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	<title>propósito &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>propósito &#8211; SG</title>
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		<title>Colaborar é da nossa natureza</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 17:59:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em momentos desafiadores como este, percebemos movimentos nas pessoas, que muitas vezes ficavam adormecidos na loucura do dia-a-dia. Uma onda de solidariedade e colaboração por todos os lados, que emociona, surpreende, fortalece a esperança e acalenta o coração. Estamos juntos, no mesmo barco, com propósitos alinhados –CUIDAR, COMPARTILHAR, ACREDITAR, CRIAR. É nesses momentos que nos [&#8230;]]]></description>
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<p>Em momentos desafiadores como este, percebemos movimentos nas pessoas, que muitas vezes ficavam adormecidos na loucura do dia-a-dia. Uma onda de solidariedade e colaboração por todos os lados, que emociona, surpreende, fortalece a esperança e acalenta o coração. Estamos juntos, no mesmo barco, com propósitos alinhados –CUIDAR, COMPARTILHAR, ACREDITAR, CRIAR. </p>



<p>É nesses momentos que nos percebemos humanos de verdade, onde a empatia dá o tom e nos faz sair do “nosso mundo” e olhar para os lados com outras lentes, de forma totalmente diferente – e assim percebemos que colaborar, é da nossa natureza. O voltar para casa, a pausa forçada que passamos agora, nos faz refletir que por muitas vezes nos perdemos ou facilmente somos “engolidos” por interesses individuais, por uma falta de atenção generalizada – que nos faz viver no automático, seja dentro das organizações, em nossas famílias, ou mesmo, nas nossas relações de amizade.</p>



<p><br>O momento é de colaborar – laborar junto! Fazer acontecer, realizar coisas, cocriar oportunidades, que contribuam para todos. Ir além de interesses individuais e perceber o poder das equipes. Isso nos convida à humildade, escuta ativa, empatia para perceber necessidades, talentos, habilidades, competências que já temos ou que ainda podemos desenvolver. Temos ainda muitas oportunidades de desenvolvimento, quando se trata de colaboração no ambiente organizacional. A baixa colaboração entre as pessoas, entre áreas, é motivo de improdutividade, e isso gera como consequência muita frustração, estresse e impactos negativos de performance. No artigo da Harvard Business Review, publicado em janeiro/2020, “O poder das equipes invisíveis”, Marcus Buckingham e Ashley Goodall mostram resultados de pesquisas desenvolvidas pelo Instituto de Pesquisas ADP,2019 que reforçam o impacto nas nossas vidas e nos resultados quando verdadeiramente colaboramos uns com os outros e trabalhamos em equipe. Segundo a pesquisa, funcionários que não integram equipes: 8% estão completamente envolvidos. Quando a passam a integrar equipes, isso passa 17%. E quando integram equipes e confiam plenamente nos líderes, 45% se mostram completamente envolvidos</p>



<p>Além de impactar no engajamento, nos resultados, os impactos também são na nossa saúde. Quando nossas responsabilidades e pontos fortes se conectam com os outros, quando percebemos que há pessoas à nossa direita e esquerda cuidando da gente, compartilhando ideias, ajudando quando estamos sobrecarregados, oferecendo apoio quando nos percebemos empacados, o nosso nível de engajamento, nosso poder de criação, inovação e resiliência aumenta consideravelmente. Isso tudo determina a qualidade da nossa experiência profissional. </p>



<p>A pergunta que fica é: Será que nosso nível de colaboração será o mesmo, depois da experiência que estamos vivenciando diante da luta contra o novo coronavírus?</p>



<p>Será que nós seremos os mesmos? </p>



<p>Como podemos aproveitar esses aprendizados todos e acelerar processos de mudança ou transformação por meio da força do trabalho em equipe, utilizando o potencial do conhecimento interdisciplinar das pessoas, seu talentos e experiências de vida? De que forma os líderes podem influenciar na construção de um ambiente favorável para fortalecer equipes colaborativas? </p>



