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	<title>soft skills &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>soft skills &#8211; SG</title>
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		<title>Chegou a hora de levar sua empresa &#8211; e as pessoas &#8211; para o futuro</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 18:19:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O conceito de “futuro” está, muitas vezes, alinhado a algo que ainda está distante. Quem assistiu o segundo filme da trilogia De Volta Para o Futuro (Back to the Future Part II), por exemplo, notou o quanto os realizadores da icônica obra esperavam, em 2015, um mundo completamente diferente da década de 80, especialmente por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O conceito de “futuro” está, muitas vezes, alinhado a algo que ainda está distante. Quem assistiu o segundo filme da trilogia De Volta Para o Futuro (</span><i><span style="font-weight: 400;">Back to the Future Part II</span></i><span style="font-weight: 400;">), por exemplo, notou o quanto os realizadores da icônica obra esperavam, em 2015, um mundo completamente diferente da década de 80, especialmente por conta do </span><i><span style="font-weight: 400;">upgrade</span></i><span style="font-weight: 400;"> tecnológico &#8211; e vale dizer que eles mais acertaram do que erraram em suas previsões, trazendo a tona biometria, casa inteligente, tela plana e até mesmo os carros voadores que, embora não tenham preenchidos nossos céus há seis anos, ao menos já estão com protótipos em desenvolvimento. Porém, enquanto na ficção há um “tempo de espera” de quase 30 anos entre a realidade da época e o futuro desenhado, quando falamos em mercado de trabalho, o intervalo é consideravelmente menor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a isso, é indiscutível que as companhias não podem mais esperar para tornar o seu presente mais próximo de um futuro que já bate à porta. Para isso, é necessário planejamento e investimento assertivo no desenvolvimento de pessoas. Além disso, há desafios que deverão ser superados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com uma pesquisa realizada pelo LinkedIn, as </span><a href="https://learningsg.com/competencias-tecnicas-sao-importantes-mas-comportamentais-sao-essenciais"><i><span style="font-weight: 400;">soft skills</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> já caíram nas graças da Geração Z, que entende sua importância, e portanto tem preocupações. 72% desses jovens sentem que a pandemia prejudicou o aprendizado de tais habilidades. Para eles, aliás, a distância ou de volta para o escritório, </span><b>comunicação</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>inteligência emocional</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>aprendizado contínuo</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>capacidade de resolução de problemas</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>adaptabilidade</b><span style="font-weight: 400;"> são competências que não podem mais deixar de serem trabalhadas.</span></p>
<h2><b>As habilidades do século XXI</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora os profissionais competitivos tenham a noção de que a aprendizagem contínua é necessária e poderosa, é sempre importante se questionar sobre quais </span><i><span style="font-weight: 400;">skills</span></i><span style="font-weight: 400;"> devem ser priorizadas. Em seu blog, a ATD traz a lista de habilidades mais importantes para o século XXI listadas pela The Conference Board. São elas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pensamento globalizado e alta compreensão de negócios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Habilidade de </span><a href="https://www.brittandreatta.com/training/training-programs/change-quest-model/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">encontrar propósito em meio a mudanças organizacionais</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Habilidade de se adaptar a diversas situações (de olho nesse assunto a </span><b>SG está com uma parceria especial com Britt Andreatta</b><span style="font-weight: 400;">, especialista em neurociência e psicologia, PhD em educação e liderança organizacional e autora internacional de inúmeros livros sobre o assunto, </span><b>para trazer uma formação digital sobre Gestão da Mudança. Aguardem novidades incríveis sobre isso!) </b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Autodirecionamento para mapear sua própria aprendizagem (</span><b>vale ressaltar, inclusive, que a #EscolaVivaSG conta com uma novidade que é o </b><a href="https://learningsg.com/escola-viva-sg/aprendizagem-autodirigida"><b>curso de aprendizagem autodirigida</b></a><b>, voltado a tornar experiência de autoaprendizagem mais completas, aproveitáveis e bem direcionadas</b><span style="font-weight: 400;">);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://learningsg.com/50-e-tempo-de-pensar-no-futuro-da-carreira-nao-no-final"><span style="font-weight: 400;">Lifelong Learning</span></a><span style="font-weight: 400;">: aprendizagem motivada pela curiosidade, pela paixão e ao longo de toda a vida;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Habilidade para extrair propósito em ambientes que requerem autoconsciência, pensamento adaptativo (ter respostas para situações inesperadas) e </span><i><span style="font-weight: 400;">mindset </span></i><span style="font-weight: 400;">de </span><i><span style="font-weight: 400;">design</span></i><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Trabalho em equipe &#8211; um ambiente de trabalho colaborativo e engajador é positivo para influenciar pessoas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agilidade e resiliência para tomar decisões e resolver problemas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mentalidade positiva e de crescimento &#8211; encarar desafios como oportunidades;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A capacidade de ser polivalente.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para atrair, reter e desenvolver pessoas, o futuro nunca esteve tão presente. É hora das empresas reverem conceitos, se prepararem para as mudanças e assumirem uma postura competitiva. E para tornar a jornada mais fácil, a SG tem soluções sempre prontas para revolucionar a aprendizagem.</span></p>
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		<title>Soft Skills são o centro das atenções, mas e as Hard Skills?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 19:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Competências]]></category>
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					<description><![CDATA[Com certeza você já ouviu falar em Hard Skills (competências técnicas), que são as competências necessárias para lidar com atividades específicas de cada trabalho; e Soft Skills (competências socioemocionais), que são as habilidades ligadas ao comportamento e à personalidade dos profissionais. E diante de todas as mudanças que a pandemia do novo coronavírus trouxe para [&#8230;]]]></description>
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<p>Com certeza você já ouviu falar em <strong>Hard Skills</strong> (competências técnicas), que são as <strong><a href="https://learningsg.com/competencias-tecnicas-sao-importantes-mas-comportamentais-sao-essenciais/">competências</a></strong> necessárias para lidar com atividades específicas de cada trabalho; e <strong>Soft Skills</strong> (competências socioemocionais), que são as habilidades ligadas ao comportamento e à personalidade dos profissionais.</p>



