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	<title>Edudação &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>Edudação &#8211; SG</title>
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		<title>Qual é a função de uma metodologia de aprendizagem?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 18:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem® Aprender é algo que não se limita aos ambientes formais, aprendemos o tempo todo a partir de nossas experiências. Há coisas que aprendemos com mais facilidade e outras que nos custam mais. Em geral aprendemos com mais facilidade aquilo que nos interessa, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem®</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aprender é algo que não se limita aos ambientes formais, aprendemos o tempo todo a partir de nossas <strong>experiências</strong>. Há coisas que aprendemos com mais facilidade e outras que nos custam mais. Em geral aprendemos com mais facilidade aquilo que nos interessa, ou seja, aquilo que consideramos relevantes para nossa vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você já reparou que as crianças parecem absorver tudo aquilo que está ao seu redor, aprendendo com muito mais velocidade e sem escolher o que <strong>aprender</strong>? É como se a memória delas fosse uma biblioteca com prateleiras vazias prontas para receber novos conhecimentos (livros). Com tanto espaço para ser preenchido, a criança vai acomodando os novos conhecimentos indiscriminadamente. Já os adultos parecem escolher melhor aquilo que vão colocar nas prateleiras de sua biblioteca, é como se elas já estivessem repletas de livros com apenas algumas lacunas a serem preenchidas levando-os a fazer uma seleção mais criteriosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender o porquê isso acontece, precisamos pensar na <strong>andragogia</strong>, que é pensar em alguns princípios que são fundamentais para que um <a href="https://learningsg.com/como-os-adultos-aprendem-e-por-que-voce-deveria-se-importar-com-isso/">adulto</a> consiga aprender. O primeiro deles é o princípio da disposição. O adulto aprende basicamente em duas situações na vida: <em>quando ele quer, ou seja, quando ele deseja alguma coisa, ou quando sente a necessidade desse aprendizado</em>. Prestamos atenção apenas naquilo que contribui diretamente com os papéis que desempenhamos. Por essa razão, se uma <strong>experiência de aprendizagem</strong> não estiver conectada com as atividades que os indivíduos precisam desempenhar as chances de aprendizado e transferência serão muito baixa. A função da <strong>metodologia</strong> de aprendizagem é transportar conhecimento, e para isso ela precisa estar conectada com a realidade de quem vai aprender.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando se quer alguma coisa, é muito fácil aprender. </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Suponha, por exemplo, que você quer aprender a pular de paraquedas, mas você tem medo de altura. Se você realmente deseja saltar de paraquedas, você vai encontrar um mecanismo para superar esse medo e, então, conseguir realizar o seu desejo. Outras circunstâncias na vida do adulto também fazem com que seja necessário aprender alguma coisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia invadiu (e continua invadindo) nossas vidas de maneira avassaladora. Estamos mergulhados na era <strong>digital </strong>e isso impõe necessidades de aprendizagem para todos. A grande diferença na orientação de <strong>aprendizagem para adultos</strong> x orientação para crianças, diz respeito ao quanto é importante para o adulto perceber a relevância daquilo que ele vai aprender para a sua vida. Seja pelo desejo ou pela necessidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes o adulto vem para a sala de aula um pouco resistente com relação com aquilo que ele vai encontrar e a responsabilidade do facilitador do processo de aprendizagem e da metodologia é mostrar que aquilo que vai ser apresentado para ele vai acrescentar uma camada de conhecimento na bagagem que ele já tem, sem desprezar tudo aquilo que o adulto construiu até o momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que a aprendizagem não acontece somente no ambiente formal. 