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	<title>feedback &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>feedback &#8211; SG</title>
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		<title>Redesenhando o onboarding para o mundo digital</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2021 18:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Assim como as experiências de aprendizagem, o que era presencial, não necessariamente vai funcionar no digital. O importante é ter em mente o objetivo de aprendizagem claro para a integração digital dos seus novos colaboradores. Objetivos específicos ajudarão na construção onboarding que contempla tudo aquilo que é essencial para que a integração de novos colaboradores [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Assim como as <strong>experiências de <a href="https://materiais.learningsg.com/sg-pesquisa_aprendizagem">aprendizagem</a></strong>, o que era presencial, não necessariamente vai funcionar no digital. O importante é ter em mente o <strong><a href="https://learningsg.com/a-importancia-dos-objetivos-de-aprendizagem-e-a-etapa-de-diagnostico-de-um-treinamento/">objetivo de aprendizagem</a> claro</strong> para a integração digital dos seus novos colaboradores. Objetivos específicos ajudarão na construção onboarding que contempla tudo aquilo que é essencial para que a integração de novos colaboradores seja efetiva mesmo no mundo digital. Além disso, os meios digitais nos permitem a dosagem deste aprendizado dentro de um cronograma que contribua com este processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">Treinamentos </a>específicos não precisam acontecer no primeiro dia, mas é conveniente que não demorem a ser realizados. Como haveria de ser, em um processo de <a href="https://materiais.learningsg.com/08062021-materialrico-onboarding">onboarding</a> online, qualquer estratégia de capacitação também deve ocorrer em meio digital. Assim, pode ser que a empresa tenha um desafio adicional aqui, porque talvez seja preciso desenhar uma experiência de aprendizagem digital específica para resolver esse problema.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://materiais.learningsg.com/08062021-materialrico-onboarding"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="996" height="370" class="wp-image-16440 aligncenter" src="https://learningsg.com/wp-content/uploads/2021/06/ebook-onboarding.png" alt="" srcset="https://learningsg.com/wp-content/uploads/2021/06/ebook-onboarding.png 996w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2021/06/ebook-onboarding-300x111.png 300w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2021/06/ebook-onboarding-768x285.png 768w" sizes="(max-width: 996px) 100vw, 996px" /></a></figure>
</div>



<p class="wp-block-paragraph">Não perca de vista uma coisa:<em> amparar o novo colaborador é vital e mais importante do que isso é saber os impactos no time que está trabalhando em home-office</em>. Esteja aberto durante todo o processo de <a href="https://materiais.learningsg.com/08062021-materialrico-onboarding">onboarding</a> para acolher as dúvidas do time ou do indivíduo que está chegando. Tenha uma comunicação clara com o gestor, para que juntamente com o RH possa atuar da melhor forma possível para todos se integrem e as relações possam ganhar tração no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, um processo de integração de novos funcionários pode levar meses para ser concluído. Assim, é interessante que a organização tenha recursos para medir o <strong>desempenho</strong> de cada funcionário novo, assim como para avaliar sua adaptação. Além da produtividade, o bem-estar e o senso de pertencimento às suas equipes e à empresa devem ser considerados. Para tanto, além de definir métricas, o gestor ou o RH pode se valer de conversas regulares por meio de ligações ou até chamadas de vídeo semanais. O objetivo é colher informações sobre como tem sido o processo de adaptação, aproveitando a oportunidade para fornecer <strong><a href="https://learningsg.com/suporte-a-performance-o-outro-lado-do-feedback-%EF%BB%BF/">feedbacks</a></strong> úteis.</p>
