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	<title>Soluções customizadas &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>Soluções customizadas &#8211; SG</title>
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		<title>Mensurando dados em T&#038;D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Se os objetivos de aprendizagem apontam para os resultados do negócio, a missão do Treinamento &#38; Desenvolvimento está cumprida. Isso já sabemos. Porém, uma das grandes dificuldades das empresas está em avaliar os resultados desses treinamentos. Seria fantástico se todo mundo pudesse usar uma varinha de condão e todos os números aparecessem sobre a mesa [&#8230;]]]></description>
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<p>Se os <strong>objetivos de aprendizagem</strong> apontam para os resultados do negócio, a missão do <strong>Treinamento &amp; Desenvolvimento</strong> está cumprida. Isso já sabemos.</p>



<p>Porém, uma das grandes dificuldades das empresas está em <strong>avaliar</strong> os resultados desses treinamentos. Seria fantástico se todo mundo pudesse usar uma varinha de condão e todos os números aparecessem sobre a mesa como num passe de mágica.</p>



<p>E é de suma importância <strong>mensurar dados</strong> no <strong>Treinamento &amp; Desenvolvimento</strong>. Só assim é possível entender se o <strong>treinamento</strong> foi bem-sucedido, especialmente quando se trata da <strong>tangibilização dos comportamentos</strong>, que vão impactar positivamente a performance do indivíduo. Neste post vamos dar algumas dicas de como mensurar os <strong>resultados em T&amp;D</strong>. Confira!</p>



<p><strong>Adesão &#8211;</strong> A taxa de adesão é útil para avaliar o <strong>interesse</strong> o público-alvo pelo assunto e, também, a eficiência ou não da divulgação de um <strong>treinamento</strong>. A fórmula é muito simples: se para um treinamento esperava-se um total de 30 pessoas, mas apenas 15 marcaram presença, a taxa de adesão foi de 50%. Lembrando que a adesão não é um bom indicador quando se pretende avaliar se os participantes assimilaram ou não as informações. Afinal, presença em sala de aula não significa <strong>aprendizado</strong>.</p>



<p><strong>Abandono &#8211; </strong>Se 30 pessoas começaram um <strong>treinamento</strong> e menos da metade se manteve até o final, isso não é nada bom. O número indica que certamente ocorreu um <strong>problema</strong> em alguma etapa do <strong>processo</strong>.<strong> </strong>Mas o que aconteceu?<strong> </strong>O conteúdo pode ter sido fácil demais ou extremamente difícil para os participantes;<strong> </strong>a metodologia talvez tenha sido equivocada;<strong> </strong>as pessoas perceberam incoerência entre promessa e <strong>entrega</strong>.</p>



<p><strong>Reação dos participantes &#8211;</strong> Esse é um indicativo interessante, desde que haja sinceridade por parte dos participantes, ao avaliarem o <strong>treinamento</strong>.<strong> </strong>Assim, é importante deixar claro que todos eles são livres para opinar e que isso não lhes causará nenhum inconveniente ou retaliação. Outra dica é aplicar a <strong>avaliação</strong> alguns dias após o treinamento, para evitar as emoções do momento e obter um resultado mais próximo do real.</p>



<p><strong>Média da avaliação &#8211; </strong>Essa é uma avaliação para medir se o aluno aprendeu alguma coisa. É o segundo indicador de <strong>treinamento</strong> mais aplicado nas empresas brasileiras (em 28% dos treinamentos).<strong> </strong>A média da <strong>avaliação</strong> é realizada por meio de uma prova ou um teste e, em alguns casos, a empresa exige uma média mínima para ser aprovado e receber o certificado.</p>



<p><strong>Aproveitamento individual &#8211; </strong>A lógica aqui é avaliar quantos funcionários, após o treinamento, desenvolveram novas <strong>competências</strong> e habilidades e deram uma guinada na carreira, ocupando novos postos, por exemplo. Ou seja, a empresa quer saber se o funcionário aplicou o <strong>conhecimento</strong>.<strong> </strong>Essa avaliação pode ser feita, também, por meio da comparação do índice de produtividade individual.</p>



<p><strong>Multiplicadores internos &#8211; </strong>Entre os exemplos de indicadores de <strong>treinamento</strong>, destaca-se esse método que mede a evolução na taxa de <strong>multiplicadores</strong> na empresa. São os profissionais que se sentem estimulados em compartilhar com os colegas o conhecimento dentro da empresa.<strong> </strong>Esse é um resultado interessante para algumas organizações, uma vez que, a difusão do conhecimento internamente reduz os custos com treinamentos.</p>



