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	<title>Gamification &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>Gamification &#8211; SG</title>
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		<title>O uso de jogos para Treinamentos Normativos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 18:39:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Pedro Cabral, Designer Instrucional e Instrutor Master da SG Aprendizagem. Você já ouviu falar sobre os treinamentos normativos? Eles são treinamentos obrigatórios nas empresas para realização de determinadas atividades, com base em NR&#8217;s (Normas Regulamentadoras). Esta capacitação tem como objetivo, desenvolver os profissionais para que estejam preparados para reconhecer, avaliar e administrar os possíveis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por <a href="https://www.linkedin.com/in/pedro-victor-cabral-521aa610a/" target="_blank" rel="noopener">Pedro Cabral</a>, Designer Instrucional e Instrutor Master da SG Aprendizagem.</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você já ouviu falar sobre os treinamentos normativos? Eles são treinamentos obrigatórios nas empresas para realização de determinadas atividades, com base em NR&#8217;s (Normas Regulamentadoras). Esta capacitação tem como objetivo, desenvolver os profissionais para que estejam preparados para reconhecer, avaliar e administrar os possíveis riscos em suas atividades. Apesar de ser uma exigência trabalhista, estes treinamentos focam em garantir a segurança e bem estar de quem está envolvido neste tipo de atividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As empresas geralmente aplicam estes treinamentos no formato presencial, e nos tempos atuais toda a parte teórica está sendo direcionada para o formato EAD. Contudo, independente do formato escolhido, todo este conteúdo possui uma linguagem muito técnica, o que pode dificultar a aprendizagem de quem realmente precisa obter este conhecimento. A prática sempre é um excelente caminho para o aprendizado, e ao longo do tempo a experiência permite que o conhecimento teórico seja aprendido ao longo do caminho. Mas já imaginou aprender tudo isso de uma maneira divertida, colaborativa e dentro de um ambiente seguro?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização de jogos de tabuleiro é uma excelente maneira de contextualizar um assunto tecnicamente robusto como as NR&#8217;s, em algo leve e que coloca o participante como protagonista no processo da aprendizagem. Utilizando elementos como storytelling, desafios e conquistas, é possível transformar situações e orientações importantes sobre um ambiente seguro, de forma divertida e rica em aprendizado, além de dar a oportunidade do participante racionalizar sobre determinada situação, e de criar o seu repertório sobre este conhecimento, para que na vida real esteja de fato preparado diante de alguma situação semelhante que ponha em risco a sua segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes jogos podem estimular em seus participantes,  comportamentos e atitudes desejáveis  para se aplicar na rotina de trabalho. A oportunidade de refletir sobre situações de perigo com atenção plena também é um grande ganho para quem está aprendendo sobre algo novo, relacionado a segurança, alinhados com o autoconhecimento e autorresponsabilidade, em relação às ações corretas que devem ser tomadas com foco nos comportamentos seguros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conceder a oportunidade de profissionais colocarem os seus conhecimentos à prova de uma maneira descontraída e segura, pode ser uma excelente estratégia para minimizar o número de acidentes por falta de conhecimento técnico, além de preparar a todos a preservar o bem mais importante que temos e que se chama: <strong>Vida! </strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Jogar para recrutar: a vez é do gamification nos processos seletivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 18:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de ser difícil saber ao certo quando o termo gamification surgiu, a comunidade acadêmica atribui a autoria ao britânico Nick Pelling, programador britânico que teria cunhado o conceito na década de 1970. Todavia, por trás do nome o significado era bem distante do que conhecemos atualmente. A gamificação, na época, estava relacionada ao desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Apesar de ser difícil saber ao certo quando o termo gamification surgiu, a comunidade acadêmica atribui a autoria ao britânico Nick Pelling, programador britânico que teria cunhado o conceito na década de 1970. Todavia, por trás do nome o significado era bem distante do que conhecemos atualmente. A gamificação, na época, estava relacionada ao desenvolvimento de novas tecnologias, como softwares e, fazendo jus ao nome, jogos digitais.</p>
<p>Quatro décadas depois, o gamification foi ressignificado. A expressão ganhou força com livros, como <a href="https://www.amazon.com.br/Gamification-Criar-Experiências-Aprendizagem-Engajadoras/dp/8582891024/ref=sr_1_5?__mk_pt_BR=ÅMÅŽÕÑ&amp;crid=7GN6806XKZEC&amp;keywords=gamification&amp;qid=1640028417&amp;sprefix=gamification%2Caps%2C221&amp;sr=8-5" target="_blank" rel="noopener">Gamification – 2ª edição revisada e ampliada: Como Criar Experiências De Aprendizagem Engajadoras</a>, o escrito pela Flora Alves, CLO da SG, e o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0DgD3Gb2lb0" target="_blank" rel="noopener">Jogar para Aprender</a> (que inspirou o título do post!), escrito por Karl Kapp e no universo corporativo como uma ferramenta de aprendizagem e uma metodologia criativa para uso em apresentações, vendas, <a href="https://learningsg.com/treinamentos-customizados-para-o-sucesso-nos-periodos-sazonais">treinamentos</a> e muito mais.</p>
<p dir="ltr"><span style="font-weight: 400;">Contudo, a gamificação, que já deixou de ser uma tendência com muito potencial para se tornar uma poderosa realidade, pode ter o uso ainda mais expandido, sendo, por exemplo, um recurso de extrema valia para processos seletivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, muito se fala sobre a importância do uso de inteligência artificial no recrutamento e seleção. É bem verdade que os algoritmos, quando corretamente desenhados, são determinantes para tornar o processo mais ágil e assertivo tanto para candidato quanto para o recrutador &#8211; além de ajudar a economizar tempo e dinheiro. Em contrapartida, é fundamental que o uso de estratégias tecnológicas não se sobressaia ao lado humano da seleção. Nesse ponto, o </span><a href="https://www.instagram.com/p/CUNwf7ZFFAY/" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400;">gamification</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> desempenha um papel de equilíbrio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estratégia é engajadora para entrevistas individuais e igualmente para dinâmicas em grupo. Uma vez que os jogos são incorporados à seleção, os candidatos se sentem desafiados a seguir em frente no que é proposto &#8211; diferentemente de muitos testes “tradicionais” que mais desmotivam os que disputam à vaga do que estimulam, principalmente porque nem sempre o seu propósito fica claro. É, também, uma tática que não deixa o processo seletivo cansativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o apoio dos </span><i><span style="font-weight: 400;">games</span></i><span style="font-weight: 400;">, os candidatos têm a sua disposição a oportunidade de demonstrar suas </span><a href="https://learningsg.com/desenvolver-e-redesenvolver-mantras-de-quem-olha-para-o-futuro"><i><span style="font-weight: 400;">soft skills</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h1><b>Deixe a SG levar os jogos até você!</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a pesquisa Game Brasil 2020, realizada pelo Sioux Group, 73,4% dos brasileiros utilizam plataformas eletrônicas para jogar. Apesar de somente 28,6% alegarem conhecer especificamente o que é a metodologia do </span><i><span style="font-weight: 400;">gamification</span></i><span style="font-weight: 400;">, entre todos aqueles que já participaram de alguma dinâmica envolvendo gamificação, 91,7% disseram que a experiência foi positiva e agregadora. Os dados deixam claro que estratégias corporativas com base em </span><i><span style="font-weight: 400;">games</span></i><span style="font-weight: 400;"> podem não somente ser as “queridinhas” do RH e das lideranças, como também podem deixar candidatos e funcionários satisfeitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desenho de soluções que envolvam </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=PwiDLz432aM" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">jogos</span></a><span style="font-weight: 400;">, seja para recrutamento, aprendizagem ou qualquer outra necessidade, envolve muito planejamento. É necessário ter um cuidado especial tanto para tornar o </span><i><span style="font-weight: 400;">game</span></i><span style="font-weight: 400;"> atrativo quanto para compreender o que exatamente ele exigirá do candidato e como isso será favorável ao feedback e à avaliação do recrutador.</span></p>
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		<title>Segundo dia do Let&#8217;s Go Festival e o que aprendemos com o Des-Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 20:19:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá pessoal,&#160; Chegamos ao final do Let’s Go Festival! O segundo dia foi cheio de surpresas: logo no início do dia vi a palestra do jovem Davi Braga; é aquele garotinho que encantou e surpreendeu a todos nós quando surgiu nas redes sociais e em vários programas de TV, TEDx e Congressos, e com 13 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Olá pessoal,&nbsp;</p>