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		<title>Às vezes o “não” é a melhor solução para um desafio organizacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2019 20:59:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando o treinamento é eficaz? Este questionamento inicial pode parecer um tanto quanto incisivo, mas é extremamente indispensável. Afinal, por mais que os designers instrucionais se encantem com o universo da aprendizagem corporativa, a ação educacional nem sempre representa uma luz no final do túnel para as dores organizacionais. Inclusive, insistir nesta solução em momentos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quando o <a href="https://learningsg.com/o-treinamento-como-suporte-a-performance%ef%bb%bf/"><strong>treinamento</strong></a> é eficaz? Este questionamento inicial pode parecer um tanto quanto incisivo, mas é extremamente indispensável. Afinal, por mais que os <strong>designers instrucionais</strong> se encantem com o universo da <strong>aprendizagem</strong> corporativa, a ação educacional nem sempre representa uma luz no final do túnel para as dores organizacionais. Inclusive, insistir nesta <strong>solução</strong> em momentos com falta de embasamento é um caminho contra a descoberta dos reais desafios que interferem no <a href="https://learningsg.com/quando-a-troca-de-experiencias-contribui-para-o-alto-desempenho/"><strong>desempenho</strong></a> dos colaboradores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa, o primeiro passo para alcançar a resposta da pergunta acima é ter em mente que o <a href="https://learningsg.com/o-que-o-conarh-2018-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-humano/"><strong>desenvolvimento</strong></a><strong> de competências</strong> tem o papel de ensinar um assunto relevante ao cotidiano profissional do  público-alvo com o intuito de facilitar a execução do trabalho sem deixar de lado a <strong>mentoria </strong>durante a transferência do conteúdo adquirido à prática. Neste caso, o guia de necessidades de <a href="https://learningsg.com/caminhos-da-aprendizagem-o-segredo-para-um-treinamento-eficaz/"><strong>aprendizagem</strong></a> concretizado no livro <em>Inovative Performance Support</em> pelos estudiosos <strong>Conrad Gottfredson e Bob Mosher</strong> torna-se um braço direito. Confira a lista abaixo: </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1- Aquisição de novos conhecimentos: quando as pessoas precisam aprender a fazer algo pela primeira vez. <br>2- Aquisição de mais conhecimento: quando as pessoas expandem o conhecimento que já têm sobre uma determinada temática.<br> 3 &#8211; No momento da aplicação: quando as pessoas necessitam colocar em prática o conhecimento adquirido.<br> 4- Para encontrar soluções &#8211; quando as soluções não funcionam de acordo com o planejado sendo necessário a construção de um plano B. <br>5- Na ocorrência de mudanças &#8211; quando as pessoas devem aprender uma nova maneira de agir diante de uma transformação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ao abordar as situações em que o<strong> treinamento</strong> torna-se inadequado, é possível citar os seguintes episódios: exigências de metas inalcançáveis, processos de trabalho mal estruturados, recursos indisponíveis, e, ausência de <a href="https://learningsg.com/suporte-a-performance-o-outro-lado-do-feedback-%ef%bb%bf/"><strong>feedback</strong></a> e programas de incentivo. Ou seja, o problema não é sempre do repertório do colaborador. Na verdade, o que pode acontecer é um contexto organizacional desfavorável a uma <strong>alta performance</strong>. Logo, ao identificar que o processo está adequado e as pessoas deixam de realizá-lo por falta de <strong>habilidades</strong>, o<strong> treinamento</strong> é fundamental”, afirma Flora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista ainda ressalta que a carência de certas <a href="https://learningsg.com/10-competencias-indispensaveis-na-alta-lideranca-em-2019/"><strong>competências</strong></a> é sinônimo de um <strong>gap de performance</strong>. Portanto, é imprescindível observar se o <strong>treinamento</strong> realmente ajudará no aperfeiçoamento deste <strong>gap</strong>. Para que isso aconteça, é necessário realizar um <strong>diagnóstico </strong>aprofundado. Mas, este já é assunto para outro post. Então, continue nos acompanhando!</p>
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		<title>Suporte à performance: o outro lado do feedback ﻿</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 15:12:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A partir de uma integração saudável de todas as partes da empresa, o feedback torna-se uma peça-chave para o crescimento organizacional. Segundo informações divulgadas pelo Hubspot, uma média de 43% dos colaboradores com maior grau de engajamento participam desta atividade ao menos uma vez na semana. Neste contexto, 78% afirma que o reconhecimento por meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A partir de uma integração saudável de todas as partes da empresa, o <strong>feedback</strong> torna-se uma peça-chave para o crescimento organizacional. Segundo informações divulgadas pelo Hubspot, uma média de 43% dos colaboradores com maior grau de <strong>engajamento</strong> participam desta atividade ao menos uma vez na semana. Neste contexto, 78% afirma que o reconhecimento por meio deste método os deixa mais motivados a realizarem as tarefas do cotidiano enquanto que 69% iria trabalhar com