10% do que aprendemos é em ambientes formais, 20% em um bate-papo e 70% aprendemos fazendo. Hoje falamos em “<em>l<a href="https://learningsg.com/e-possivel-aprender-algo-no-momento-da-aplicacao/">earning ability</a></em>”, que significa “como é que está a minha habilidade de aprendizagem nos dias de hoje, e talvez essa seja uma das competências mais essenciais. É preciso estar aberto para continuar aprendendo coisas novas a vida toda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceitar que precisamos aprender às vezes nos leva a pensar como estávamos fazendo algo até então. E precisar aprender não quer dizer que aquilo que se fazia antes, não é bom. Significa apenas que é preciso um novo <strong>conhecimento</strong>. Como <a href="https://learningsg.com/instrutor-mastera-primeira-formacao-de-instrutores-e-facilitadores-de-treinamento-no-pais-certificada-em-nivel-global/">facilitadora</a>, sinto muitas vezes a resistência de alguns adultos de aprender, até mesmo por uma dor emocional de perceber que aquilo que fazem, pode ser aprimorado. O segredo para seguirmos adiante quando isso acontece é separar a emoção do fato. O fato é, eu preciso aprender mais. A emoção só vai contribuir com o adulto se ela for impulsionadora, pois se ela for paralisante é preciso deixá-la de lado e analisar friamente aquilo que precisa ser aprendido, aceitando que nenhum de nós sabe tudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para finalizar esse artigo, vou repetir algo que defendo com unhas e dentes: é preciso SEMPRE colocar no centro do processo quem vai aprender. Assim, uma metodologia de aprendizagem se torna muito mais uma troca de experiência entre o <a href="https://learningsg.com/cursos/formacao-instrutor-master-ead/">instrutor</a> e o adulto onde se acrescenta coisas novas, ressignifica coisas antigas e permita então que ele perceba que aquilo que aprende tem aplicabilidade na vida real.</p>
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		<title>Como fica a volta às aulas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 14:23:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Competências]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem® Nunca tantos Países fecharam escolas e universidades ao mesmo tempo e pelo mesmo motivo, forçando instituições educacionais em todo o mundo a utilizar repentinamente ferramentas tecnológicas disponíveis há muito tempo para criar conteúdo e experiências de aprendizado remoto para estudantes. Acredite: isso [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem®</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nunca tantos Países fecharam escolas e universidades ao mesmo tempo e pelo mesmo motivo, forçando instituições educacionais em todo o mundo a utilizar repentinamente ferramentas tecnológicas disponíveis há muito tempo para criar conteúdo e <strong>experiências de aprendizado remoto </strong>para estudantes. Acredite: isso é um grande avanço para um dos setores mais resistentes a mudanças e a adoção de novas <strong>tecnologias</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando forem retomadas as <strong>aulas presenciais</strong>, sabemos que um protocolo com diversas medidas de segurança terá que ser seguido à risca. Terão menos alunos por sala e só atividades individuais, nada de trabalhos em grupo. Haverá rodízio entre estudantes em sala e em casa, com continuidade das atividades online. Opa, informação importante. O <strong>EAD</strong> continuará. Se até 2020 as salas de aula se pareciam com aquelas do começo do século 20, temos agora a possibilidade de mudar para sempre a noção que temos arraigada de que o aprendizado deve acontecer entre os muros de uma escola ou universidade, ampliando as possibilidades de novas <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">experiências de aprendizagem</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pós-pandemia, porém, irá perdurar todo o programa que tenha sido bem desenhado e que tenha escolhido o melhor recurso de tecnologia para proporcionar uma verdadeira experiência de aprendizagem. Os professores precisam levar atividades interessantes para que os alunos possam se empenhar em acompanhar a aprendizagem no sistema EAD. Na grande maioria das vezes, os professores quando usam a internet como “meio” para suas aulas, lecionam como se fossem o detentor do <strong><a href="https://learningsg.com/__trashed/">conhecimento</a></strong> e o aluno tivesse que ficar ali