<p>Liderar equipes &#8211; muitas vezes diluídas virtualmente &#8211; num ambiente incerto, volátil, ambíguo e complexo, requer do líder a criação de um ambiente favorável com agilidade, onde as pessoas tenham o direcionamento necessário, percebem confiança, segurança psicológica e possuam os recursos necessários para apresentar o desempenho esperado.</p>
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		<title>O que podemos aprender com o Ikigai?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 15:13:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8220;Quanto falta para o final de semana?&#8221; Este questionamento é muito presente na rotina das empresas brasileiras.&#160; De acordo com a mais recente pesquisa da Isma Brasil&#160;(International Stress Management Association), 40% dos trabalhadores encontram-se insatisfeitos com o cargo atual enquanto 64% gostaria de trocar de emprego para sentir-se mais feliz. Diante desta realidade, o Ministério [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;Quanto falta para o final de semana?&#8221; Este questionamento é muito presente na rotina das empresas brasileiras.&nbsp; De acordo com a mais recente pesquisa da Isma Brasil&nbsp;(International Stress Management Association), 40% dos trabalhadores encontram-se insatisfeitos com o cargo atual enquanto 64% gostaria de trocar de emprego para sentir-se mais feliz. Diante desta realidade, o Ministério da Saúde divulgou no último ano que 79% da população afastou-se do trabalho no período de 2012 a 2016 devido a doenças psicológicas. A instituição indica que a principal responsável por estes casos é a depressão (30,67%), seguida pela ansiedade (17,9%).</p>



<p>Este cenário pode começar a ser explicado por um conceito chamado &#8220;VUCA&#8221; (volátil, incerto, complexo e ambíguo), que aponta que a sociedade atual é fortemente marcada pelas transformações constantes e disrupção em todos os níveis. Atualmente, as pessoas enfrentam uma etapa de&nbsp;grandes mudanças sociais, com quebra de padrões e um bombardeio de informações. Ao tentar atender às cobranças que surgem a cada dia, deixam de trabalhar o autoconhecimento, por exemplo, e entram em modo de piloto automático para conseguir lidar com os desafios do cotidiano. Nesse contexto, em que é possível se desconectar de si mesmo em um piscar de olhos, a infelicidade acaba aparecendo.&nbsp;</p>



<p>Indo na contramão desse contexto tão marcante do&nbsp;mercado de trabalho&nbsp;atual, a ilha de Okinawa consegue ser sinônimo de uma vida alegre e equilibrada. A pequena ilha no Sul do Japão intriga os pesquisadores da área de Saúde, pois a proporção de moradores que alcançam idade igual ou acima de 100 anos com boa disposição é de 24 para cada cem mil habitantes, média muito superior à do resto do mundo. Entre as descobertas para a ocorrência deste índice está o &#8220;propósito&#8221;. Ou, colocado de maneira mais simples, o motivo para levantar da cama todos os dias, o que os habitantes de Okinawa chamam de &#8220;Ikigai&#8221;.</p>



<p>Ao ligar os termos “ikiru” (viver) e “kai” (realizar o que se espera), a filosofia japonesa resume a razão de viver em um único termo. Assim, os adeptos partem à procura de harmonia, plenitude e longevidade nos diversos segmentos da vida a fim de equilibrar quem são com o que fazem. Os japoneses acreditam que cada indivíduo apresenta infinitos ikigai e as pessoas devem se propor a identificá-los desde as coisas mais simples (como ir&nbsp; a determinado restaurante) até as mais ambiciosas por meio de uma jornada de&nbsp;autoconhecimento. Não se trata de definir o ser humano pelo trabalho exercido. Mas o trabalho tem muito a ver com a realização desse propósito. Na verdade, a proposta é desenvolver um comportamento mais humanizado com o intuito de aumentar o nível de felicidade. É saber reconhecer o papel que devemos desempenhar neste planeta. É uma trajetória complexa, mas muito valiosa.</p>



<p>Para quem pretende encontrar o seu Ikigai, é indicado a elaboração de um diagrama composto por quatro esferas: o que você ama, em que apresenta alto desempenho, o que pode garantir o seu sustento e no que é capaz de auxiliar a sociedade. Em seguida, é preciso fazer as intersecções dos dados. Veja abaixo:</p>



