalho de equipe mais profundo e corajoso. A colaboração eficaz impulsionará e intensificará o trabalho em grupo e as parcerias significativas podem resultar em níveis mais elevados de produtividade. Discussões e atividades formais e informais tornam-se mais equilibradas. Sempre haverá a necessidade de objetivos comuns e responsabilidade compartilhada para conduzir um ambiente de trabalho inovador e criativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Futuro do trabalho</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo está enfrentando um cenário de “dupla ruptura”, de acordo com o relatório <a href="https://www.weforum.org/reports/the-future-of-jobs-report-2020" target="_blank" rel="noopener">Future of Jobs 2020</a> do Fórum Econômico Mundial, à medida que a automação e o coronavírus redefinem o trabalho. Quatro temas sobre o futuro do trabalho são:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equilíbrio trabalho-vida é fundamental &#8211; </strong>Mais da metade dos funcionários disseram em um relatório da McKinsey que querem modelos de trabalho virtual híbridos mais flexíveis, onde os funcionários às vezes estão no local e às vezes trabalhando remotamente. Um <strong>modelo híbrido</strong> pode ajudar as organizações a aproveitar ao máximo o talento, onde quer que ele resida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Flexibilidade &#8211; </strong>Nesse modelo híbrido, a maioria dos funcionários deseja trabalhar em casa três dias por semana, mostram dados da McKinsey. E esses trabalhadores estão preparados para abandonar o navio se essas condições não forem atendidas. Mais de um quarto dos entrevistados disseram que considerariam mudar de empregador se sua organização retornasse totalmente ao trabalho no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Visão clara &#8211;</strong> Ter políticas fortes e compreensíveis e comunicá-las com clareza. Mais de um terço dos entrevistados classificou expectativas de <strong>colaboração</strong> em suas cinco políticas principais. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Foco na saúde mental &#8211; </strong>O <strong>bem-estar </strong>é crucial para muitos funcionários, com mais de três quartos dos entrevistados em uma pesquisa da Arizona State University, do Fórum Econômico Mundial e da Fundação Rockefeller dizendo que a saúde mental dos funcionários é agora uma prioridade. Para a economia global, a perda de produtividade devido a problemas de saúde mental, incluindo ansiedade, pode chegar a US $1 trilhão por ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cultura Organizacional fortalecida pelo T&amp;D</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Já que o futuro do trabalho vem sendo redefinido meio que &#8220;à força&#8221;, o desenvolvimento de pessoas precisa acompanhar esse ritmo. Experiências de aprendizagem que desenvolvam as habilidades mais conectadas aos novos valores e visão das organizações nos dias de hoje são fundamentais! Tanto para os colaboradores que passam a se sentir mais parte da empresa (mesmo estando em home-office), quanto para as empresas ganharem mais coesão, colhendo mais resultados positivos.<br />A SG Aprendizagem Corporativa conta com soluções de aprendizagem customizadas que vão ajudar você e sua empresa a traduzir a Cultura Organizacional em treinamentos conectados à realidade e com o foco em quem precisa aprender: seus colaboradores. Entre em contato conosco <a href="https://learningsg.com/contato/">neste link</a>.</p>
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		<title>A cultura organizacional em 2021</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 14:52:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Flexibilidade entre presencial e remoto virou palavra de ordem na qualidade de vida dos empregados qualificados. 91% dos profissionais acreditam que o futuro do trabalho será de modelo híbrido, revezando entre dias presenciais e remotos. Os dados fazem parte da 14ª edição do Índice de Confiança Robert Half (ICRH), realizada pela consultoria de recrutamento. Dentre [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Flexibilidade entre presencial e remoto virou palavra de ordem na <strong>qualidade de vida</strong> dos empregados qualificados. 