assistindo, paradinho, na frente do computador. Isso não pode acontecer. É preciso levar para as aulas justamente atividades que sejam mais aderentes com os meios que os alunos estão mais acostumados, até mesmo pelo entretenimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que isso seja possível, as escolas e universidades precisam urgentemente mudar o eixo da aprendizagem baseada em conteúdo e resolução de provas, com punição para quem dá as respostas erradas, para realmente ajudar estudantes a pensar por conta própria, desenvolvendo a capacidade de resolver problemas complexos e dando incentivos para aqueles que erram ao tentar. Afinal, esta é a melhor maneira de aprender. Lembrando que a resolução de problemas complexos é uma das competências e habilidades necessárias e mais requisitadas pelo mercado do século 21, como também <strong>inteligência emocional</strong>, flexibilidade cognitiva, dentre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo pesquisas, 70 ou até 85% dos alunos que estão no ensino médio hoje, trabalharão em atividades que ainda não foram criadas e concordo plenamente com isto. “Somos uma geração de transição, para uma nova geração de professores”. É o processo de <strong>reaprender para ensinar</strong>. É preciso explorar as atividades lúdicas, criativas e inovadoras para que os alunos saiam da zona de conforto, pensem de forma diferente o que fazem todos os dias e descubram e exploram novos caminhos e de forma disruptiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário também que o professor acredite na capacidade do aluno. Existe estudos que o aluno responde a expectativa que o professor tem sobre ele, isso mostra a importância da <strong><a href="https://learningsg.com/competencias-tecnicas-sao-importantes-mas-comportamentais-sao-essenciais/">habilidade socioemocionais</a></strong> como a <strong><a href="https://learningsg.com/o-poder-da-humanizacao-nos-negocios/">empatia</a></strong>, uma habilidade essencial além do conteúdo, para engajar o aluno para que ele seja protagonista da sua aprendizagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa gestão de pessoas, incentivo a capacitações de habilidades socioemocionais para professores, práticas pedagógicas que estimulem o aprendizado colaborativas, discussões e debates sobre os <strong>desafios da aprendizagem</strong>, auto avaliação e autorreflexão são atitudes que também esperamos de escolas que estão preocupadas em preparar a sua equipe para uma sala do “novo normal”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos finalizar dizendo que o mundo será dividido entre dois grupos: os watchers e os doers (os que farão e os que assistirão). Somos solicitados a criar cada vez mais, a sermos mais criativos, inovadores, assumindo cada vez mais o papel de protagonista sobre qualquer situação e não sermos mais simples telespectadores do nosso <strong>desenvolvimento</strong>. Cabe agora a reflexão, sobre como sermos verdadeiros protagonistas nos processos de aprendizagem, seja no ambiente acadêmico, corporativo e da aprendizagem como um todo. Como será o futuro? Está em nossas mãos mudar o caminho da aprendizagem para algo mais imersivo e relevante.</p>
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		<title>Segundo dia do Let&#8217;s Go Festival e o que aprendemos com o Des-Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 20:19:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá pessoal,&#160; Chegamos ao final do Let’s Go Festival! O segundo dia foi cheio de surpresas: logo no início do dia vi a palestra do jovem Davi Braga; é aquele garotinho que encantou e surpreendeu a todos nós quando surgiu nas redes sociais e em vários programas de TV, TEDx e Congressos, e com 13 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Olá pessoal,&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chegamos ao final do <strong><a href="https://www.letsgofestival.com.br" target="_blank" rel="noopener">Let’s Go Festival</a></strong>! O segundo dia foi cheio de surpresas: logo no início do dia vi a palestra do jovem <strong>Davi Braga</strong>; é aquele garotinho que encantou e surpreendeu a todos nós quando surgiu nas redes sociais e em vários programas de TV, TEDx e Congressos, e com 13 anos já tinha uma empresa, a <strong>List-It</strong>, se apresentando como um empreendedor. Hoje, no auge dos seus 18 