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	<title>insights &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>insights &#8211; SG</title>
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		<title>Fórum Econômico Mundial: futuro do trabalho está na educação</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 13:53:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, o tema &#8220;Futuro do Trabalho&#8221; vem ganhando cada vez mais destaque no Fórum Econômico Mundial e neste ano não foi diferente. O evento, que aconteceu entre os dias 21 e 24 de janeiro, em Davos, nos trouxe ótimas ideias e insights, muito alinhados com as convicções e práticas de nossa equipe. Vimos, [&#8230;]]]></description>
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<p>Nos últimos anos, o tema &#8220;<a href="https://learningsg.com/sg-presente/">Futuro</a> do Trabalho&#8221; vem ganhando cada vez mais destaque no Fórum Econômico Mundial e neste ano não foi diferente. O evento, que aconteceu entre os dias 21 e 24 de janeiro, em Davos, nos trouxe ótimas ideias e insights, muito alinhados com as convicções e práticas de nossa equipe. Vimos, por exemplo, que a tecnologia terá impacto nas tarefas, e não nos empregos. Outro dado que nos deixou muito animados é que cerca de 6,1 milhões de novos empregos serão criados até 2022.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que nos leva a uma reflexão muito estimulante: se a previsão de novos empregos é tão grande e a tecnologia nos auxiliará a cumprir tarefas, qual será o futuro do Desenvolvimento Humano?</strong></h4>



<p>Não há dúvidas de que as transformações atuais deixam em evidência as incompatibilidades entre as necessidades do mercado e as novas <strong><a href="https://learningsg.com/?s=compet%C3%AAncias">competências</a></strong>. Em um painel sobre educação em Davos, os participantes apontaram a desconexão entre o que as empresas precisam e o que os programas de educação estão, de fato, trabalhando; em parte, isso é causado pela falta de entendimento e diálogo entre os dois pólos.</p>



<p>O resultado disso? A necessidade eminente de constantemente <a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">qualificar</a> esses profissionais. </p>



<p>O fato é que existe um amplo consenso de que precisamos de grandes esforços para preparar as pessoas para novos os empregos e <strong>habilidades </strong>demandadas, mas ainda há poucas iniciativas efetivas para preparar as pessoas para essas habilidades futuras. Como um economista ganhador do Prêmio Nobel observou em um dos painéis em Davos: <em>“Agora, a escola não garante que você aprenderá; aprender não significa que você terá as habilidades para o mercado de trabalho e ter as habilidades não significa que você terá um emprego &#8211; hoje a rota é mais complexa&#8221;.</em></p>



<p>O que precisamos fazer para lidar com essa complexidade? A resposta pode parecer óbvia, mas foi a mesma em vários painéis e grupos em Davos: <strong>investir em educação</strong>. Mas vale observar que o tom da conversa precisa ser mais <strong>inclusivo</strong> e democrático. Nós, da SG, acreditamos que a educação é um pilar essencial para o progresso de profissionais e empresas. E, hoje, é preciso desenvolver efetivamente as habilidades, não apenas buscar as &#8220;credenciais&#8221;.</p>



<p><strong>Vamos juntos revolucionar a aprendizagem?</strong></p>



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		<title>10 competências indispensáveis na alta liderança em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 21:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quais são as competências indispensáveis para as empresas decolarem em 2019? Este foi o questionamento que motivou o LinkedIn a analisar os anúncios de vagas postados recentemente na rede social corporativa com o objetivo de identificar as principais necessidades mercadológicas. Ao longo do desenvolvimento, o estudo foi dividido em duas categorias: habilidades comportamentais (soft skills) [&#8230;]]]></description>
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<p>Quais são as <a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><strong>competências</strong></a> indispensáveis para as empresas decolarem em 2019? Este foi o questionamento que motivou o <strong>LinkedIn</strong> a analisar os anúncios de vagas postados recentemente na rede social corporativa com o objetivo de identificar as principais necessidades mercadológicas. Ao longo do <a href="https://learningsg.com/o-que-o-conarh-2018-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-humano/"><strong>desenvolvimento</strong></a>, o estudo foi dividido em duas categorias: <strong>habilidades comportamentais (soft skills)</strong> e <strong>habilidades técnicas (hard skills)</strong> &#8211; o que indica o surgimento de uma nova tendência organizacional na qual os dois estilos de conhecimento trabalham em conjunto em prol de um ambiente inovador. &nbsp;</p>