<p>Chegamos ao final do <strong><a href="https://www.letsgofestival.com.br" target="_blank" rel="noopener">Let’s Go Festival</a></strong>! O segundo dia foi cheio de surpresas: logo no início do dia vi a palestra do jovem <strong>Davi Braga</strong>; é aquele garotinho que encantou e surpreendeu a todos nós quando surgiu nas redes sociais e em vários programas de TV, TEDx e Congressos, e com 13 anos já tinha uma empresa, a <strong>List-It</strong>, se apresentando como um empreendedor. Hoje, no auge dos seus 18 anos, e cheio de experiência, veio falar para os congressistas sobre <strong>empreendedorismo para os jovens</strong>, alertando aos professores presentes para que não inibam as ações empreendedoras de seus alunos. Ele alertou: o estímulo aos jovens é mega importante para o crescimento e formação do caráter de um bom ser humano; reforçou a importância do apoio familiar, com regras, respeito e educação, mas com muito apoio e incentivo, e lembrou que &#8220;notas são importantes mas que não são as únicas coisas importantes da vida&#8221;, levando os professores a refletirem sobre o potencial de cada aluno e também como explorar esse potencial,&nbsp;formando seres humanos e não “só” bons alunos. A mensagem final de Davi Braga&nbsp;foi: <strong>“Quando não tiver nenhum desafio à frente, crie um&#8221;</strong>.</p>



