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	<title>Capitalismo Consciente &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>Capitalismo Consciente &#8211; SG</title>
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		<title>A importância do SER para a liderança</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 17:03:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No nível prático, a sociedade contemporânea parece estar sofrendo de uma deficiência simultaneamente crônica e aguda de valores sociais. Solidariedade, reciprocidade e confiança são termos fora de moda; os relacionamentos humanos hoje não são mais intimistas e calorosos, mas meros negócios marcados por impessoalidade e frieza, ou seja, as relações interpessoais morreram e deram lugar [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">No nível prático, a sociedade contemporânea parece estar sofrendo de uma deficiência simultaneamente crônica e aguda de valores sociais. <a href="https://learningsg.com/sg-presente/">Solidariedade</a>, reciprocidade e confiança são termos fora de moda; os relacionamentos humanos hoje não são mais intimistas e calorosos, mas meros negócios marcados por impessoalidade e frieza, ou seja, as relações interpessoais morreram e deram lugar às transações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro de uma organização, por exemplo, o líder tem um papel essencial em promover esses valores sociais. “Hoje, ao falarmos da liderança e <strong>desenvolvimento de pessoas</strong>, pensamos em líderes que sabem dialogar, ouvir, incluir. Pensamos primeiro em profissionais coerentes, éticos, íntegros e fiéis a seus valores, e depois pensamos em resultados. Mas, quando fazemos uma relação da liderança com o capitalismo moderno, nos parece que este fato é ignorado. Teoricamente, seu grande objetivo seria possibilitar a prosperidade coletiva, uma finalidade digna, porém não suficiente. Em uma sociedade ideal, cada indivíduo deve não apenas enriquecer, mas desabrochar, movido por um sentimento de apreço e pertencimento”, afirma Sérgio Guerra, CEO da SG Aprendizagem Corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mudar esse quadro, é necessário que a liderança tenha em mente que<strong> não basta somente acumular riquezas, o que importa mesmo é o legado que a liderança deixa na sociedade como um todo. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em primeiro lugar na lista de pilares do <a href="https://learningsg.com/nova-economia-uma-introducao-ao-capitalismo-consciente/">capitalismo consciente</a> encontra-se o “propósito maior” que refere-se ao motivo de existência da companhia. Em seguida, aparece a “cultura consciente” a fim de conectar<a href="https://learningsg.com/proposito-x-empreendimento/"> propósito</a>, stakeholders e processos a valores sociais &#8211; o que nos leva diretamente ao terceiro item. A “liderança consciente” trata-se de líderes responsáveis por seguir o propósito da marca e guiar os colaboradores nesta trajetória com a habilidade de gentileza. Por fim, está a “orientação para stakeholders” onde acontece a geração de valores a todas as partes interessadas no negócio. A SG de certa forma já vem se aliando há tempos com esse conceito mais humanizado. O &#8220;SER&#8221; é introduzido nas <a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">soluções de aprendizagem</a> que criamos, de forma leve, porém substancialmente profunda, usando metodologias e ferramentas, aliadas aos novos contextos organizacionais”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a liderança pode trabalhar para promover essa mudança?<br /></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ética &#8211;</strong> A moralidade está fundamentada na consciência de pertencer a uma comunidade, porém a <strong>economia</strong> de mercado encontra-se cada vez mais distante desse ideal. Hoje, ser funcionário de uma empresa não significa mais pertencer a uma comunidade, pois os líderes em geral priorizam o lucro em relação a todas as demais considerações morais. Assim, o indivíduo corre sempre o risco de ser despedido a toque de caixa se não alcançar os <strong>resultados</strong> financeiros desejados por seus supervisores, e para evitar tal destino parece tentadora e válida qualquer manobra, por mais antiética que seja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta área, portanto, o pior bloqueio que um líder precisa enfrentar é o fato de o negócio da maioria das empresas visar à criação de valor econômico, e não de valores éticos