<p>“O mercado vive a<a href="https://learningsg.com/como-a-4a-revolucao-industrial-impacta-o-td/"> <strong>4ª Revolução Industrial</strong></a> onde acontece um grande investimento em <strong>tecnologia</strong> com o intuito de automatizar os processos de manufatura a fim de gerar um padrão ágil e assertivo. Portanto, os profissionais precisam apresentarem certas características sociais para ocuparem as atividades que não podem ser robotizadas como usar a criatividade para solucionar um desafio capaz de salvar um negócio em uma situação crítica. Mas, eles também devem saber manusear os novos recursos tecnológicos com maestria para evitar possíveis falhas. É um momento que exige um mix de <strong>habilidades</strong> e a recomendação é que para alcançarem validação nas companhias estas <a href="https://learningsg.com/5-licoes-que-a-copa-do-mundo-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-de-competencias/"><strong>competências</strong></a> devem ser inseridas de forma vertical. Ou seja, a partir da alta liderança”, afirma Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa. </p>



<p>Quer saber em detalhes as <strong>tendências</strong> para a área de <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">educação corporativa</a></strong> neste ano? Então, confira abaixo a lista do <strong>LinkedIn</strong> na íntegra com as impressões da especialista. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Soft Skills </strong></h2>



<p><strong>Criatividade</strong> &#8211; Trata-se da facilidade que o <strong>ser humano</strong> tem para criar ou reinventar diante de qualquer necessidade. Ao trazer a <strong>competência</strong> para o ambiente corporativo, é comum associá-la ao ato de sair da caixa no qual o colaborador vai em busca de <strong>insights</strong> diferentes para elucidar os problemas da organização ao abrir-se para alternativas que nem sempre são encontradas no caminho padrão. </p>



<p>“Devido ao cotidiano apertado, às vezes parece impossível deixar o pensamento simplesmente fluir. Contudo, uma boa notícia é que ser criativo relaciona-se muito mais com o exercício de <a href="https://learningsg.com/por-que-trabalhar-a-andragogia-em-um-processo-de-treinamento-e-desenvolvimento/"><strong>desenvolvimento</strong></a><strong> </strong>do que com dom porque é um estado mental em que o <strong>aprendiz</strong> aprende a enxergar um cenário sob outras perspectivas. Normalmente, a <strong>habilidade</strong> surge no meio de uma ocasião conflitante onde é fundamental tomar uma decisão. Entretanto, as seguintes práticas auxiliam a desenvolver esta aptidão: fugir da rotina, descansar a mente e interagir com os colegas de trabalho”, explica Flora. </p>



<p><strong>Persuasão</strong> &#8211; Quando se convence alguém a acreditar em determinados ideais, ocorre a persuasão. Esta <strong>habilidade</strong> é conhecida por usar gatilhos emocionais que provocam reações no outro advindas do inconsciente. “Persuadir significa superar qualquer objeção do cliente ou fornecedor sendo imprescindível para todas as empresas. E, os executivos não precisam se preocupar com a questão ética, pois a atitude diferencia-se da manipulação já que é feita por meio de argumentos coerentes responsáveis por agregar valor ao ouvinte”, revela a CLO.  </p>



<p><strong>Colaboração</strong> &#8211; Que a colaboração é uma das bases de uma companhia de sucesso, não é nenhum mistério. Afinal, manter o engajamento dos funcionários em um único objetivo é uma maneira de otimizar os negócios. “Além de beneficiar o âmbito individual, colaborar é um comportamento que traz reflexos aos resultados coletivos. Ao aprenderem uns com os outros, os trabalhadores formam uma rede dinâmica que simplifica os procedimentos. Logo, a iniciativa aumenta o <strong>nível de satisfação organizacional e a produtividade</strong>”, pontua a especialista.</p>



<p><strong>Adaptabilidade</strong>  &#8211; A adaptação é uma qualidade essencial em uma sociedade sujeita a frequentes transformações. A <strong>competência</strong> parte do princípio de saber lidar com cada episódio que despontar no dia a dia. “É um fator chave principalmente em casos complexos porque permite ter uma conduta positiva a fim de descobrir jeitos que melhorem o panorama”, exclama a CLO.  </p>