<p>E diante de todas as mudanças que a pandemia do novo coronavírus trouxe para o panorama do mercado de trabalho, os profissionais se viram obrigados a mudarem juntos, adquirindo mais conhecimentos, <strong>habilidades</strong> técnicas e novas competências comportamentais.</p>



<p>Nesse contexto, as Soft Skills se tornaram o centro das atenções. De acordo com a Forbes, existem seis <a href="https://learningsg.com/como-desenhar-um-treinamento-para-desenvolver-soft-skills-e-hard-skills/">Soft Skills</a> altamente procuradas no mercado atualmente. São elas: <em>comunicação assertiva, pensamento criativo, resiliência, empatia, liderança e ética no trabalho</em>. Sim, o aprimoramento das Soft Skills é fundamental nos dias de hoje para conquistar uma <strong>carreira</strong> profissional saudável e reconhecida, mas engana-se quem pensa que as hard skills não são mais importantes. É importante frisar que Soft Skills e Hard Skills não são contrárias umas às outras, elas se complementam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como desenvolver as Hard Skills?</strong></h2>



<p>Aprenda! O ponto central em relação às <strong>Hard Skills</strong> é que elas são habilidades que podem ser aprendidas de alguma forma. Tendo isso em vista, procure aprender constantemente. Também é importante compreender que cada pessoa aprende de uma determinada maneira, logo, deve-se buscar a melhor forma de adquirir conhecimento. Uma boa dica é tentar aperfeiçoar, junto com essa Hard Skill, a Soft Skill de aprender a aprender. Ela te ajudará a passar por esse estágio de forma mais rápida e fácil.</p>



<p>Atualize-se! Depois de pegar seu diploma ou certificado, não cometa o erro de acreditar que já sabe tudo que poderia ser aprendido. Primeiro que isso seria impossível, já que sempre haverá algo novo a se aprender independentemente do assunto, e segundo que os conhecimentos se atualizam. Ser uma pessoa sempre atenta e manter o hábito de se atualizar em relação às novidades referentes aos assuntos que te interessam é sempre uma boa escolha e vai garantir que você nunca fique para trás.</p>



<p>Invista em áreas diversas! Quando focamos em determinado assunto, acreditamos que quanto mais específico for o nosso conhecimento, mais saberemos sobre. Esse é um erro muito comum. Profissionais tendem a querer ser os melhores em suas áreas de conhecimento, mas quando alguém questiona sobre outro assunto de outra área, é comum que travem e não saibam responder. Cada vez mais empresas procuram por profissionais que sejam transdisciplinares, ou seja, que tenham domínio em mais de uma área de conhecimento.</p>
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		<title>Como desenhar um treinamento para desenvolver soft skills e hard skills</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2019 14:35:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito se discute no mundo corporativo sobre as competências essenciais para um bom colaborador e atualmente os profissionais de RH e T&#38;D sempre buscam por dois grupos de habilidades para desenvolver: soft skills e hard skills. As soft skills são habilidades sócio comportamentais do profissional. Estão associadas às suas habilidades mentais e a capacidade de [&#8230;]]]></description>
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<p>Muito se discute no mundo corporativo sobre as <strong><a href="http://designdeaprendizagem.com.br/2019/06/05/afinal-o-que-e-competencia-e-quais-serao-as-mais-requisitadas-ate-2022/" target="_blank" rel="noopener">competências</a></strong> essenciais para um bom colaborador e atualmente os profissionais de RH e T&amp;D sempre buscam por dois grupos de <strong>habilidades </strong>para desenvolver: <strong>soft skills e hard skills</strong>.</p>