<p>Outro palestrante interessante foi <strong>Lucas Mendonça,</strong> que falou sobre <strong><a href="https://learningsg.com/cursos/game-thinking-academy/">gamificação</a></strong> em aulas para engajar os alunos. Ele apresentou vários conceitos já conhecidos por nós, mas o que mais marcou foi o processo de <strong>feedback</strong>, um pouco diferente da forma que o utilizamos no <strong>mundo corporativo</strong>. Ele enfatizou que o feedback para os alunos deve ser mais claro e mais objetivo, quase que no mesmo momento em que se fizer necessário; também reforçou o <em>“perfil do jogador”</em>, para que os professores entendam o perfil de seus alunos e desenvolvam um game que atenda ao perfil do jogador/aluno.&nbsp;</p>



<p>Outro momento importante foi ouvir <strong>Josephine Nyiranzeyimara</strong>, de Ruanda. Ela apresentou o poder e a necessidade de investimento no <strong>Capital Humano</strong>, ou seja, o poder da educação dos jovens, para que o País conquiste seus objetivos no futuro; ou seja, estão preparando a nova geração de jovens para que reescrevam a história do País, quando forem adultos, e a educação é o pilar chave deste projeto audacioso. Mas não o único pilar: a <strong>tecnologia digital</strong>, infraestrutura e condições básicas são os outros pilares do projeto. O projeto não visa apenas a uma educação de qualidade, mas formar jovens empreendedores, pesquisadores incentivados a encontrarem soluções para a sua região, sua cidade e seu País e, quem sabe, para o mundo, quando forem maiores. A frase marcante de Josephine foi: “O professor é o defensor e o líder da transformação&#8221;.</p>