<p><strong>Gerenciamento de Tempo </strong>&#8211; Infelizmente, o tempo (que era para ser um amigo) tornou-se uma espécie de pesadelo para os colaboradores que apresentam dificuldades de conciliar o cumprimento das tarefas com a jornada de trabalho &#8211; o que justifica a importância desta <strong>habilidade</strong>. “Gerenciar o tempo é uma garantia de que os planos irão sair do papel com excelência. Do contrário, pode causar um estresse que interfere tanto na saúde mental do funcionário como na <strong>produtividade</strong> organizacional. Neste contexto, o ideal é começar o dia com as prioridades,  separar na agenda breves intervalos entre as atividades e alimentar a concentração durante os afazeres”, diz Flora. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hard Skills </strong></h2>



<p><strong>Cloud Computing</strong> &#8211; A iniciativa refere-se a servidores remotos hospedados em datacenters que armazenam informações com o auxílio da internet. Logo, é a<strong> habilidade</strong> de trabalhar remotamente em qualquer hora e local. “As tomadas de decisão ficam constantemente a um toque. Esta flexibilização do negócio contribui para uma integração da equipe que otimiza o ecossistema organizacional”, ressalta a CLO. </p>



<p><strong>Inteligência Artificial</strong> &#8211; Já foi-se o período em que a inteligência artificial pertencia exclusivamente aos conteúdos audiovisuais. Atualmente, a<strong> tecnologia</strong> que conta com algoritmos baseados em probabilidades encontra-se em serviços de chatbots, assistência pessoal e administração organizacional. “A solução que aumenta o potencial competitivo da organização é um braço direito no cotidiano corporativo, pois ao simular a inteligência humana ela acompanha o comportamento dos funcionários sendo capaz de tomar decisões”, declara a especialista.</p>