verdadeiro empenho se os esforços fossem identificados pelos gestores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos práticos, a iniciativa refere-se ao ato de avaliar o <a href="https://learningsg.com/como-desenvolver-equipes-de-alto-desempenho/"><strong>desempenho</strong></a> dos colaboradores de forma coletiva e individual via escrita ou verbal. Mas, em duas situações diferentes. O <strong>feedback</strong> positivo acontece quando a pessoa alcança a<strong> performance</strong> esperada com a função de reconhecê-la a fim de validar as escolhas corporativas dela. Já o negativo, entra em ação nos momentos em que a equipe está com pontos de atuação que precisam de melhorias. Logo, ambos devem ser experiências construtivas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para que as engrenagens da companhia funcionem com fluidez, é imprescindível investir em exercícios de comunicação como o <strong>feedback</strong> porque ao decidir comunicar de maneira clara aos funcionários os objetivos a serem atingidos e o papel de cada um nesta missão facilita-se o caminho percorrido pelo time. Contudo, construir uma<strong> cultura</strong> sustentável de colaboração organizacional também significa entender o que os colaboradores esperam do local de trabalho. Ou seja, é uma atividade vertical na qual qualquer escalão está sujeito a receber parabenizações ou recomendações”, explica Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a especialista, o poder da iniciativa no ambiente corporativo vai além de ganhos em satisfação organizacional, <strong>engajamento</strong>, queda de <strong>turnover</strong>, diminuição de custos e aumento da <strong>produtividade</strong>. “Na função de <a href="https://learningsg.com/o-treinamento-como-suporte-a-performance%ef%bb%bf/"><strong>suporte à performance</strong></a> o feedback é capaz de assegurar que as melhorias no desempenho da equipe migrem da teoria à prática de forma assertiva. Portanto, os <strong><a href="https://learningsg.com/cursos/o-conhecimento-chave-do-profissional-de-rh/">Recursos Humanos </a></strong>devem demonstrar o valor das mudanças aos funcionários com um acompanhamento pós-avaliação. Nesta fase, o profissional exerce a atribuição de braço direito na hora de aplicar as informações adquiridas. A estratégia serve para oferecer segurança na implementação das recomendações e evita ruídos de comunicação”, pontua Flora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata do <strong>feedback </strong>ideal, o primeiro passo é balancear os aspectos positivos e negativos da <strong>performance</strong> do <strong>colaborador</strong> a fim de refletir cuidadosamente sobre os tópicos a serem abordados. Em seguida, a seleção do ambiente faz a diferença no resultado da prática. Afinal, a conversa precisa ocorrer em um lugar neutro sem possibilidades de interrupções. Inclusive, durante a fala de uma das partes, é aconselhável que a outra apenas anote as observações para pronunciar-se somente depois. Quanto ao início da atividade, uma boa ideia é destacar as qualidade do ouvinte em vez de partir para as <strong>cobranças</strong> imediatamente. Outro fator a ser levado em conta é o <strong>tom</strong> das palavras a fim de evitar o uso daquelas desconfortáveis. No fim, é necessário reforçar os <strong>highlights</strong> do evento.</p>
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		<title>O poder da humanização nos negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 20:23:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aumentar os ganhos com a diminuição de investimentos é a meta de toda companhia e ao longo do tempo diversos modelos de negócio foram utilizados para alcançar este objetivo. Mas, você sabia que é possível prosperar sem mirar apenas em lucros? É exatamente o que a empresa humanizada comprova. Segundo informações divulgadas pelo Instituto HR [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar os ganhos com a diminuição de investimentos é a meta de toda companhia e ao longo do tempo diversos modelos de negócio foram utilizados para alcançar este objetivo. Mas, você sabia que é possível prosperar sem mirar apenas em lucros? É exatamente o que a </span><b>empresa humanizada</b><span style="font-weight: 400;"> comprova. Segundo informações divulgadas pelo Instituto HR Trend, a iniciativa é uma das tendências deste ano para a área de </span><b>Recursos Humanos</b><span style="font-weight: 400;"> enquanto que o estudo Global Trend Map realizado pela Inova Consulting identificou que implantar elementos humanos na corporação resulta na otimização do desempenho. Por sua vez, o relatório Tendências Globais de Capital Humano 2018 revela que as empresas não são mais avaliadas somente pela qualidade de produtos e serviços. Hoje as marcas são observadas pela maneira de lidar com colaboradores, clientes e sociedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, a </span><b>empresa humanizada</b><span style="font-weight: 400;"> é um formato de negócio voltado para atender as necessidades das pessoas por meio de uma </span><b>gestão</b><span style="font-weight: 400;"> horizontal. “O conceito funciona com base na ideia de “share of heart” (fatia do amor) em que se acredita que conquistar um espaço no coração do cliente o fará oferecer uma fatia da carteira espontaneamente assim como ganhar o coração do funcionário resultará no aumento da </span><b>produtividade.