<p>As <strong>soft skills</strong> são <strong><a href="http://designdeaprendizagem.com.br/2019/06/05/afinal-o-que-e-competencia-e-quais-serao-as-mais-requisitadas-ate-2022/" target="_blank" rel="noopener">habilidades</a> sócio comportamentais</strong> do profissional. Estão associadas às suas<strong> habilidades mentais</strong> e a capacidade de lidar com <strong>emoções</strong> (<strong>Inteligência Emocional</strong> – QE). Elas são mais difíceis de serem ensinadas e de serem medidas, por se tratarem do resultado de tudo o que o indivíduo vivenciou em seu meio psicossocial e podem estar mais ligadas a capacidade inata das pessoas. Alguns exemplos de <strong>soft skills</strong> que são apreciados no mercado em geral são <em>comunicação interpessoal, persuasão, proatividade, resiliência, resolução de conflitos, liderança, confiança, criatividade, comunicação e organização</em>. Já as <strong>hard skills</strong> são <strong>competências</strong> que podem ser aprendidas e facilmente quantificadas, elas são tangíveis. Se aprende hard skills na sala de aula, com livros, apostilas, até mesmo em treinamentos no trabalho sobre como operar uma máquina ou como realizar a confecção de uma planilha.&nbsp;</p>



<p>É fato que tanto as <strong>hard skills </strong>quanto as <strong>soft skills</strong> podem ser desenvolvidas. Cabe ao departamento de <strong>Recursos Humanos</strong> da empresa adotar práticas com o objetivo de construir e fortalecer as aptidões técnicas e sociais, e diante deste cenário, a área de <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">Treinamento &amp; Desenvolvimento</a></strong> tem a chance de contribuir estrategicamente no desenvolvimento dos colaboradores. Confira algumas dicas para desenhar um treinamento com este foco:</p>



<p><strong>Planejamento e mapeando habilidades: </strong>Para desenvolver hard skills e soft skills é preciso planejamento. É necessário analisar quais são as <strong>competências técnicas e pessoais </strong>que são necessárias em cada cargo na empresa. Isso deve levar em consideração as <strong>habilidades</strong> exigidas para cumprir as tarefas, o relacionamento interno e até mesmo a cultura organizacional. Alguns exemplos de hard e soft skills neste caso são: <em>domínio de língua estrangeira; saber trabalhar em equipe e lidar com a diversidade; flexibilidade; </em>habilidade com determinado software adotado na empresa &#8211; todas essas habilidades são necessárias dependendo do perfil da companhia. Esse mapeamento ajudará a definir o programa de aulas, seu conteúdo e a melhor abordagem para se comunicar com o público em questão. Analisar o <strong><a href="http://designdeaprendizagem.com.br/2019/06/12/contexto-organizacional-o-que-isto-significa/" target="_blank" rel="noopener">contexto organizacional</a></strong> é igualmente importante nessa fase como que resultados a organização precisa atingir.</p>



<p><strong>Posicione a iniciativa:</strong> começar a trabalhar com o <strong>desenvolvimento de soft skills</strong>, por exemplo, traz uma <strong>mudança interna</strong>. Neste caso, transformações têm receptividades diferentes entre as pessoas. Então, é fundamental esclarecer na organização a importância da iniciativa, mapear as <strong>competências emocionais</strong> dos funcionários que estão ausentes e reconhecê-las junto a eles a fim de alinhá-los a mudança. Entretanto, ainda terão aqueles indispostos a participar do projeto. A dica é não se preocupar porque ao perceberem os benefícios que o treinamento trouxe aos colegas, tendem a mudar de opinião.&nbsp;</p>



<p><strong>Conheça o perfil do funcionário:</strong> entrar em contato com os <strong>hábitos</strong> de uma pessoa requer tempo, porém, hoje há softwares que mapeiam o perfil comportamental com uma grande margem de acerto. Uma sugestão é implementá-los nos <strong>treinamentos</strong> para saber quais <strong>competências</strong> devem ser estimuladas. Testes também podem ser aplicados para mapearem as experiências técnicas.</p>