<p>Logo em seguida, tivemos outro palestrante internacional. Foi a vez do queniano <strong>Richard Turere</strong>, outro jovem de 18 anos, palestrante de TEDx, inventor e criador da Lion Lights, cujo slogan é Lights 4 Life. Sua história é bastante interessante por ser um jovem Maasai, onde a tradição é que os homens se tornem caçadores de animais. Bem, é aí que se inicia um grande problema ou uma grande transformação. Aos 9 anos de idade, ele já cuidava das cabras que sua família criava. Como moravam próximos de uma região onde havia vários leões, à noite os leões invadiam as terras povoadas para se alimentarem das cabras e das vacas do povoado; estes animais se tornavam presas fáceis para os leões. O Jovem Turere, com 9 anos, foi designado pelo seu pai a vigiar os animais no período da noite e ele, como toda criança, tinha uma mente &#8221; fértil&#8221; e também muito sono, então resolveu andar à noite com uma lanterninha, para os leões perceberem que alguém estava ali no pasto; também teve a ótima idéia de criar espantalhos, pois pensava que os leões poderiam se confundir e não atacariam as cabras. Sua grande ideia resistiu por uma semana e depois os leões voltaram a atacar o rebanho. Ele pensou que tinha que melhorar a sua ideia e resolveu acender tochas para ficar andando no pasto e isto funcionou melhor. Mas os leões atacavam outros rebanhos e os jovens de sua tribo saíam para caçar os leões como retaliação e também como parte do processo de se transformarem em guerreiros caçadores. Mas ele não queria ir, pois pensava que deveria ter outra forma de resolver o problema sem matar os leões, apesar de seus amigos acharem que ele tinha medo dos leões. Resumindo a história: percebendo que os leões não vinham para a sua área por conta das luzes, ele resolveu aprimorar o seu projeto e depois de um tempo de testes produziu luzes piscantes, alimentadas por placas solares. O projeto deu tão certo que outros habitantes do povoado quiseram as luzes: ele acabou instalando luzes em várias áreas, acabando com os ataques dos leões. Já estão há seis anos sem ataques! E hoje o projeto já está implantado em outros países como Zâmbia e Argentina, onde algumas regiões sofrem de ataques de animais selvagens em áreas de produtores rurais. Sua empresa já conta com 7 funcionários.</p>



<p>Bom, o que este segundo dia nos trouxe de aprendizado:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A importância do <strong>incentivo</strong> ao jovem para empreender e se tornar o que deseja ou oferece maior prazer;</li><li><strong>Respeito</strong>: respeito às diferenças, respeito à opinião e ideias dos outros;</li><li>Mesclar as <strong>metodologias</strong> e conceitos do mundo corporativo para o mundo acadêmico, respeitando suas características e particularidades;</li><li>Nem tudo o que se apresenta em congressos serve para todos (ouvi vários comentários de que &#8220;isto não dá para ser implantado na minha escola, não temos condições de fazer isto na escola, e outras declarações desta natureza);</li><li>Todo o poder da mudança está nas mãos do professor; não importa a condição financeira da escola, se o professor quiser, <strong>ele faz a diferença</strong>. Parece ser muita responsabilidade para o professor, mas ele tem, sim, grande responsabilidade no processo de transformação e na formação do ser humano.</li></ul>



<p>E o que aprendemos participando deste evento? Primeiramente, fiquei mega surpreso e feliz de ver um evento que apresentou muitas soluções e metodologias utilizadas no nosso mercado, sendo apresentadas para os professores de escolas públicas ou particulares. Fico feliz por isso mesmo sabendo que a realidade da educação do Brasil não está representada neste evento. Nosso caso é muito mais sério, mas não vou discutir esta situação e, sim, a <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">aprendizagem do mundo corporativo</a> e do acadêmico</strong>. Estamos falando dos mesmos conceitos, das mesmas metodologias. Pode ser que as escolas estejam um pouco atrasadas em alguns conceitos, mas estão falando, estão analisando&nbsp;e ja estão utilizando alguns importantes conceitos para transformar a educação das crianças e jovens no Brasil.&nbsp;</p>



<p>Diante deste cenário, onde as escolas preparam melhor os nossos jovens, nosso trabalho como <strong><a href="https://learningsg.com/sobre-a-sg/">desenvolvedores de pessoas</a></strong>, exige que nos tornemos cada vez mais profissionais. Devemos nos desenvolver cada vez mais e as empresas contratantes devem exigir cada vez mais a participação de profissionais conhecedores e responsáveis para entregarem as soluções que lhes são solicitadas.</p>



<p>O mercado não tem mais espaço para aventureiros. Nossa responsabilidade, quando estamos em sala, é muito séria, pois <strong>transformamos vidas</strong> e não simplesmente apresentamos um bom slide ou algum conteúdo lido em um livro; <strong>somos responsáveis por mudar o mundo por meio da educação</strong>, este é o nosso objetivo e falo isso em nome de várias empresas e profissionais amigos que pensam como nós da SG, são éticos e respeitadores, pesquisadores e amantes do desenvolvimento de pessoas.</p>