<p>&#8211; O que você ama + em que apresenta alto desempenho = paixão</p>



<p>&#8211; Em que apresenta alto desempenho + o que pode garantir seu sustento = profissão</p>



<p>&#8211; O que pode garantir seu sustento + no que é capaz de auxiliar a sociedade = vocação</p>



<p>&#8211; No que é capaz de auxiliar a sociedade + o que você ama = missão</p>
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		<title>Nova economia: uma introdução ao capitalismo consciente</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 19:33:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O futuro pertence às empresas com propósito. Segundo informações divulgadas pela Ana Couto Branding em parceria com a Officina Sophia Conhecimento Aplicado, 68% dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos estão dispostos a trocar as marcas com as quais se relacionam levando em consideração a relevância delas perante a sociedade. Inclusive, os consumidores afirmaram [&#8230;]]]></description>
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<p>O futuro pertence às empresas com <strong><a href="https://learningsg.com/o-que-okinawa-a-pequena-ilha-no-sul-do-japao-tem-a-ensinar-para-os-executivos-brasileiros/">propósito</a></strong>. Segundo informações divulgadas pela Ana Couto Branding em parceria com a Officina Sophia Conhecimento Aplicado, 68% dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos estão dispostos a trocar as marcas com as quais se relacionam levando em consideração a <strong>relevância</strong> delas perante a sociedade. Inclusive, os consumidores afirmaram que chegariam a investir 15% a mais em produtos e serviços baseados neste <strong>mindset</strong>. </p>



<p>A razão para a ocorrência deste movimento de mercado é simples: o surgimento das <strong>startups</strong>. Em meados de 2007 as organizações enxutas, mas com olhares inovadores abriram as portas para um novo patamar da economia no qual os grandes <strong>executivos</strong> passam o controle do sistema de compra-venda para as mãos dos clientes que buscam criar uma <strong>identificação com a marca</strong> ao almejar um negócio capaz de enxergar além dos lucros. Neste contexto, o conceito de <strong>capitalismo consciente</strong> destaca-se. </p>



<p>Apesar do termo “capitalismo” apresentar a tendência de remeter a aspectos negativos tais como desigualdade social e deterioração do meio ambiente, é possível dizer que a metodologia resulta em benefícios para toda a cadeia econômica ao ser trabalhada de maneira consciente. A partir deste ângulo, o objetivo de <strong>desenvolver a humanidade</strong> por meio dos negócios permanece desde que exista um cuidado com as pessoas. Ou seja, há o <strong>reconhecimento do valor de todos os stakeholders (clientes, colaboradores, fornecedores e comunidade). </strong></p>



<p>Na prática, as chamadas empresas conscientes foram idealizadas pelos estudiosos Raj Sisodia, Jaf Shereth e David Wolf na intenção de compreender os caminhos percorridos pelas marcas que conseguiam manter um alto nível de <strong>fidelização</strong> dos consumidores sem precisar realizar altos investimentos em Marketing &amp; Publicidade. Atualmente, o modelo de negócios concretizou-se em quatro princípios. </p>



<p>Em primeiro lugar na lista de pilares do capitalismo consciente encontra-se o <strong>“propósito maior”</strong> que refere-se ao motivo de existência da companhia. Em seguida, aparece a<strong> “cultura consciente”</strong> a fim de conectar propósito, stakeholders e processos a valores sociais &#8211; o que nos leva diretamente ao terceiro item. A<strong> “liderança consciente”</strong> trata-se de líderes responsáveis por seguir o propósito da marca e guiar os colaboradores nesta trajetória com a habilidade de gentileza. Por fim, está a “orientação para stakeholders” onde acontece a geração de valores a todas as partes interessadas no negócio. </p>



<p>Neste ponto do artigo, é inevitável abordar a dualidade presente nesta nova proposta de capitalismo. De um lado, os primórdios deste sistema envolvem as características de individualismo, ambição e acumulação de riquezas. Do outro, promove a conscientização, desenvolvimento humano, cooperação e sustentabilidade. Talvez, por isso a novidade seja ainda considerada um mito por muitos profissionais. <br></p>