<p><strong>Incentive a prática:</strong> uma das maiores dificuldades de uma pessoa é adaptar-se ou abrir mão de valores e características adquiridas ao longo de sua trajetória. Portanto, incentive <strong>ações práticas</strong> em grupo que explorem as habilidades que deseja ensinar. Este local <strong>colaborativo</strong> também deixará os aprendizes mais à vontade para a troca de informações. E, lembre-se: afaste os julgamentos, pois é um hábito que inibe a <strong>criatividade</strong>.&nbsp;</p>



<p><strong>Mantenha a motivação:</strong> ao longo do desenvolvimento das soft skills e hard skills é importante manter a equipe motivada. Dessa maneira, propagar o pensamento de que as habilidades emocionais e técnicas beneficiam tanto o lado profissional como o pessoal ajuda no engajamento.</p>



<p><strong>Dê asas para os colaboradores voarem:</strong> é possível que o engajamento cresça a ponto dos funcionários terem o interesse em serem mais ativos na empresa. Portanto, dê asas para eles voarem como, por exemplo, abrir espaços para a apresentação de novas ideias. Essa atitude melhora a relação entre os colaboradores e gestores, o que estimula o desenvolvimento das soft skills (principalmente as de autonomia, união e liderança). Nos momentos críticos, a independência também é útil porque eles podem se reunir para pensar em soluções.&nbsp;</p>



<p><strong>Analise os resultados:</strong> para ter uma mudança efetiva é necessário <strong>mensurar</strong> os resultados. Existem muitas ferramentas para auxiliar nesta atividade, mas, medir em números simplifica o processo. Ou seja, defina <strong>metas</strong> de desempenho com base em comportamentos e as pontue. Não se esqueça de manter uma regularidade no <strong>feedback</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desenho o treinamento em si</strong></h2>



<p>Para desenhar qualquer treinamento, é preciso contar com a ajuda de uma ferramenta para auxiliar tanto no acompanhamento quanto no desenvolvimento de ações de uma equipe. Hoje o mercado conta com inúmeras soluções, como o <a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-trahentem-2/"><strong>Trahentem®</strong></a> que coloca o ser humano no centro do processo de aprendizagem e associa às estratégias da empresa com o desempenho desejado do colaborador. “O mundo mudou, os aprendizes mudaram. Não é mais tempo de design instrucional, é hora de criarmos um design de aprendizagem que facilite o processo, seja apetitoso, divertido e funcione.” finaliza <strong>Flora Alves</strong>, CLO da SG Aprendizagem Corporativa Sob Medida.</p>



<p>Gostaria de falar com um dos especialistas da SG Aprendizagem Corporativa? Entre em contato <a href="https://learningsg.com/contato/">aqui</a>!</p>
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		<title>Elas no comando: por que abrir as portas da empresa para a liderança feminina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 17:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar do esforço em alcançar direitos iguais na sociedade ser de longa data, a luta das mulheres continua &#8211; inclusive, no ambiente corporativo onde embora as habilidades profissionais estejam relacionadas estritamente aos conhecimentos adquiridos durante a carreira a abrangência do gênero feminino em cargos de liderança ainda é baixa. Neste contexto, uma análise da Fortune [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Apesar do esforço em alcançar direitos iguais na sociedade ser de longa data, a luta das mulheres continua &#8211; inclusive, no ambiente corporativo onde embora as habilidades profissionais estejam relacionadas estritamente aos <strong>conhecimentos</strong> adquiridos durante a carreira a abrangência do gênero feminino em cargos de <a href="https://learningsg.com/10-competencias-indispensaveis-na-alta-lideranca-em-2019/"><strong>liderança</strong> </a>ainda é baixa. Neste contexto, uma análise da Fortune 500 identificou que em uma lista de 500 <strong>CEOs</strong> apenas 32 são mulheres. A previsão é que em 2025 o índice aumente somente 20%. </p>



<p>Quando se trata dos motivos para este quadro, é possível abordar os reflexos de uma <a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><strong>cultura </strong></a>patriarcal que ainda enxerga o público feminino como aquele que presta cuidados a casa, necessita de licença a maternidade e ampara os filhos. Por outro lado, os homens conseguem se desenvolver profissionalmente com mais facilidade até conquistarem as posições de <strong>liderança</strong>. Outro ponto que contribui para a desigualdade de gênero nas companhias é a competição feminina. Ao crescer, as mulheres são incentivadas a competir com as colegas e no trabalho enfrentam resistência de quem também deseja ocupar uma alta função diante de um cenário com chances pequenas. </p>



<p>“Está clara a existência de um desequilíbrio na vida profissional e pessoal das mulheres que as leva a escolher entre uma realização ou outra. As experiências de casar e engravidar fazem parte de um ciclo natural, mas as executivas de sucesso tiveram que abrir mão de vontades pessoais em algum momento enquanto que os <strong>CEOs </strong>provavelmente construíram uma família sem preocupações com a carreira. Portanto, é dever das empresas estimularem transformações que empoderem o público feminino a ponto dele atingir o potencial máximo. Afinal, um local que investe na <strong>diversidade</strong> sai à frente da concorrência ao apresentar uma pluralidade de ideias”, afirma Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa. </p>