</b><span style="font-weight: 400;"> Trata-se de uma contraposição a expressão “share of wallet” (fatia de carteira) criada na década de 90 por profissionais de Marketing para explorar a relação com o consumidor final”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa. Entre os benefícios deste modelo encontram-se o corte de gastos, diminuição do turnover, </span><b>engajamento</b><span style="font-weight: 400;">, aumento da </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> e conversão de vendas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata do olhar para o colaborador na </span><b>humanização</b><span style="font-weight: 400;">, é preciso ter em mente que ele não será apenas alguém pago para cumprir uma carga horária. Na verdade, como o próprio nome diz é aquele que colabora para o desenvolvimento da organização. “A empresa passa a inserir os funcionários nos papéis de peças chaves para o seu funcionamento. Portanto, começa a valorizar as características psicológicas, culturais e a necessidade de cada um. Além de abrir espaços para escutá-los e fornecer </span><b>feedbacks </b><span style="font-weight: 400;">constantes”, explica Flora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário, a especialista em </span><a href="https://learningsg.com/caminhos-da-aprendizagem-o-segredo-para-um-treinamento-eficaz/"><b>aprendizagem</b></a><span style="font-weight: 400;"> corporativa selecionou dicas para levar a </span><b>humanização</b><span style="font-weight: 400;"> à empresa. Quer saber mais? Confira abaixo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Construa ambientes de descompressão: em uma empresa humanizada a estrutura do ambiente de trabalho faz a diferente. É preciso investir na construção de um local agradável, dinâmico e atrativo para ajudar na qualidade de vida do colaborador. Afinal, existem momentos no expediente que pedem um tempo para recarregar as energias. Neste caso, jogos, cafeteria, home office e happy hours são ótimas opções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Alimente a cultura do treinamento: uma atividade indispensável na agenda da humanização são os treinamentos porque aperfeiçoar as competências do colaborador é sinônimo de cuidar tanto do desenvolvimento profissional como pessoal. Neste contexto, o aprendiz se sentirá motivado e à vontade para contribuir com ideias para a marca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não tenha medo da tecnologia: a característica humanitária no mundo corporativo ganhou força por conta dos recursos tecnológicos que permitem uma maior aproximação entre as pessoas. Logo, a tecnologia também é uma aliada para compreender o perfil do cliente e valorizar o funcionário. Ou seja, ouça o que o consumidor diz nas redes sociais a fim de atender as expectativas dele. Você também pode protagonizar o colaborador com ações que mostrem os bastidores ao apresentar as histórias deles. Essa iniciativa ainda gera empatia social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Promova a co-criação: na empresa humanitária independente do cargo, todos têm a chance de se expressar seja com dores ou sugestões. Portanto, tenha na companhia um espaço para promover discussões e a co-criação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Motive: ao ser utilizado com regularidade, o feedback é capaz de melhorar os relacionamentos entre os colegas de trabalho. Outro ponto positivo desta ação é a motivação já que o colaborador terá sempre um reconhecimento ou um norte de melhoria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, embora a humanização apresente grandes ganhos para a empresa, é necessário tomar cuidado com a implantação deste conceito. “A implementação de aspectos humanos pode prejudicar em vez de alavancar uma corporação porque talvez os colaboradores não saibam lidar com as novidades e se estenderem na descompressão ao adiantar o happy hour ou perder a disciplina no home office, por exemplo. Sendo assim, um acompanhamento de perto das mudanças é imprescindível”, pontua a CLO. &nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qual é a sua opinião sobre empresa humanizada? Não deixe de contar para nós!&nbsp;</span></p>
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