91% dos profissionais acreditam que o futuro do trabalho será de modelo <a href="https://learningsg.com/blended-learning-o-que-vem-por-ai/">híbrido</a>, revezando entre dias presenciais e remotos. Os dados fazem parte da <a href="https://www.roberthalf.com.br/indice-confianca" target="_blank" rel="noopener">14ª edição do Índice de Confiança Robert Half</a> (ICRH), realizada pela consultoria de recrutamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os que concordam que as equipes híbridas são uma parte permanente do cenário de empregos, os principais motivos apontados foram: os profissionais almejam <a href="https://learningsg.com/equilibrio-emocional-e-tecnicas-para-a-gestao-da-mudanca/">flexibilidade</a>: 66%; a pandemia ainda é uma realidade: 61%; a produtividade se manteve/aumentou: 57%; melhora do engajamento: 26%; e outro: 6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas como manter a <strong>cultura organizacional</strong> num momento como este, com praticamente todos do time trabalhando em regime home office? Bem, é principalmente em momentos de crise, assim como o que estamos vivendo hoje no Brasil e no mundo, que todos, RH, gestores e colaboradores, precisam manter a cultura viva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/">Cultura organizacional</a> é o conjunto de hábitos, crenças, valores e comportamentos compartilhados no ambiente de trabalho, que definem como uma determinada empresa conduz seus negócios. Do CEO ao estagiário, a maneira de pensar e agir no trabalho são definidas pela cultura. Quando se tem uma cultura organizacional bem estruturada e implementada, as ações cotidianas são contagiadas pelos valores compartilhados, sendo executados de forma inconsciente e automática.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novos tempos, nova cultura organicional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com a adoção do<strong> home office</strong> surge a preocupação com a manutenção e reforço desse conjunto de princípios. Afinal, independentemente da situação ou contexto, os valores da cultura são definitivos e não podem ser negligenciados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Agora que muitos profissionais trabalham em locais diferentes, é ainda mais importante definir uma cultura organizacional clara para criar um &#8220;sentimento nós&#8221;. <strong>Comunicar</strong> quais são as prioridades da gestão, onde a empresa se encontra e que visão ela tem pode ser essencial para a motivação dos funcionários”, afirma Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem®.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O RH e os gestores devem incentivar as<strong> relações humanizadas</strong> no contexto profissional, oferecer suporte, <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">treinar</a></strong> a empatia e a capacidade de compreensão com os colegas e com as demais pessoas que convivemos em nosso trabalho. “Na prática, precisamos, como empresa, reconhecer os esforços e valorizar as pessoas individualmente e como parte dos times, trabalhando a motivação das equipes a partir de ações criativas que valorizem uma comunicação clara com o colaborador e, principalmente, que consigam demonstrar cuidado e respeito à saúde e ao bem-estar de cada profissional, seja presencialmente ou durante o home office”.</p>
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		<title>Elas no comando: por que abrir as portas da empresa para a liderança feminina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 17:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar do esforço em alcançar direitos iguais na sociedade ser de longa data, a luta das mulheres continua &#8211; inclusive, no ambiente corporativo onde embora as habilidades profissionais estejam relacionadas estritamente aos conhecimentos adquiridos durante a carreira a abrangência do gênero feminino em cargos de liderança ainda é baixa. Neste contexto, uma análise da Fortune [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Apesar do esforço em alcançar direitos iguais na sociedade ser de longa data, a luta das mulheres continua &#8211; inclusive, no ambiente corporativo onde embora as habilidades profissionais estejam relacionadas estritamente aos <strong>conhecimentos</strong> adquiridos durante a carreira a abrangência do gênero feminino em cargos de <a href="https://learningsg.com/10-competencias-indispensaveis-na-alta-lideranca-em-2019/"><strong>liderança</strong> </a>ainda é baixa. Neste contexto, uma análise da Fortune 500 identificou que em uma lista de 500 <strong>CEOs</strong> apenas 32 são mulheres. A previsão é que em 2025 o índice aumente somente 20%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata dos motivos para este quadro, é possível abordar os reflexos de uma <a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><strong>cultura </strong></a>patriarcal que ainda enxerga o público feminino como aquele que presta cuidados a casa, necessita de licença a maternidade e ampara os filhos. Por outro lado, os homens conseguem se desenvolver profissionalmente com mais facilidade até conquistarem as posições de <strong>liderança</strong>. Outro ponto que contribui para a desigualdade de gênero nas companhias é a competição feminina. Ao crescer, as mulheres são incentivadas a competir com as colegas e no trabalho enfrentam resistência de quem também deseja ocupar uma alta função diante de um cenário com chances pequenas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Está clara a existência de um desequilíbrio na vida profissional e pessoal das mulheres que as leva a escolher entre uma realização ou outra. As experiências de casar e engravidar fazem parte de um ciclo natural, mas as executivas de sucesso tiveram que abrir mão de vontades pessoais em algum momento enquanto que os <strong>CEOs </strong>provavelmente construíram uma família sem preocupações com a carreira. Portanto, é dever das empresas estimularem transformações que empoderem o público feminino a ponto dele atingir o potencial máximo. Afinal, um local que investe na <strong>diversidade</strong> sai à frente da concorrência ao apresentar uma pluralidade de ideias”, afirma Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer saber quais são as <strong>habilidades</strong> que tornam as mulheres excelentes<strong> </strong><a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><strong>líderes</strong></a>? Veja abaixo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comunicação </strong>&#8211; Devido a paciência para se comunicar de forma acessível com o uso da escuta e cuidadosa ao dosar as palavras, os colaboradores costumam sentir-se à vontade em conversar com uma mulher. Logo, a <strong>líder</strong> feminina tem facilidade de estabelecer uma comunicação de confiança com o time a fim de esclarecer os objetivos da organização, o papel de cada um nesta missão e os caminhos a serem percorridos no alcance do <a href="https://learningsg.com/quando-a-troca-de-experiencias-contribui-para-o-alto-desempenho/"><strong>desempenho</strong></a> esperado. Esta capacidade também é eficiente nas horas de prestar <a href="https://learningsg.com/suporte-a-performance-o-outro-lado-do-feedback-%ef%bb%bf/"><strong>suporte à performance</strong></a> ou de solucionar conflitos interpessoais &#8211; o que beneficia o aumento do nível de satisfação organizacional e da <strong>produtividade</strong>. Por fim, é uma qualidade indispensável na criação de relacionamentos saudáveis com parceiros e clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sensibilidade</strong> &#8211; Em meio ao avanço tecnológico na <a href="https://learningsg.com/como-a-4a-revolucao-industrial-impacta-o-td/"><strong>4ª revolução industrial</strong></a>, o poder de inovação do <strong>ser humano </strong>é um recurso valioso no mercado. Neste caso, a sensibilidade é uma característica que tende a priorizar o bem-estar e o <a href="https://learningsg.com/o-que-o-conarh-2018-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-humano/"><strong>desenvolvimento</strong> </a>do colaborador. Por consequência, a <strong>líder</strong> irá construir uma equipe capaz de lidar com os novos desafios do cotidiano organizacional sem pecar na qualidade de vida das pessoas. Do lado de fora da empresa, a <strong>habilidade </strong>é imprescindível para entender as reais necessidades dos consumidores a fim de  produzir produtos ou serviços com assertividade. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Observação</strong> &#8211; As mulheres prestam mais atenção aos detalhes do que os homens. Então, acabam desenvolvendo uma visão sistêmica. Ou seja, a capacidade de enxergar a companhia de uma maneira integrada. A característica é importante na identificação de falhas a serem aprimoradas e de fatores positivos a serem fortalecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espírito Colaborativo &#8211; Às vezes os líderes do gênero masculino valorizam as próprias capacidades e minimizam as dos colegas &#8211; o que os fazem hesitar em trabalhar em equipe. Por sua vez, as mulheres preferem exercer uma<strong> liderança</strong> horizontal que encoraja o compartilhamento de informações no time e o estimula a se alinhar com o <strong>propósito</strong> organizacional a fim de atingir o mesmo objetivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Flexibilidade &#8211; Além de aumentar o caráter persistente nas adversidades, a necessidade de cumprir uma jornada dupla leva as mulheres a adquirirem uma flexibilidade indispensável para não render-se a pressão e solucionar os desafios com agilidade. A <strong>competência</strong> também permite que a <strong>líder</strong> otimize o tempo ao realizar diversas atividades simultaneamente sem perder o fio da meada em nenhuma. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do Brasil para o mundo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do intuito de fazer a diferença no universo do <strong>desenvolvimento de competências</strong>, Flora Alves decidiu estar entre as brasileiras que lutam pelo reconhecimento no ambiente corporativo. A pós-graduação em Administração de Recursos Humanos foi o início de uma trajetória de mais de 25 anos que chegou a atravessar as fronteiras do Brasil. Dentre as conquistas da executiva no segmento, encontram-se as formações de <strong>designer instrucional</strong> e <strong>master trainer</strong> da Associação Americana para o Desenvolvimento de Talentos <strong>(</strong><a href="https://www.td.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ATD</strong></a><strong>)</strong> que renderam apresentações em conferências da Associação Brasileira de Recursos Humanos <strong>(ABRH)</strong> e em congressos internacionais da <strong>ATD</strong>. <br>Já a percepção da importância de inserir o<strong> ser humano</strong> no centro do <a href="https://learningsg.com/o-treinamento-como-suporte-a-performance%ef%bb%bf/"><strong>treinamento</strong></a> resultou na idealização do <a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-trahentem-2/">Trahentem®</a>. A <strong>metodologia</strong> tem o objetivo de guiar os <strong>designers instrucionais</strong> experientes ou iniciantes durante a construção de uma <strong>solução de aprendizagem</strong> de uma forma segura e ágil. Ela também é autora dos best-sellers Gamification, Como criar experiências de aprendizagem engajadoras; Um guia completo: do conceito à prática e Design de Aprendizagem com uso de Canvas – Trahentem® e Instrutor Master. Atualmente, à frente da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa auxiliou marcas como Johnson &amp; Johnson, Bayer, Bradesco, Merck e Banco Itaú na transferência de <strong>aprendizagem</strong>. </p>
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		<title>O que muitas empresas não enxergam (mas, deveriam): entenda como o viés inconsciente impacta os negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 12:30:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diversidade é a palavra do momento. Uma pesquisa realizada pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) identificou que 80% dos executivos brasileiros afirmam que a área de recrutamento da empresa está alinhada aos princípios de igualdade. Por sua vez, o número chega a 70% quando se trata da política de atração. Fato é que além da questão humanitária, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> é a palavra do momento. Uma pesquisa realizada pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) identificou que 80% dos executivos brasileiros afirmam que a área de </span><b>recrutamento</b><span style="font-weight: 400;"> da empresa está alinhada aos princípios de igualdade. Por sua vez, o número chega a 70% quando se trata da política de </span><b>atração</b><span style="font-weight: 400;">. Fato é que além da questão humanitária, a pluralidade de ideias advinda dos diferentes perfis contribui para a formação de um ambiente corporativo inovador capaz de aumentar o nível de competitividade no mercado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, nem tudo são flores. Dentro do movimento à favor da </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> nas empresas ainda existe um elemento que costuma disfarçar-se entre uma piada ou outra para reprimir (principalmente) colaboradores que pertencem aos grupos de LGBT+, mulheres, negros e pessoas com deficiência. O viés inconsciente, ou seja, aquele preconceito que está enraizado no subconsciente e não é praticado de maneira intencional proporciona um local hostil onde as vítimas das agressões veladas tendem a desenvolverem problemas psicológicos, diminuírem a </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> e se afastarem do trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário, a Universidade Carleton no Canadá descobriu que 95% das decisões são automáticas e apenas 5% racionais. Esse jeito ágil de pensar é conhecido como “bottom up” no qual a decisão vai do inconsciente para o consciente. Ou seja, a atitude é tomada antes de se ter consciência do que foi feito. Neste contexto, a </span><b>neurociência</b><span style="font-weight: 400;"> explica o fenômeno. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>ser humano</b><span style="font-weight: 400;"> recebe os estímulos pelas amígdalas cerebelares que detém informações &nbsp;integradas a todo o processo evolutivo do <em>homo sapiens</em> com o objetivo de indicar situações de perigo. Portanto, a partir da detectação da sensação o </span><b>cérebro</b><span style="font-weight: 400;"> reptiliano é acionado e em seguida provoca até duas reações imediatas: lutar com as mãos ou fugir com os pés. As pessoas tem o poder de acionar o sistema reptiliano em outras pessoas por conta das vivências e afinidades armazenadas nelas. Mas, nestes casos o </span><b>cérebro</b><span style="font-weight: 400;"> social não permite a luta ou a fuga de um desconhecido. Por consequência, surge um afastamento. Em conjunto com a exclusão aparece a mania de encontrar defeitos e as piadinhas de mau gosto que passam despercebidas aos olhares desatentos. Por fim, é importante ressaltar que apesar do viés inconsciente não ser proposital é fortalecido por meio da frequência de ocorrência. </span></p>
<h2><b>Vivendo em harmonia</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa, a maneira com que os colaboradores enxergam o outro interfere na união em prol do alcance de um propósito em comum. Logo, para ter bons frutos no empreendimento é preciso trabalhar o viés inconsciente ao aperfeiçoar as habilidades de relacionamentos interpessoais. “As pessoas nascem iguais e os episódios que acontecem ao longo da vida são responsáveis por trazer modificações particulares na forma de pensar de cada um. Neste sentido, não há como evitar a categorização do próximo. Mas, viver em harmonia é saber valorizar as semelhanças e </span><b>aprender</b><span style="font-weight: 400;"> a lidar com as diferenças”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando em auxiliar na jornada contra o preconceito no ambiente corporativo, a CLO selecionou dicas indispensáveis para os </span><b>Recursos Humanos </b><span style="font-weight: 400;">nessa missão. Confira-as abaixo: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abra os olhos &#8211; O funcionário que propaga o preconceito sob a óptica do viés inconsciente não tem ideia do impacto das próprias atitudes. Então, é fundamental abrir os olhos dele para o conceito e expor as consequências que as ações resultam em toda a organização. A tendência de quem reconhece um problema é ficar atento para evitá-lo. A iniciativa também é um meio de ajudar na melhoria, afinal, a conscientização permite medir as atitudes a fim de perceber os caminhos corretos a seguir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conscientize &#8211; As pessoas podem não ser responsabilizadas pelo o que pensam, mas com certeza são pelo o que fazem. Afinal, agir é uma escolha. Portanto, para ter uma companhia inclusiva é necessário ajudar os funcionários a tomar atitudes que priorizem a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;">. Uma boa opção para que isso aconteça é expô-los a um conteúdo informativo que amenize os estereótipos e crenças limitantes, pois mudar a maneira de pensar significa olhar os pontos positivos do colega em vez de focar no que falta nele. Atividades lúdicas e dinâmicas como o </span><a href="https://learningsg.com/entre-no-jogo-a-importancia-do-gamification-para-a-empresa/"><b>Gamification</b></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://learningsg.com/lego-serious-play-e-preciso-brincar-com-responsabilidade/"><b><em>LEGO</em>®&nbsp;<em>SERIOUS PLAY</em>®</b></a>&nbsp;<span style="font-weight: 400;">são ideais para disseminar a conscientização porque a leveza tira o peso que a consciência da existência do preconceito traz e deixam aqueles que se encaixam neste perfil mais abertos às novidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Promova planos de carreira &#8211; Abrir as portas para a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> não é o suficiente. O RH deve criar condições para que as minorias consigam realmente crescer no cargo. Além de reter os talentos plurais, o comportamento servirá de exemplo aos demais e enviará a mensagem de igualdade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Implante a mudança no DNA &#8211; Nada melhor do que evitar o incentivo ao preconceito do que implantar uma mudança de </span><b>mindset na </b><a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><b>cultura organizacional</b></a><span style="font-weight: 400;">. Todos os colaboradores precisam se sentir à vontade no ambiente corporativo para que contribuam com sugestões, relatem problemas e mantenham a </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> sem se sentirem ameaçados. Sendo assim, o RH deve esforçar-se para inserir valores de igualdade na cultura a fim de criar uma empresa aberta. Ou seja, sem discriminações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, como anda a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> na sua empresa? </span></p>
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