<p>Quer saber quais são as <strong>habilidades</strong> que tornam as mulheres excelentes<strong> </strong><a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><strong>líderes</strong></a>? Veja abaixo. </p>



<p><strong>Comunicação </strong>&#8211; Devido a paciência para se comunicar de forma acessível com o uso da escuta e cuidadosa ao dosar as palavras, os colaboradores costumam sentir-se à vontade em conversar com uma mulher. Logo, a <strong>líder</strong> feminina tem facilidade de estabelecer uma comunicação de confiança com o time a fim de esclarecer os objetivos da organização, o papel de cada um nesta missão e os caminhos a serem percorridos no alcance do <a href="https://learningsg.com/quando-a-troca-de-experiencias-contribui-para-o-alto-desempenho/"><strong>desempenho</strong></a> esperado. Esta capacidade também é eficiente nas horas de prestar <a href="https://learningsg.com/suporte-a-performance-o-outro-lado-do-feedback-%ef%bb%bf/"><strong>suporte à performance</strong></a> ou de solucionar conflitos interpessoais &#8211; o que beneficia o aumento do nível de satisfação organizacional e da <strong>produtividade</strong>. Por fim, é uma qualidade indispensável na criação de relacionamentos saudáveis com parceiros e clientes.</p>



<p><strong>Sensibilidade</strong> &#8211; Em meio ao avanço tecnológico na <a href="https://learningsg.com/como-a-4a-revolucao-industrial-impacta-o-td/"><strong>4ª revolução industrial</strong></a>, o poder de inovação do <strong>ser humano </strong>é um recurso valioso no mercado. Neste caso, a sensibilidade é uma característica que tende a priorizar o bem-estar e o <a href="https://learningsg.com/o-que-o-conarh-2018-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-humano/"><strong>desenvolvimento</strong> </a>do colaborador. Por consequência, a <strong>líder</strong> irá construir uma equipe capaz de lidar com os novos desafios do cotidiano organizacional sem pecar na qualidade de vida das pessoas. Do lado de fora da empresa, a <strong>habilidade </strong>é imprescindível para entender as reais necessidades dos consumidores a fim de  produzir produtos ou serviços com assertividade. </p>



<p><strong>Observação</strong> &#8211; As mulheres prestam mais atenção aos detalhes do que os homens. Então, acabam desenvolvendo uma visão sistêmica. Ou seja, a capacidade de enxergar a companhia de uma maneira integrada. A característica é importante na identificação de falhas a serem aprimoradas e de fatores positivos a serem fortalecidos.</p>



<p>Espírito Colaborativo &#8211; Às vezes os líderes do gênero masculino valorizam as próprias capacidades e minimizam as dos colegas &#8211; o que os fazem hesitar em trabalhar em equipe. Por sua vez, as mulheres preferem exercer uma<strong> liderança</strong> horizontal que encoraja o compartilhamento de informações no time e o estimula a se alinhar com o <strong>propósito</strong> organizacional a fim de atingir o mesmo objetivo. </p>



<p>Flexibilidade &#8211; Além de aumentar o caráter persistente nas adversidades, a necessidade de cumprir uma jornada dupla leva as mulheres a adquirirem uma flexibilidade indispensável para não render-se a pressão e solucionar os desafios com agilidade. A <strong>competência</strong> também permite que a <strong>líder</strong> otimize o tempo ao realizar diversas atividades simultaneamente sem perder o fio da meada em nenhuma. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do Brasil para o mundo</strong></h2>