anos, e cheio de experiência, veio falar para os congressistas sobre <strong>empreendedorismo para os jovens</strong>, alertando aos professores presentes para que não inibam as ações empreendedoras de seus alunos. Ele alertou: o estímulo aos jovens é mega importante para o crescimento e formação do caráter de um bom ser humano; reforçou a importância do apoio familiar, com regras, respeito e educação, mas com muito apoio e incentivo, e lembrou que &#8220;notas são importantes mas que não são as únicas coisas importantes da vida&#8221;, levando os professores a refletirem sobre o potencial de cada aluno e também como explorar esse potencial,&nbsp;formando seres humanos e não “só” bons alunos. A mensagem final de Davi Braga&nbsp;foi: <strong>“Quando não tiver nenhum desafio à frente, crie um&#8221;</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro palestrante interessante foi <strong>Lucas Mendonça,</strong> que falou sobre <strong><a href="https://learningsg.com/cursos/game-thinking-academy/">gamificação</a></strong> em aulas para engajar os alunos. Ele apresentou vários conceitos já conhecidos por nós, mas o que mais marcou foi o processo de <strong>feedback</strong>, um pouco diferente da forma que o utilizamos no <strong>mundo corporativo</strong>. Ele enfatizou que o feedback para os alunos deve ser mais claro e mais objetivo, quase que no mesmo momento em que se fizer necessário; também reforçou o <em>“perfil do jogador”</em>, para que os professores entendam o perfil de seus alunos e desenvolvam um game que atenda ao perfil do jogador/aluno.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro momento importante foi ouvir <strong>Josephine Nyiranzeyimara</strong>, de Ruanda. Ela apresentou o poder e a necessidade de investimento no <strong>Capital Humano</strong>, ou seja, o poder da educação dos jovens, para que o País conquiste seus objetivos no futuro; ou seja, estão preparando a nova geração de jovens para que reescrevam a história do País, quando forem adultos, e a educação é o pilar chave deste projeto audacioso. Mas não o único pilar: a <strong>tecnologia digital</strong>, infraestrutura e condições básicas são os outros pilares do projeto. O projeto não visa apenas a uma educação de qualidade, mas formar jovens empreendedores, pesquisadores incentivados a encontrarem soluções para a sua região, sua cidade e seu País e, quem sabe, para o mundo, quando forem maiores. A frase marcante de Josephine foi: “O professor é o defensor e o líder da transformação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo em seguida, tivemos outro palestrante internacional. Foi a vez do queniano <strong>Richard Turere</strong>, outro jovem de 18 anos, palestrante de TEDx, inventor e criador da Lion Lights, cujo slogan é Lights 4 Life. Sua história é bastante interessante por ser um jovem Maasai, onde a tradição é que os homens se tornem caçadores de animais. Bem, é aí que se inicia um grande problema ou uma grande transformação. Aos 9 anos de idade, ele já cuidava das cabras que sua família criava. Como moravam próximos de uma região onde havia vários leões, à noite os leões invadiam as terras povoadas para se alimentarem das cabras e das vacas do povoado; estes animais se tornavam presas fáceis para os leões. O Jovem Turere, com 9 anos, foi designado pelo seu pai a vigiar os animais no período da noite e ele, como toda criança, tinha uma mente &#8221; fértil&#8221; e também muito sono, então resolveu andar à noite com uma lanterninha, para os leões perceberem que alguém estava ali no pasto; também teve a ótima idéia de criar espantalhos, pois pensava que os leões poderiam se confundir e não atacariam as cabras. Sua grande ideia resistiu por uma semana e depois os leões voltaram a atacar o rebanho. Ele pensou que tinha que melhorar a sua ideia e resolveu acender tochas para ficar andando no pasto e isto funcionou melhor. Mas os leões atacavam outros rebanhos e os jovens de sua tribo saíam para caçar os leões como retaliação e também como parte do processo de se transformarem em guerreiros caçadores. Mas ele não queria ir, pois pensava que deveria ter outra forma de resolver o problema sem matar os leões, apesar de seus amigos acharem que ele tinha medo dos leões. Resumindo a história: percebendo que os leões não vinham para a sua área por conta das luzes, ele resolveu aprimorar o seu projeto e depois