<p><strong>Comportamento &#8211;</strong> Esse é um dos exemplos de <strong>indicadores</strong> de treinamento que foca no comportamento dos funcionários. É o caso de um grupo de lideranças que participa de um curso sobre gestão de pessoas e, algum tempo depois, a empresa compara as <strong>avaliações</strong> dos empregados sobre eles (na Pesquisa de Clima, por exemplo), antes e depois do <strong>treinamento</strong>.<strong> </strong>O objetivo é checar se houve alguma evolução no <strong>comportamento</strong> individual dos líderes.</p>



<p><strong>Custo per capita &#8211;</strong> Geralmente a empresa quer saber quanto está investindo em <strong>treinamento</strong> e desenvolvimento por cada funcionário.<strong> </strong>Nesse caso, pode-se escolher somar apenas os custos diretos (palestrantes, equipamentos etc.) ou incluir também todas as despesas indiretas (horas paradas do funcionário, por exemplo).<strong> </strong>A fórmula para calcular o custo per capita de treinamento é a seguinte: valor total investido em treinamento / total de profissionais participantes x 100.</p>



<p><strong>Retorno sobre o Investimento &#8211; </strong>Ao calcular o <strong>Retorno sobre Investimento</strong> (ROI) sobre o valor aplicado em treinamentos, a empresa está avaliando se as suas ações trouxeram bons resultados financeiros. O<strong> ROI</strong> é calculado dividindo-se os resultados obtidos com o treinamento (como uma redução de custo que a empresa obteve ou um incremento nas vendas) pelo custo do treinamento.<strong> </strong>Para medir o ROI de um <strong>treinamento</strong>, deve-se incluir todas as despesas (palestrantes, horas de trabalho parado dos colaboradores, custos com aluguel de sala/alimentação, equipamentos etc.) e observar a variação dos resultados da empresa antes e após a aplicação do treinamento.Para Flora Alves, CLO da SG Aprendizagem Corporativa, mensurar o progresso e os resultados de um <strong>programa de T&amp;D</strong> por meio de indicadores de treinamento e desempenho é essencial para avaliar a evolução dos colaboradores, entender o que possui mais ou menos eficiência em todo o contexto e comprovar a <strong>efetividade </strong>de um planejamento de <strong>educação corporativa</strong> na prática.<strong> “</strong>Para que os indicadores de treinamento e desempenho tenham seu uso justificado e ofereçam informações concretas, é importante basear-se sempre em dados tangíveis, que representem a realidade da situação da maneira mais precisa possível”. </p>
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		<title>Inove na empresa com o Design Thinking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2018 14:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Abordagem]]></category>
		<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[Inovação. Este é o princípio que rege o conceito de Design Thinking. Voltada para pequenas, médias e grandes empresas a abordagem tem a finalidade de solucionar desafios de forma coletiva e colaborativa com a pessoa no centro dos processos. De maneira geral, trata-se de uma tentativa de mesclar a cultura organizacional, a visão e as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Inovação</b><span style="font-weight: 400;">. Este é o princípio que rege o conceito de </span><b>Design Thinking</b><span style="font-weight: 400;">. Voltada para </span><b>pequenas, médias e grandes empresas</b><span style="font-weight: 400;"> a abordagem tem a finalidade de solucionar desafios de forma coletiva e colaborativa com a pessoa no centro dos </span><b>processos</b><span style="font-weight: 400;">. De maneira geral, trata-se de uma tentativa de mesclar a cultura organizacional, a visão e as atividades presentes no cotidiano dos colaboradores para conseguir identificar as barreiras da companhia, e, por consequência, traçar uma solução completa dos problemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo final da </span><b>abordagem</b><span style="font-weight: 400;"> é gerar uma satisfação de todos os envolvidos com a organização. Ou seja, os clientes internos e externos. A primeira etapa para alcançar essa meta é enxergar com clareza onde encontrar oportunidades de </span><b>inovação</b><span style="font-weight: 400;">. Portanto, é necessário ter um conhecimento sobre si mesmo e do mercado que a </span><b>empresa</b><span style="font-weight: 400;"> está inserida. É importante ter em mente as condições macroeconômicas e tanto os pontos fortes como os fracos da concorrência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, é preciso descobrir a oportunidade de </span><b>inovação</b><span style="font-weight: 400;">. Pesquisas qualitativas são de grande auxílio no momento de enxergar a chance que o </span><b>mercado</b><span style="font-weight: 400;"> traz ao seu </span><b>negócio</b><span style="font-weight: 400;">. A partir desta observação, o próximo passo é desenvolver a </span><b>oportunidade</b><span style="font-weight: 400;"> de </span><b>inovação</b><span style="font-weight: 400;">, sendo ela um produto ou serviço. Você deve esquecer as análises estatísticas comuns no mercado e focar em se basear nas necessidades do </span><b>cliente</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, é o momento de testar as ideias desenvolvidas nos processos de </span><b>Design Thinking</b><span style="font-weight: 400;"> por meio de protótipos. Após entrar em contato com uma receptividade positiva, a </span><b>solução</b><span style="font-weight: 400;"> precisa ser implantada para colher bons frutos!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mais informações a respeito do conceito, entre em contato com a gente! 🙂</span></p>