e sociais. Felizmente, porém, o jogo está virando: a exigência por mais <strong>transparência</strong> corporativa vem ganhando força, e as organizações terão suas propostas, prioridades, comprometimentos e atividades submetidos a uma intensa e crescente vistoria em âmbito internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, esse processo está sendo impulsionado pela emersão de novos e modernos sistemas de valor e de tecnologia da informação. Neste contexto, uma gama cada vez maior de diversos <a href="https://learningsg.com/principais-stakeholders-envolvidos-na-construcao-de-um-treinamento/">stakeholders</a> está demandando informações sobre a situação dos negócios e os possíveis cenários futuros, utilizando esses dados para comparar, fazer benchmarking e avaliar a natureza da atuação de diferentes corporações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Responsabilidade &#8211;</strong> Neste contexto, valores humanos e as próprias “regras do jogo” sociais serão redefinidos através da: “eficiência econômica voltada à igualdade social, dos direitos individuais para obrigações coletivas, do individualismo para comunidade, da quantidade para qualidade, da separação para a interdependência, da exclusão para a igualdade de oportunidade, do homem para a mulher, do luxo para a necessidade, da repressão para a liberdade, do hoje para o amanhã e do crescimento que beneficia poucos para um desenvolvimento humano que beneficie a todos.” A <strong>sustentabilidade</strong> – seja ela ambiental, social ou econômica &#8211; deve ser vista pelas empresas como uma oportunidade e não uma ameaça; é urgente o fim desse tipo de queda de braço, com um lado forçando para novos padrões e regras e o outro tentando derrubá-las.“O <a href="https://learningsg.com/mensurando-dados-em-td/">T&amp;D</a> tem uma grande importância no sentido de treinar esses profissionais para prepará-los para a mudança de padrão mental quanto ao legado <em>versus</em> o acúmulo de riqueza. Por meio de diferentes processos, são oferecidos novos conhecimentos, habilidades e atitudes, capazes de modificar hábitos e comportamentos. Dessa forma, os profissionais se tornam mais eficientes naquilo que fazem e no que verdadeiramente importa”, finaliza Sérgio Guerra.</p>
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		<title>É possível contribuir para o bem-estar da sociedade e ter uma empresa de sucesso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 14:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[SG Presente]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar em Capitalismo Consciente? O Capitalismo Consciente é uma nova abordagem para condução dos negócios que as melhores empresas do mundo estão adotando. Essas empresas são guiadas por um conjunto de valores que promove a prosperidade e a interligação de toda a cadeia de valor para atingir metas mais amplas de maneira [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Você já ouviu falar em <strong>Capitalismo Consciente</strong>? O Capitalismo Consciente é uma nova abordagem para condução dos negócios que as melhores empresas do mundo estão adotando. Essas empresas são guiadas por um conjunto de valores que promove a prosperidade e a interligação de toda a cadeia de valor para atingir metas mais amplas de maneira justa e equilibrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, no <a href="https://learningsg.com/nova-economia-uma-introducao-ao-capitalismo-consciente/">Capitalismo Consciente</a>, cria-se valores diferentes para todas as partes interessadas (ou <a href="https://learningsg.com/principais-stakeholders-envolvidos-na-construcao-de-um-treinamento/">stakeholders</a>) como financeiro, intelectual, físico, ecológico, social, cultural, emocional, ético e até mesmo espiritual. Os negócios não se restringem apenas à geração de lucro, renda e empregos, mas também a valores de bem-estar sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, as chamadas empresas conscientes foram idealizadas pelos estudiosos Raj Sisodia, Jaf Shereth e David Wolf na intenção de compreender os caminhos percorridos pelas marcas que conseguiam manter um alto nível de fidelização dos consumidores sem precisar realizar altos investimentos em Marketing &amp; Publicidade. Atualmente, o modelo de negócios concretizou-se em quatro princípios, que são:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Propósito elevado</strong>: fortes valores que vão além do lucro e que inspiram, envolvem e energizam o empresário, bem como os colaboradores