de um tempo de testes produziu luzes piscantes, alimentadas por placas solares. O projeto deu tão certo que outros habitantes do povoado quiseram as luzes: ele acabou instalando luzes em várias áreas, acabando com os ataques dos leões. Já estão há seis anos sem ataques! E hoje o projeto já está implantado em outros países como Zâmbia e Argentina, onde algumas regiões sofrem de ataques de animais selvagens em áreas de produtores rurais. Sua empresa já conta com 7 funcionários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bom, o que este segundo dia nos trouxe de aprendizado:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A importância do <strong>incentivo</strong> ao jovem para empreender e se tornar o que deseja ou oferece maior prazer;</li><li><strong>Respeito</strong>: respeito às diferenças, respeito à opinião e ideias dos outros;</li><li>Mesclar as <strong>metodologias</strong> e conceitos do mundo corporativo para o mundo acadêmico, respeitando suas características e particularidades;</li><li>Nem tudo o que se apresenta em congressos serve para todos (ouvi vários comentários de que &#8220;isto não dá para ser implantado na minha escola, não temos condições de fazer isto na escola, e outras declarações desta natureza);</li><li>Todo o poder da mudança está nas mãos do professor; não importa a condição financeira da escola, se o professor quiser, <strong>ele faz a diferença</strong>. Parece ser muita responsabilidade para o professor, mas ele tem, sim, grande responsabilidade no processo de transformação e na formação do ser humano.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">E o que aprendemos participando deste evento? Primeiramente, fiquei mega surpreso e feliz de ver um evento que apresentou muitas soluções e metodologias utilizadas no nosso mercado, sendo apresentadas para os professores de escolas públicas ou particulares. Fico feliz por isso mesmo sabendo que a realidade da educação do Brasil não está representada neste evento. Nosso caso é muito mais sério, mas não vou discutir esta situação e, sim, a <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">aprendizagem do mundo corporativo</a> e do acadêmico</strong>. Estamos falando dos mesmos conceitos, das mesmas metodologias. Pode ser que as escolas estejam um pouco atrasadas em alguns conceitos, mas estão falando, estão analisando&nbsp;e ja estão utilizando alguns importantes conceitos para transformar a educação das crianças e jovens no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante deste cenário, onde as escolas preparam melhor os nossos jovens, nosso trabalho como <strong><a href="https://learningsg.com/sobre-a-sg/">desenvolvedores de pessoas</a></strong>, exige que nos tornemos cada vez mais profissionais. Devemos nos desenvolver cada vez mais e as empresas contratantes devem exigir cada vez mais a participação de profissionais conhecedores e responsáveis para entregarem as soluções que lhes são solicitadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado não tem mais espaço para aventureiros. Nossa responsabilidade, quando estamos em sala, é muito séria, pois <strong>transformamos vidas</strong> e não simplesmente apresentamos um bom slide ou algum conteúdo lido em um livro; <strong>somos responsáveis por mudar o mundo por meio da educação</strong>, este é o nosso objetivo e falo isso em nome de várias empresas e profissionais amigos que pensam como nós da SG, são éticos e respeitadores, pesquisadores e amantes do desenvolvimento de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que tenham gostado desses resumos do <strong>Let’s Go Festival</strong> e, no ano que vem, quem se interessar em ir já pode se programar: o evento será nos dias 1º e 2 de setembro, em Curitiba-PR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abraços a todos vocês que dedicaram seu precioso tempo para ler este conteúdo e sempre que quiserem trocar experiências ou simplesmente bater um papo, basta nos chamar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a próxima.<br><em>Sergio Guerra<br>CEO da SG Aprendizagem Corporativa</em> Desenhada Sob Medida</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira os outros posts do nosso CEO, Sergio Guerra sobre o evento: <br>&#8211; <a href="https://learningsg.com/escolas-x-mundo-corporativo/">Escolas X Mundo Corporativo</a><br>&#8211; <a href="https://learningsg.com/impressoes-sobre-o-lets-go-festival-dia-1/">Impressões sobre o Let’s Go Festival – Dia 1</a></h4>