<p>A partir do intuito de fazer a diferença no universo do <strong>desenvolvimento de competências</strong>, Flora Alves decidiu estar entre as brasileiras que lutam pelo reconhecimento no ambiente corporativo. A pós-graduação em Administração de Recursos Humanos foi o início de uma trajetória de mais de 25 anos que chegou a atravessar as fronteiras do Brasil. Dentre as conquistas da executiva no segmento, encontram-se as formações de <strong>designer instrucional</strong> e <strong>master trainer</strong> da Associação Americana para o Desenvolvimento de Talentos <strong>(</strong><a href="https://www.td.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ATD</strong></a><strong>)</strong> que renderam apresentações em conferências da Associação Brasileira de Recursos Humanos <strong>(ABRH)</strong> e em congressos internacionais da <strong>ATD</strong>. <br>Já a percepção da importância de inserir o<strong> ser humano</strong> no centro do <a href="https://learningsg.com/o-treinamento-como-suporte-a-performance%ef%bb%bf/"><strong>treinamento</strong></a> resultou na idealização do <a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-trahentem-2/">Trahentem®</a>. A <strong>metodologia</strong> tem o objetivo de guiar os <strong>designers instrucionais</strong> experientes ou iniciantes durante a construção de uma <strong>solução de aprendizagem</strong> de uma forma segura e ágil. Ela também é autora dos best-sellers Gamification, Como criar experiências de aprendizagem engajadoras; Um guia completo: do conceito à prática e Design de Aprendizagem com uso de Canvas – Trahentem® e Instrutor Master. Atualmente, à frente da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa auxiliou marcas como Johnson &amp; Johnson, Bayer, Bradesco, Merck e Banco Itaú na transferência de <strong>aprendizagem</strong>. </p>
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		<title>10 competências indispensáveis na alta liderança em 2019</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 21:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quais são as competências indispensáveis para as empresas decolarem em 2019? Este foi o questionamento que motivou o LinkedIn a analisar os anúncios de vagas postados recentemente na rede social corporativa com o objetivo de identificar as principais necessidades mercadológicas. Ao longo do desenvolvimento, o estudo foi dividido em duas categorias: habilidades comportamentais (soft skills) [&#8230;]]]></description>
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<p>Quais são as <a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><strong>competências</strong></a> indispensáveis para as empresas decolarem em 2019? Este foi o questionamento que motivou o <strong>LinkedIn</strong> a analisar os anúncios de vagas postados recentemente na rede social corporativa com o objetivo de identificar as principais necessidades mercadológicas. Ao longo do <a href="https://learningsg.com/o-que-o-conarh-2018-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-humano/"><strong>desenvolvimento</strong></a>, o estudo foi dividido em duas categorias: <strong>habilidades comportamentais (soft skills)</strong> e <strong>habilidades técnicas (hard skills)</strong> &#8211; o que indica o surgimento de uma nova tendência organizacional na qual os dois estilos de conhecimento trabalham em conjunto em prol de um ambiente inovador. &nbsp;</p>



<p>“O mercado vive a<a href="https://learningsg.com/como-a-4a-revolucao-industrial-impacta-o-td/"> <strong>4ª Revolução Industrial</strong></a> onde acontece um grande investimento em <strong>tecnologia</strong> com o intuito de automatizar os processos de manufatura a fim de gerar um padrão ágil e assertivo. Portanto, os profissionais precisam apresentarem certas características sociais para ocuparem as atividades que não podem ser robotizadas como usar a criatividade para solucionar um desafio capaz de salvar um negócio em uma situação crítica. Mas, eles também devem saber manusear os novos recursos tecnológicos com maestria para evitar possíveis falhas. É um momento que exige um mix de <strong>habilidades</strong> e a recomendação é que para alcançarem validação nas companhias estas <a href="https://learningsg.com/5-licoes-que-a-copa-do-mundo-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-de-competencias/"><strong>competências</strong></a> devem ser inseridas de forma vertical. Ou seja, a partir da alta liderança”, afirma Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa. </p>



<p>Quer saber em detalhes as <strong>tendências</strong> para a área de <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">educação corporativa</a></strong> neste ano? Então, confira abaixo a lista do <strong>LinkedIn</strong> na íntegra com as impressões da especialista. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Soft Skills </strong></h2>



<p><strong>Criatividade</strong> &#8211; Trata-se da facilidade que o <strong>ser humano</strong> tem para criar ou reinventar diante de qualquer necessidade. Ao trazer a <strong>competência</strong> para o ambiente corporativo, é comum associá-la ao ato de sair da caixa no qual o colaborador vai em busca de <strong>insights</strong> diferentes para elucidar os problemas da organização ao abrir-se para alternativas que nem sempre são encontradas no caminho padrão. </p>



<p>“Devido ao cotidiano apertado, às vezes parece impossível deixar o pensamento simplesmente fluir. Contudo, uma boa notícia é que ser criativo relaciona-se muito mais com o exercício de <a href="https://learningsg.com/por-que-trabalhar-a-andragogia-em-um-processo-de-treinamento-e-desenvolvimento/"><strong>desenvolvimento</strong></a><strong> </strong>do que com dom porque é um estado mental em que o <strong>aprendiz</strong> aprende a enxergar um cenário sob outras perspectivas. Normalmente, a <strong>habilidade</strong> surge no meio de uma ocasião conflitante onde é fundamental tomar uma decisão. Entretanto, as seguintes práticas auxiliam a desenvolver esta aptidão: fugir da rotina, descansar a mente e interagir com os colegas de trabalho”, explica Flora. </p>