<p><strong>Raciocínio Analítico</strong> &#8211; A pessoa com um raciocínio analítico será a responsável por estudar os dados gerados diariamente pela empresa. “A chamada era da informação coloca os profissionais em um mar de dados que podem ou não serem valiosos. O colaborador destinado a cuidar destes conteúdos deve ter a competência de relacioná-los, filtrá-los e transformá-los em<strong> insights</strong>”, assegura a CLO. </p>
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		<title>O que o CONARH 2018 tem a ensinar sobre desenvolvimento humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 14:51:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mês de agosto foi repleto de novidades para os profissionais que atuam em Gestão e Desenvolvimento de pessoas. Além do ATD Summit 2018 (clique aqui para mais informações sobre o evento), o mercado também recebeu a 44º edição do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH) nos dias 14/08 a 16/08 no São Paulo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O mês de agosto foi repleto de novidades para os profissionais que atuam em Gestão e </span><a href="https://learningsg.com/5-licoes-que-a-copa-do-mundo-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-de-competencias/"><b>Desenvolvimento</b></a> <span style="font-weight: 400;">de pessoas. Além do </span><b>ATD Summit 2018</b><span style="font-weight: 400;"> (clique </span><a href="https://learningsg.com/sobre-tecnologias-mudancas-e-realidade/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;"> para mais informações sobre o evento), o </span><a href="https://learningsg.com/mercado-de-td-o-que-esperar-de-2018/"><span style="font-weight: 400;">mercado</span></a><span style="font-weight: 400;"> também recebeu a </span><span style="font-weight: 400;">44º edição do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas </span><b>(CONARH)</b><span style="font-weight: 400;"> nos dias 14/08 a 16/08 no São Paulo Expo na capital paulista. Ao longo dos três dias do encontro, os participantes entraram em contato com uma média de 100 empresas expositoras e 30 palestras magnas ou simultâneas responsáveis por compartilhar as últimas tendências dos segmentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de a iniciativa ter grande parte do foco no gerenciamento humano, houve approaches que contribuem para a construção de novos insights sobre </span><a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><b>competências</b></a> <span style="font-weight: 400;">capazes de fazer a diferença no ambiente de trabalho. Se interessou? Listamos as principais abordagens nesse post! Confira!</span></p>
<p><b>A importância do protagonismo</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mostrar que todos têm a capacidade de serem </span><b>protagonistas</b><span style="font-weight: 400;"> e por consequência influenciar pessoas de forma positiva por meio de atitudes diferenciadas nas organizações foi a principal intenção do </span><b>CONARH</b><span style="font-weight: 400;">, sendo que a proposta ficou clara logo na palestra de abertura “caminho para a transformação e geração de </span><b>propósito</b><span style="font-weight: 400;">” – neste momento se encaixa o seguinte questionamento: o assunto apresenta relação com a temática central do evento? Deixo a resposta para Yohansson Nascimento. &nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O atleta paralímpico brasileiro de 31 anos esteve ao palco ao lado dos palestrantes e idealizadores do projeto Caçadores de Bons Exemplos Iara e Eduardo Xavier a fim de compartilhar sua experiência de vida. O esportista com bi-amputação dos membros superiores desde o nascimento já participou de dez campeonatos mundiais e oito jogos parapan-americanos como velocista. A razão das conquistas está na decisão de ser </span><b>protagonista </b><span style="font-weight: 400;">em vez de ficar envolto em lamentações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O rapaz é apenas um dos 1.600 bons exemplos que o casal Xavier conheceu nos sete anos de trajetória em busca de pessoas que desejam (e conseguem) fazer a diferença ao redor do Brasil a favor de um mundo melhor. E, para reafirmar que Nascimento fez a melhor escolha ao optar pelo </span><b>protagonismo</b><span style="font-weight: 400;">, os palestrantes revelaram o que enxergam em comum nas pessoas que conheceram pelo projeto: elas não perdem tempo falando de problemas porque preferem ir de encontro às soluções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra ocasião em que a temática do </span><b>protagonismo</b><span style="font-weight: 400;"> ficou em evidência foi durante o encerramento na palestra da Anitta. Entre ser gestora e cantar, ela revelou que o lado musical é mais fácil do que conduzir uma equipe de profissionais de diversas aptidões e idades. No último dia, a empresária compartilhou um pouco de suas experiências com Marketing e Negócios que começaram a partir de intuição e vontade de vencer. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Anitta acredita que é positivo ter referências na carreira, porém, é preferível </span><b>protagonizar</b><span style="font-weight: 400;"> ações próprias a tomar atitudes com base em comparações com outros profissionais. Na prática, não há a necessidade de ser chefe do negócio para ter pró-atividade, comprometimento e visão de futuro. É preciso ver o trabalho como uma oportunidade de crescimento e não como uma obrigação. </span></p>
<p><b>A chave para a liderança eficaz</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você sabia que a chave capaz de abrir a porta para uma </span><b>liderança </b><span style="font-weight: 400;">eficaz no século XXI é a habilidade de agilidade de </span><b>aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;">? Afinal, em uma sociedade de rupturas, os líderes são cada vez mais confrontados por problemas que pedem atitudes ágeis. Por este motivo, o inovador em gestão de talentos do Center For Creative Leadership George Hallenbeck ministrou uma palestra sobre este tema a fim de orientar os participantes a entender o conceito, identificar a competência, distinguir os tipos de profissionais e ajudá-los a se desenvolver. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para início de conversa, a competência de agilidade na </span><b>aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;"> trata-se da vontade de aprender com a experiência e em seguida aplicá-la em uma situação desafiadora com a certeza de ser bem sucedido. Antes de identificar aqueles com esta qualidade, é fundamental ter em mente que em um ambiente de trabalho há dois grupos de colaboradores. Os high professional que tendem a valorizar </span><b>feedbacks</b><span style="font-weight: 400;"> precisos, claros e com reconhecimento das habilidades sendo motivados por diplomas na parede. Esta categoria tem uma ótima </span><b>performance</b><span style="font-weight: 400;"> em dinâmicas grupais e circunstâncias específicas, além de comportar-se com base em experiências passadas. Por outro lado, os high professional tem afinidade com a exploração. Ou seja, apreciam serem recompensados com a oportunidade de ter novas experiências. Eles são estimulados por “carimbos no passaporte” e se baseiam em perguntas antes de realizar uma decisão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o processo de identificação da habilidade não se relaciona com nacionalidade, idade ou gênero. O primeiro passo para reconhecê-la é observar a maneira que a pessoa encara novos desafios. &nbsp;É comum que colaboradores ágeis sejam fluídos, adaptáveis, flexíveis e com foco em seguir adiante para aprender e crescer. Vale ressaltar que a agilidade é uma </span><b>competência</b><span style="font-weight: 400;"> que pode ser aprendida e exercitada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata de lidar com pessoas ágeis, o espaço é imprenscindível. Elas gostam de saber que existe uma rede de proteção abaixo delas, mas, sabem que correm o risco de cair. Nestes casos, é importante perguntar a ela “o que você aprendeu?” e “como vai aplicar o conhecimento?”. Novas empreitadas sempre são os melhores meios de recompensas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que achou dos insights? Conte para nós! Por fim, não se esqueça de ser o </span><b>protagonista </b><span style="font-weight: 400;">das suas ações e de ajudar os colegas a crescerem! </span></p>
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		<title>5 lições que a Copa do Mundo tem a ensinar sobre desenvolvimento de competências</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 21:33:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A intensa globalização e o avanço tecnológico levou as empresas a buscarem um elemento imprescindível: o capital humano. Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, investir no desenvolvimento de competências dos colaboradores passou a ser o principal diferencial das organizações para o alcance de resultados. Na prática, essa modalidade de gestão prioriza a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A intensa globalização e o avanço tecnológico levou as empresas a buscarem um elemento imprescindível: o </span><b>capital humano</b><span style="font-weight: 400;">. Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, investir no </span><b>desenvolvimento de competências</b><span style="font-weight: 400;"> dos colaboradores passou a ser o principal diferencial das organizações para o alcance de resultados. Na prática, essa modalidade de </span><b>gestão</b><span style="font-weight: 400;"> prioriza a análise dos objetivos organizacionais, a avaliação em tempo real de performance e a contribuição direta dos profissionais no êxito da companhia. A ação também favorece feedbacks capazes de melhorar o direcionamento de cada um. Ou seja, promove um alinhamento entre as habilidades dos funcionários e as metas empresariais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais benefícios da </span><b>gestão por competências</b><span style="font-weight: 400;">, encontram-se: aumento da motivação e engajamento do colaborador, queda de turnover, otimização do tempo dedicado as atividades de trabalho, crescimento de possibilidades de promoção de carreira, expansão da produtividade e formação de uma vantagem competitiva por parte da corporação. <em>“A abordagem não detecta falhas e por consequência pune quem as comete, obviamente. Na verdade, o gestor exerce um papel de apoio ao colaborador para torná-lo mais pró-ativo e com uma rotina organizada. O profissional também consegue identificar os pontos de melhoria na companhia ao rever estratégias e aprimorar procedimentos”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa</em>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste contexto, a especialista alerta para a importância de ter em mente que a prática não é restrita ao ambiente corporativo. Portanto, permeia outros âmbitos sociais, sendo um deles o esporte. A </span><b>Copa do Mundo</b><span style="font-weight: 400;"> que acontece este ano de 14 de junho a 15 de julho na Rússia é uma referência em desenvolvimento humano por conta dos times esportivos de alto rendimento que ensinam lições desde pensamentos estratégicos a controle emocional e resiliência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, a Flora&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">listou as <strong>5 principais competências</strong> que podem ser analisadas tanto no contexto organizacional quanto esportivo, rendendo bons </span><b>insights</b><span style="font-weight: 400;"> para ambas as esferas.</span></p>
<p><b>Visão Estratégica</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto em uma equipe de futebol quanto em uma companhia de sucesso e alto desempenho, é preciso ter visão estratégica, ou seja, perceber o todo e não apenas a soma das partes. Focar nas funções que cada jogador (colaborador) desempenha pode afastar o gestor da compreensão mais essencial: a das habilidades e competências que devem ser trabalhadas.</span></p>
<p><b>Tomada de decisão</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O esporte lida com pressão por resultados o tempo todo. Nesse contexto, a tomada de decisão quase sempre deve ser orientada pela estratégia da equipe, não apenas por uma contingência ou casualidade. Mas como tomar as melhores decisões? Talvez seja hora de trabalhar um conjunto de competências comportamentais que também atende pelo nome de &#8220;inteligência emocional&#8221;.</span></p>
<p><b>Motivação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar motivado ajuda na execução de qualquer tarefa. Por esta razão, é necessário acreditar no time e motivá-lo. Aqui, uma dica é trabalhar para priorizar uma atitude positiva frente aos desafios diversos.</span></p>
<p><b>Comprometimento</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um profissional comprometido é leal à empresa e se dispõe a solucionar qualquer desafio, pois a atenção está voltada completamente para as demandas corporativas. Liderança tem muito a ver com isso e é preciso ter um olhar especial para ela.</span></p>
<p><b>Resiliência</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas resilientes são fortes, calmas, positivas e conseguem relacionar-se de maneira saudável. Elas também sempre estão em busca de caminhos para evoluir já que tem uma enorme capacidade para adaptação mesmo em meio a crises. Talvez valha a pena lembrar do exemplo de Thiago Silva, capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2014, que foi extremamente criticado por ter demonstrado suas emoções nos jogos do Brasil e agora pode dar a volta por cima.</span></p>
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