<p>Depois de muita leitura sobre o capitalismo consciente, nós da SG acreditamos que esta é uma oportunidade única para impulsionar os efeitos de uma corrente do bem. Portanto, deixamos aqui o convite: vamos juntos nesta jornada? Conheça a <a href="https://learningsg.com/sg-presente/">SG Presente</a>!<br></p>
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		<title>Propósito X Empreendimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 13:54:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Firmar vendas e gerar rendas. Esta é a fórmula que deve guiar a mente de todo empreendedor, certo? Errado! Para começo de conversa, quando se trata de iniciar ou expandir o crescimento de um empreendimento a palavra-chave é mais simples do que se imagina: Propósito. Apesar da carga de simplicidade, o termo é capaz de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Firmar </span><b>vendas</b><span style="font-weight: 400;"> e gerar </span><b>rendas</b><span style="font-weight: 400;">. Esta é a fórmula que deve guiar a mente de todo </span><b>empreendedor</b><span style="font-weight: 400;">, certo? Errado! Para começo de conversa, quando se trata de iniciar ou expandir o crescimento de um </span><b>empreendimento</b><span style="font-weight: 400;"> a palavra-chave é mais simples do que se imagina: </span><b>Propósito</b><span style="font-weight: 400;">. Apesar da carga de simplicidade, o termo é capaz de gerar certas complicações no ambiente empresarial. Existem </span><b>organizações</b><span style="font-weight: 400;"> que sabem exatamente qual é o seu papel, contudo, há aquelas que acreditam que o conhecem e as que não tem a mínima de ideia de como encontrá-lo. Por último, tem empresas que até o alcançam, mas, não dão os próximos passos que sucedem a descoberta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter um propósito é importante para o negócio, pois é um fator que o torna </span><b>empreendedor</b><span style="font-weight: 400;">. Um </span><b>empresário</b><span style="font-weight: 400;"> com uma visão clara de seus objetivos é uma pessoa ativa no </span><b>mercado</b><span style="font-weight: 400;">. Ela sabe o que deseja. Por consequência, virão as decisões a serem tomadas. Ou seja, a meta traçada para a empresa está atrelada a tomadas de atitudes. A partir desta conexão, a iniciativa empresarial ganha forma e começa a engrenar.</span></p>
<p><b>Receita do Sucesso</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para encontrar ou entender o motivo que o faz levantar da cama pela manhã com uma sede de conquistar o mundo, é necessário começar por uma indagação. </span><i><span style="font-weight: 400;">Porquê?</span></i><span style="font-weight: 400;"> Esta é a base do propósito. É a etapa para definir a sua crença a fim de desenhar a missão e a essência do </span><b>empreendimento</b><span style="font-weight: 400;">. A partir dos resultados da primeira reflexão os outros questionamentos se formam de maneira fluída e o </span><i><span style="font-weight: 400;">Como </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">O quê? </span></i><span style="font-weight: 400;">surgem sem grandes dificuldades. Os últimos dois caminhos tratam-se do jeito que você comanda o </span><b>negócio</b><span style="font-weight: 400;"> e em que é realmente bom. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta receita rumo ao sucesso do negócio não esqueça de colocar uma boa quantia de amor e dedicação. Afinal, as pessoas não consomem o que você faz e sim o porquê faz. Os </span><b>clientes</b><span style="font-weight: 400;"> devem estar alinhados com o propósito da empresa porque quando eles pensam igual a ela, tornam-se amigos. Uma espécie de aliados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais informações a respeito da ligação do propósito com o empreendedorismo? Então, confira abaixo o link da palestra ministrada pelo Sérgio Guerra, </span><b>CEO</b><span style="font-weight: 400;"> da SG – Aprendizagem Corporativa Desenhada Sob Medida, no Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (</span><b>CBTD</b><span style="font-weight: 400;">) que aconteceu em novembro de 2017 em Santos, no litoral paulistano. </span></p>
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