<p><strong>Persuasão</strong> &#8211; Quando se convence alguém a acreditar em determinados ideais, ocorre a persuasão. Esta <strong>habilidade</strong> é conhecida por usar gatilhos emocionais que provocam reações no outro advindas do inconsciente. “Persuadir significa superar qualquer objeção do cliente ou fornecedor sendo imprescindível para todas as empresas. E, os executivos não precisam se preocupar com a questão ética, pois a atitude diferencia-se da manipulação já que é feita por meio de argumentos coerentes responsáveis por agregar valor ao ouvinte”, revela a CLO.  </p>



<p><strong>Colaboração</strong> &#8211; Que a colaboração é uma das bases de uma companhia de sucesso, não é nenhum mistério. Afinal, manter o engajamento dos funcionários em um único objetivo é uma maneira de otimizar os negócios. “Além de beneficiar o âmbito individual, colaborar é um comportamento que traz reflexos aos resultados coletivos. Ao aprenderem uns com os outros, os trabalhadores formam uma rede dinâmica que simplifica os procedimentos. Logo, a iniciativa aumenta o <strong>nível de satisfação organizacional e a produtividade</strong>”, pontua a especialista.</p>



<p><strong>Adaptabilidade</strong>  &#8211; A adaptação é uma qualidade essencial em uma sociedade sujeita a frequentes transformações. A <strong>competência</strong> parte do princípio de saber lidar com cada episódio que despontar no dia a dia. “É um fator chave principalmente em casos complexos porque permite ter uma conduta positiva a fim de descobrir jeitos que melhorem o panorama”, exclama a CLO.  </p>



<p><strong>Gerenciamento de Tempo </strong>&#8211; Infelizmente, o tempo (que era para ser um amigo) tornou-se uma espécie de pesadelo para os colaboradores que apresentam dificuldades de conciliar o cumprimento das tarefas com a jornada de trabalho &#8211; o que justifica a importância desta <strong>habilidade</strong>. “Gerenciar o tempo é uma garantia de que os planos irão sair do papel com excelência. Do contrário, pode causar um estresse que interfere tanto na saúde mental do funcionário como na <strong>produtividade</strong> organizacional. Neste contexto, o ideal é começar o dia com as prioridades,  separar na agenda breves intervalos entre as atividades e alimentar a concentração durante os afazeres”, diz Flora. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hard Skills </strong></h2>



<p><strong>Cloud Computing</strong> &#8211; A iniciativa refere-se a servidores remotos hospedados em datacenters que armazenam informações com o auxílio da internet. Logo, é a<strong> habilidade</strong> de trabalhar remotamente em qualquer hora e local. “As tomadas de decisão ficam constantemente a um toque. Esta flexibilização do negócio contribui para uma integração da equipe que otimiza o ecossistema organizacional”, ressalta a CLO. </p>



<p><strong>Inteligência Artificial</strong> &#8211; Já foi-se o período em que a inteligência artificial pertencia exclusivamente aos conteúdos audiovisuais. Atualmente, a<strong> tecnologia</strong> que conta com algoritmos baseados em probabilidades encontra-se em serviços de chatbots, assistência pessoal e administração organizacional. “A solução que aumenta o potencial competitivo da organização é um braço direito no cotidiano corporativo, pois ao simular a inteligência humana ela acompanha o comportamento dos funcionários sendo capaz de tomar decisões”, declara a especialista.</p>