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			</item>
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		<title>Impressões sobre o Let&#8217;s Go Festival &#8211; Dia 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2019 22:43:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[por Sergio Guerra, CEO da SG Aprendizagem Corporativa Oi gente! Como sabem, estou acompanhando o (Des)Congresso Let&#8217;s Go Festival, que acontece nos dia 3 e 4 de setembro, em Curitiba (PR). Vou contar para vocês um pouco do que está acontecendo aqui e como é possível relacionar os insights e aprendizados de um evento totalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><em>por Sergio Guerra, CEO da SG Aprendizagem Corporativa</em></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Oi gente! Como sabem, estou acompanhando o (Des)Congresso <strong>Let&#8217;s Go Festival</strong>, que acontece nos dia 3 e 4 de setembro, em Curitiba (PR). Vou contar para vocês um pouco do que está acontecendo aqui e como é possível relacionar os <strong>insights</strong> e aprendizados de um evento totalmente voltado para a educação formal ou acadêmica com a área em que atuamos, a <strong>educação corporativa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bom, vou explicar o começo: por que estamos aqui. Ouvimos muito falar que <strong>70% ou até 85% dos alunos que estão no ensino médio hoje trabalharão em atividades que ainda não foram criadas</strong> e concordamos plenamente com isto. Diante disso, resolvemos vir para o evento e entender como as escolas e os <strong>professores/educadores</strong> estão pensando o futuro de nossos jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira relação entre o mundo educacional formal/acadêmico com o corporativo é a <strong>tecnologia</strong>. Quase todas as palestras que vi hoje apresentaram algo relacionado à tecnologia para auxiliar no processo de <strong>transferência de conhecimento</strong> e facilitando a <strong><a href="https://learningsg.com/sobre-a-sg/">aprendizagem</a></strong>. Mais: como esta tecnologia poderá auxiliar o professor e os alunos na sala de aula. Ouvimos sobre a internet das coisas, sobre os aplicativos, NASA, <strong><a href="https://learningsg.com/cursos/game-thinking-academy/">gamificação</a></strong>, várias situações que utilizamos no mundo corporativo, mas o que me chamou mais a atenção foi o chamado de que &#8220;somos uma geração de transição, para uma nova geração de professores&#8221;. E é exatamente o que estamos vivendo no mundo corporativo: o processo de reaprender para aprender. Hoje exploramos as atividades lúdicas, criativas e inovadoras para que os &#8220;alunos&#8221; saiam da zona de conforto, pensem de forma diferente o que fazem todos os dias, descobrindo novos caminhos para fazer as coisas, para explorar caminhos diferentes, descobrindo novos caminhos para criar de forma disruptiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo será dividido entre dois grupos: os <em>watchers</em> e os <em>doers</em> (os que farão e os que assistirão). Estamos falando de educação 5.0, mas isso está mais perto&nbsp;do que imaginamos. Somos solicitados a criar cada vez mais, a termos mais <strong>criatividade </strong>e sermos mais inovadores e cada vez mais realizadores, com mais e mais responsabilidades, assumindo cada vez mais o papel de <strong>protagonista</strong> sobre qualquer situação e não sermos mais simples espectadores de nosso <strong>desenvolvimento</strong> ou de nossas carreiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vi logo cedo a palestra de David Aguilar, que é um jovem que nasceu sem o antebraço direito devido a uma má formação genética, passando por vários problemas em sua infância, desde bullying até a falta de preparo de seus professores para lidar com ele, o que o transformou em um incansável pensador: como ele poderia fazer o que toda criança &#8220;normal&#8221; fazia? Isso o levou a fazer suas próprias próteses com peças de<a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-lego-aprenda-a-utilizar-o-lego-no-mundo-corporativo-new/"> </a><strong><a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-lego-aprenda-a-utilizar-o-lego-no-mundo-corporativo-new/">Lego</a></strong>, um grande exemplo de superação e inquietação com as condições dadas. Uma frase que marcou a sua palestra foi:&nbsp; &#8220;Somos diferentes e acredito que somos melhores porque tivemos e temos que ser mais forte do que qualquer pessoa &#8216;normal&#8217;, pois passamos por dificuldades que poucos passaram&#8221;. E onde o mundo corporativo é diferente do que vimos na palestra do David? Somos cobrados e preparados a superar desafios todos os dias, não é verdade?