e consumidores, que, engajados, confiam e até mesmo amam essas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cultura consciente</strong>: cultiva o amor e o cuidado e desenvolve uma relação de confiança entre os membros da equipe da empresa e seus investidores. Em algumas das empresas mais bem-sucedidas e amadas, a <a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/">cultura</a> consciente parece ser palpável, pois é baseada em confiança, integridade e transparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://learningsg.com/o-papel-da-lideranca-no-desenvolvimento-de-pessoas/">Liderança </a>consciente</strong>: o papel do líder consciente é servir ao propósito da organização para buscar o que há de melhor em seus colaboradores, promovendo transformações positivas e agregando valor para consumidores e investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Orientação para todos os envolvidos no negócio</strong>: empresas conscientes maximizam retornos para todos os envolvidos em seu negócio — colaboradores, consumidores, comunidade, governo e investidores — e entendem que, tendo todos envolvidos e engajados, é possível formar uma empresa forte, saudável e sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, estamos acostumados com a ideia de que a razão de ser das empresas é dar lucro aos acionistas. O Capitalismo Consciente serve para elevar a humanidade e gerar valor para todos os envolvidos, inclusive para a comunidade e para o meio ambiente. A prática melhora inclusive a autoestima das pessoas porque tem poder de inclusão e sentido de pertinência”, afirma Sérgio Guerra, CEO da SG Aprendizagem Corporativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O terceiro princípio: Liderança Consciente</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não adianta ter valores, princípios, stakeholders integrados se não houver líderes conscientes na empresa. No livro “Capitalismo Consciente”, John Mackey e Raj Sisodia trazem uma análise histórica da evolução das empresas. Para eles, no início, as empresas foram moldadas por características militares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta maneira, as organizações apresentavam lideranças pautadas em comandos e controles. Por conta disso, pessoas motivadas em exercer poder eram atraídas e contratadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores afirmam que o ambiente de negócios era similar a uma praça de guerra e o mito de que os melhores guerrilheiros dão líderes exemplares se disseminou em todas as organizações. A cultura de militarismo era tão presente que frases como “Engajar a Linha de Frente” ou “Capturar mercado”, que perduram até hoje, são resquícios deste tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, este tipo de liderança começou a desagradar acionistas, pois as empresas se tornavam sólidas de forma interna, mas não cresciam. Desta maneira, o estilo de liderança foi sendo alterado. Segundo John e Raj, deixou de ser “militarista” e passou a ser “mercenário”. Nesta nova fase, os líderes focavam no valuation e nos valores de ações das empresas, pois se tornariam mais atrativas aos investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Capitalismo Consciente traz, por sua vez, a ideia de que líderes conscientes devem ser motivados por servir ao <strong>propósito da empresa</strong>. Desta maneira, sua função é desenvolver <a href="https://learningsg.com/competencias-tecnicas-sao-importantes-mas-comportamentais-sao-essenciais/">habilidades</a> necessárias para engajar, motivar, inspirar e orientar toda sua equipe. O comportamento deste líder é norteado pelo exemplo e pela proposta de união dos stakeholders.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É perceptível que líderes conscientes deixam de lado as características de poder (militarismo) e o enriquecimento pessoal (mercenário) e se preocupam em construir um legado (propósito). Para conseguir transformar sua empresa ou criar uma empresa consciente, é preciso definir valores que a empresa acredita; trabalhar por um propósito maior que a empresa; definir todos os stakeholders e tratá-los da mesma maneira; integrar os stakeholders e buscar sempre uma solução Ganha-Ganha; ser um líder ou ser humano consciente, independentemente da posição que ocupa&nbsp; hoje; e saber que a cultura atua de forma inconsciente, mas impacta nos resultados. Por isso, trabalhe para implementar uma cultura consciente na sua empresa”, finaliza Sérgio Guerra.</p>
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