<p><strong>Raciocínio Analítico</strong> &#8211; A pessoa com um raciocínio analítico será a responsável por estudar os dados gerados diariamente pela empresa. “A chamada era da informação coloca os profissionais em um mar de dados que podem ou não serem valiosos. O colaborador destinado a cuidar destes conteúdos deve ter a competência de relacioná-los, filtrá-los e transformá-los em<strong> insights</strong>”, assegura a CLO. </p>
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		<title>Como a 4ª revolução industrial impacta o T&#038;D?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 14:22:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[As máquinas vão executar o trabalho das pessoas em um futuro próximo? Este é um questionamento feito com frequência pelo Recursos Humanos com a chegada da 4ª revolução industrial. Esta fase mercadológica é conhecida por utilizar-se de recursos tecnológicos nos processos de manufatura para estabelecer um padrão de otimização, assertividade, customização e agilidade. Antes de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As máquinas vão executar o trabalho das pessoas em um futuro próximo? Este é um questionamento feito com frequência pelo </span><b>Recursos Humanos</b><span style="font-weight: 400;"> com a chegada da </span><b>4ª revolução industrial</b><span style="font-weight: 400;">. Esta fase mercadológica é conhecida por utilizar-se de recursos tecnológicos nos processos de manufatura para estabelecer um padrão de otimização, assertividade, customização e agilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de gerar um desconforto, já lhe adianto que a resposta feita para a indagação na introdução deste texto é negativa. Afinal, a tecnologia automatiza os procedimentos, porém apenas os humanos têm a capacidade de inovar – o que impacta os negócios de forma direta, pois contribui para o aumento da competitividade perante o mercado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário, a área de </span><a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><b>Treinamento &amp; Desenvolvimento</b></a><span style="font-weight: 400;"> tem a chance de melhorar a atuação estratégica ao investir em </span><b>soft skills</b><span style="font-weight: 400;">. Na prática, além das </span><a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><b>competências</b></a><span style="font-weight: 400;"> emocionais serem um complemento para as </span><b>habilidades </b><span style="font-weight: 400;">técnicas, também diferenciam os colaboradores dos robôs. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A qualificação acadêmica fazia um profissional se destacar no ambiente corporativo antes da era tecnológica. Porém, as mudanças sociais ampliaram as necessidades de </span><a href="https://learningsg.com/caminhos-da-aprendizagem-o-segredo-para-um-treinamento-eficaz/"><b>aprendizagem</b></a><span style="font-weight: 400;">. Não adianta ter o conhecimento técnico para determinado cargo e falhar em aspectos como pró-atividade, inteligência emocional, colaboração, criatividade e comunicação. Para garantir um desempenho favorável ao negócio é preciso focar os esforços em ir além dos diplomas dos funcionários”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa. </span></p>
<p><b>Desmistificando as soft skills</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo Digital Transformations Institute realizado pela Capgemini em 2017 identificou que as </span><b>competências </b><span style="font-weight: 400;">emocionais mais procuradas ao redor do mundo são ter foco no cliente (65%), colaboração (64%), paixão por aprender (64%) e habilidade organizacional (61%). Contudo, 60% das empresas têm dificuldades em desenvolvê-las. &nbsp;&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da presença de </span><b>soft skills</b><span style="font-weight: 400;"> ser influenciada pela experiência de vida de cada colaborador e por este motivo tornar o alcance um desafio, na verdade não são impossíveis de serem atingidas. Neste contexto, Flora fez uma lista com dicas de </span><a href="https://learningsg.com/o-que-o-conarh-2018-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-humano/"><b>desenvolvimento</b></a><span style="font-weight: 400;">. Veja abaixo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Posicione a iniciativa: começar a trabalhar com o desenvolvimento de soft skills traz uma mudança interna. Neste caso, transformações têm receptividades diferentes entre as pessoas. Então, é fundamental esclarecer na organização a importância da iniciativa, mapear as competências emocionais dos funcionários que estão ausentes e reconhecê-las junto a eles a fim de alinhá-los a mudança. Entretanto, ainda terão aqueles indispostos a participar do projeto. A dica é não se preocupar porque ao perceberem os benefícios que o treinamento trouxe aos colegas, tendem a mudar de opinião. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Conheça o perfil do funcionário: entrar em contato com os hábitos de uma pessoa requer tempo, porém, hoje há softwares que mapeiam o perfil comportamental com uma grande margem de acerto. Uma sugestão é implementá-los nos treinamentos para saber quais competências devem ser estimuladas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Incentive a prática: uma das maiores dificuldades de uma pessoa é adaptar-se ou abrir mão de valores e características adquiridas ao longo de sua trajetória. Portanto, incentive ações práticas em grupo que explorem as habilidades que deseja ensinar. Este local colaborativo também deixará os aprendizes mais à vontade para a troca de informações. E, lembre-se: afaste os julgamentos, pois é um hábito que inibe a criatividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Mantenha a motivação: ao longo do desenvolvimento das soft skills é importante manter a equipe motivada. Dessa maneira, propagar o pensamento de que as habilidades emocionais beneficiam tanto o lado profissional como o pessoal ajuda no engajamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Dê asas para os colaboradores voarem: é possível que o engajamento cresça a ponto dos funcionários terem o interesse em serem mais ativos na empresa. Portanto, dê asas para eles voarem como, por exemplo, abrir espaços para a apresentação de novas ideias. Essa atitude melhora a relação entre os colaboradores e gestores, o que estimula o desenvolvimento das soft skills (principalmente as de autonomia, união e liderança). Nos momentos críticos, a independência também é útil porque eles podem se reunir para pensar em soluções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Analise os resultados: para ter uma mudança efetiva é necessário mensurar os resultados. Existem muitas ferramentas para auxiliar nesta atividade, mas, medir em números simplifica o processo. Ou seja, defina metas de desempenho com base em comportamentos e as pontue. Não se esqueça de manter uma regularidade no feedback. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qual é a sua visão sobre as soft skills? Conte para nós!</span></p>
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