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para continuar a superação de desafios, acompanhei a palestra de Ika Fleury e Regina Oliveira, da Fundação Dorina Nowill, em que apresentaram o projeto BRASILEIRO do <strong>Lego Braille Bricks</strong>. Isto mesmo, gente:<strong> um projeto brasileiro, que são as peças do famoso Lego, em Braille, para crianças com deficiência visual aprender brincando</strong>. O mais interessante, e o link com a superação de obstáculos, é que a Lego não se interessou pelo projeto na sua primeira apresentação. Mas, como diz o ditado, &#8220;Sou brasileiro e não desisto nunca&#8221;. Eles conseguiram apresentar o projeto para o neto do fundador da Lego, que veio até o Brasil conhecer a Fundação e aprovou o projeto, que deve ter suas peças comercializadas em 2020 e com uma formação para capacitar os professores , realizada na própria Fundação .&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante, para encerrar o nosso dia, foi ver o incentivo aos &#8220;Espaços Makers&#8221;, onde o &#8220;colocar a mão na massa&#8221; ganha espaço no mundo acadêmico e no mundo corporativo. Isto não é novidade para nós: já utilizamos muitas oficinas de criação, co-criação e encontros que transferem conhecimento por meio de atividades lúdicas, criativas e inovadoras (e diga-se de passagem que estas <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">soluções</a> são especialidades da SG</strong>). Mas é bom ver esse tipo de ação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo o nosso dia, o que me deixou muito feliz é que em quase todas as palestras que vi, o aluno está no <strong>centro do processo</strong>, algo que conhecemos bem com o <strong><a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-trahentem-2/">Trahentem</a></strong>. O aluno deve ser estimulado e respeitado a todo momento e isto não é diferente do que fazemos com nossos participantes em nossas soluções corporativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bom, pessoal, este foi o resumo de hoje, espero que tenham gostado e fiquem de olho nas nossas redes sociais. Amanhã eu conto mais um pouco sobre o último dia do <strong><a href="https://www.letsgofestival.com.br" target="_blank" rel="noopener">Let&#8217;s Go Festival</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até mais!</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira os outros posts do nosso CEO, Sergio Guerra sobre o evento: <br>&#8211; <a href="https://learningsg.com/segundo-dia-do-lets-go-festival-e-o-que-aprendemos-com-o-des-congresso/">Segundo dia do Let’s Go Festival e o que aprendemos com o Des-Congresso</a><br>&#8211; <a href="https://learningsg.com/escolas-x-mundo-corporativo/">Escolas X Mundo Corporativo</a></h4>
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		<title>Por que trabalhar a andragogia em um processo de treinamento e desenvolvimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 13:17:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Qual conteúdo é atraente? Qual é o formato ideal para capacitar? Como é possível promover a motivação dos colaboradores? Estes são alguns dos questionamentos comuns ao longo de um processo de formação de treinamento e desenvolvimento. Neste cenário, a andragogia exerce o papel de uma forte aliada. Em grego andros quer dizer adulto enquanto que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Qual conteúdo é atraente? Qual é o formato ideal para capacitar? Como é possível promover a motivação dos colaboradores?