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		<title>Redefinindo o conceito de treinamento customizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2017 13:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Design Instrucional]]></category>
		<category><![CDATA[Soluções]]></category>
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					<description><![CDATA[Por muito tempo, acreditou-se que todo e qualquer desafio relacionado a treinamento corporativo poderia ser superado com um bom diagnóstico, seguido de uma criteriosa escolha da metodologia a ser utilizada e algum grau de flexibilidade durante a aplicação em si. Medir o retorno da ação não era uma prioridade, mas os profissionais de RH mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Por muito tempo, acreditou-se que todo e qualquer desafio relacionado a treinamento corporativo poderia ser superado com um bom diagnóstico, seguido de uma criteriosa escolha da metodologia a ser utilizada e algum grau de flexibilidade durante a aplicação em si. Medir o retorno da ação não era uma prioridade, mas os profissionais de RH mais alinhados com os resultados e estratégia da organização, passaram a levar muito a sério essa tarefa, com graus de sucesso variados, mas, de alguma forma, bem embasados. Afinal, “se você não consegue medir, não consegue melhorar” ensinou o mestre Peter Drucker.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob um olhar pragmático, não há nada de realmente errado com a trilha descrita no parágrafo anterior. Diagnosticar, planejar, aplicar e medir segue sendo uma cartilha interessante quando o assunto é Desenvolvimento Humano. O problema é que os bons resultados alcançados anos atrás com determinada abordagem de treinamento tendem a não se repetir com o mesmo vigor nos dias atuais. Quer saber por quê?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta não é tão simples, mas alguns estudos e análises feitos pelos profissionais da SG Aprendizagem Corporativa, empresa que oferece treinamentos customizados e cursos de formação para profissionais de RH e T&amp;D, ajudam a elucidar a questão: ainda que essencialmente os objetivos de determinado treinamento corporativo sejam os mesmos (assim como o treinamento em si, em muitos casos), a forma com que as pessoas consomem e apreendem conteúdos diversos mudou muito na última década. Sim, a internet, os smartphones, os milhões de vídeos postados diariamente nas redes sociais têm muito a ver com isso.</span></p>
<p><b>Desenhando as soluções</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a maneira com que conhecimentos e habilidades devem ser transmitidos mudou, é natural que o chamado Design Instrucional (DI) busque refletir tais mudanças, priorizando abordagens mais orgânicas e próximas do dia a dia de seu público-alvo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a SG, essa remodelação do processo de treinamento passa por seis etapas distintas e começa ainda antes do desenho do treinamento em si:</span></p>
<ol>
<li><b> Definição:</b><span style="font-weight: 400;"> é estabelecido o que se espera do treinamento, os resultados almejados, como será feita a avaliação e a base para o DI.</span></li>
<li><b> Arquitetura:</b><span style="font-weight: 400;"> a andragogia posiciona o participante no centro do processo de design e a solução é centrada na maneira como ele aprende e performa o seu trabalho.</span></li>
<li><b> Aprendizado:</b><span style="font-weight: 400;"> é a intervenção em si, seja em formato presencial, EAD (Ensino a Distância) ou mista.</span></li>
<li><b> Transferência: </b><span style="font-weight: 400;">a equipe da SG lança mão de recursos adicionais que visam à facilitação da absorção do conteúdo e ao incremento da performance como um todo. Ações pós-treinamentos, vídeos, jobs aids dão o tom aqui. </span><span style="font-weight: 400;">É também aqui que entram as ações focadas no entorno desse colaborador e na liderança que deverá dar apoio ao processo de transferência.</span></li>
<li><b> Acompanhamento:</b><span style="font-weight: 400;"> é nesta etapa que os profissionais da SG asseguram a eficácia do treinamento, fazendo uso de sessões de coaching, mentoring, aplicativos gamificados e acompanhamento em campo.</span></li>
<li><b> Análise:</b><span style="font-weight: 400;"> aqui é feita a avaliação dos resultados alcançados, documentação e ajustes necessários nos processos corporativos.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa preocupação com a forma com que os treinamentos devem ser desenhados e ministrados é essencial para que o foco do treinamento não seja apenas nos resultados de curto prazo, mas também, e principalmente, na sustentabilidade dos programas de desenvolvimento e, por consequência, do negócio em si.</span></p>
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