</span></i><span style="font-weight: 400;"> Estes são alguns dos questionamentos comuns ao longo de um processo de formação de </span><b>treinamento e desenvolvimento</b><span style="font-weight: 400;">. Neste cenário, a </span><b>andragogia</b><span style="font-weight: 400;"> exerce o papel de uma forte aliada. Em grego </span><i><span style="font-weight: 400;">andros</span></i><span style="font-weight: 400;"> quer dizer adulto enquanto que </span><i><span style="font-weight: 400;">gogos</span></i><span style="font-weight: 400;"> é educar. Portanto, o termo significa </span><i><span style="font-weight: 400;">ensino para adultos</span></i><span style="font-weight: 400;">. A abordagem ganhou notoriedade na década de 70 com o norte-americano </span><i><span style="font-weight: 400;">Malcolm Knowles</span></i><span style="font-weight: 400;"> a partir do objetivo de alcançar uma aprendizagem efetiva capaz de desenvolver habilidades e promover conhecimentos. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata da relação da andragogia com a área de </span><b>T&amp;D</b><span style="font-weight: 400;">, a metodologia apresenta princípios de </span><b>engajamento</b><span style="font-weight: 400;"> de colaboradores com o conteúdo ministrado e a otimização do </span><b>ensino-aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;">, o que aumenta as chances de sucesso das metas estabelecidas pela empresa. Dessa forma, o </span><b>desempenho</b><span style="font-weight: 400;"> individual também melhora em conjunto com os demais participantes. Entre os pilares da prática que contribuem para essa realidade encontram-se as seguintes características:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>1 – Necessidade: </b><span style="font-weight: 400;">Por conta da rotina corrida, o adulto tem a necessidade de entender o motivo do aprendizado. É preciso esclarecer a importância da presença no treinamento para a sua carreira, pois o entendimento é o responsável pela </span><b>motivação</b><span style="font-weight: 400;"> (combustível número um nesses casos). A apresentação de </span><b>conteúdos relevantes</b><span style="font-weight: 400;"> também auxilia o processo de retenção da atenção do colaborador. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2 – Autonomia: </b><span style="font-weight: 400;">O adulto tem a ciência sobre a autonomia em sua vida. O pensamento reflete no reconhecimento da capacidade de independência nas tomadas de decisões e na autogestão. Portanto, é necessário respeitar a atitude autônoma no treinamento. Uma boa dica é trabalhar o </span><b>ensino à distância</b><span style="font-weight: 400;"> porque os aprendizados podem ser consumidos em qualquer hora e lugar tornando-se um fator motivacional. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>3 – Humildade: </b><span style="font-weight: 400;">Em um ensino de aprendizagem no formato da andragogia, há o confronto de experiência de dois adultos. Para lidar com essa situação o </span><b>designer instrucional</b><span style="font-weight: 400;"> deve agir como um </span><b>facilitador do processo</b><span style="font-weight: 400;"> e não alguém com uma única verdade. É preciso despir-se do ego, vestir-se de humildade e trocar informações com o aprendiz. A relação ideal é a horizontal, de </span><b>parceria e colaboração</b><span style="font-weight: 400;">. Neste pilar ajustes no conteúdo de aprendizado a partir de observações dos colaboradores são válidos. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>4 – Dinâmica: </b><span style="font-weight: 400;">O processo de treinamento e desenvolvimento para um adulto precisa ser recheado de dinâmicas. Os colaboradores têm mais facilidade em aprender em </span><i><span style="font-weight: 400;">ambientes informais, confortáveis, flexíveis</span></i><span style="font-weight: 400;"> e sem ameaças, pois o clima descontraído permite o relaxamento e por consequência a troca de informações. Sendo assim, o conceito trabalha por meio de </span><i><span style="font-weight: 400;">simulações, interatividades, testes e jogos</span></i><span style="font-weight: 400;">. Alguns exemplos utilizados na prática são </span><b>Storytelling</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://learningsg.com/gamification-diversao-otimiza-processo-de-design-de-aprendizagem-2/"><b>Gamification</b></a><span style="font-weight: 400;">. É importante não se esquecer da objetividade. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, é interessante trabalhar os resultados conquistados pela <strong>andragogia</strong> nos treinamentos e desenvolvimentos no dia a dia do colaborador. Este é um meio de fazer a manutenção dos conteúdos aprendidos. &nbsp;</span></p>
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