<p>Espero que tenham gostado desses resumos do <strong>Let’s Go Festival</strong> e, no ano que vem, quem se interessar em ir já pode se programar: o evento será nos dias 1º e 2 de setembro, em Curitiba-PR.</p>



<p>Abraços a todos vocês que dedicaram seu precioso tempo para ler este conteúdo e sempre que quiserem trocar experiências ou simplesmente bater um papo, basta nos chamar.&nbsp;</p>



<p>Até a próxima.<br><em>Sergio Guerra<br>CEO da SG Aprendizagem Corporativa</em> Desenhada Sob Medida</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira os outros posts do nosso CEO, Sergio Guerra sobre o evento: <br>&#8211; <a href="https://learningsg.com/escolas-x-mundo-corporativo/">Escolas X Mundo Corporativo</a><br>&#8211; <a href="https://learningsg.com/impressoes-sobre-o-lets-go-festival-dia-1/">Impressões sobre o Let’s Go Festival – Dia 1</a></h4>
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		<title>Impressões sobre o Let&#8217;s Go Festival &#8211; Dia 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2019 22:43:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[por Sergio Guerra, CEO da SG Aprendizagem Corporativa Oi gente! Como sabem, estou acompanhando o (Des)Congresso Let&#8217;s Go Festival, que acontece nos dia 3 e 4 de setembro, em Curitiba (PR). Vou contar para vocês um pouco do que está acontecendo aqui e como é possível relacionar os insights e aprendizados de um evento totalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><em>por Sergio Guerra, CEO da SG Aprendizagem Corporativa</em></h4>



<p>Oi gente! Como sabem, estou acompanhando o (Des)Congresso <strong>Let&#8217;s Go Festival</strong>, que acontece nos dia 3 e 4 de setembro, em Curitiba (PR). Vou contar para vocês um pouco do que está acontecendo aqui e como é possível relacionar os <strong>insights</strong> e aprendizados de um evento totalmente voltado para a educação formal ou acadêmica com a área em que atuamos, a <strong>educação corporativa</strong>.</p>



<p>Bom, vou explicar o começo: por que estamos aqui. Ouvimos muito falar que <strong>70% ou até 85% dos alunos que estão no ensino médio hoje trabalharão em atividades que ainda não foram criadas</strong> e concordamos plenamente com isto. Diante disso, resolvemos vir para o evento e entender como as escolas e os <strong>professores/educadores</strong> estão pensando o futuro de nossos jovens.</p>



<p>A primeira relação entre o mundo educacional formal/acadêmico com o corporativo é a <strong>tecnologia</strong>. Quase todas as palestras que vi hoje apresentaram algo relacionado à tecnologia para auxiliar no processo de <strong>transferência de conhecimento</strong> e facilitando a <strong><a href="https://learningsg.com/sobre-a-sg/">aprendizagem</a></strong>. Mais: como esta tecnologia poderá auxiliar o professor e os alunos na sala de aula. Ouvimos sobre a internet das coisas, sobre os aplicativos, NASA, <strong><a href="https://learningsg.com/cursos/game-thinking-academy/">gamificação</a></strong>, várias situações que utilizamos no mundo corporativo, mas o que me chamou mais a atenção foi o chamado de que &#8220;somos uma geração de transição, para uma nova geração de professores&#8221;. E é exatamente o que estamos vivendo no mundo corporativo: o processo de reaprender para aprender. Hoje exploramos as atividades lúdicas, criativas e inovadoras para que os &#8220;alunos&#8221; saiam da zona de conforto, pensem de forma diferente o que fazem todos os dias, descobrindo novos caminhos para fazer as coisas, para explorar caminhos diferentes, descobrindo novos caminhos para criar de forma disruptiva.</p>



<p>O mundo será dividido entre dois grupos: os <em>watchers</em> e os <em>doers</em> (os que farão e os que assistirão). Estamos falando de educação 5.0, mas isso está mais perto&nbsp;do que imaginamos. Somos solicitados a criar cada vez mais, a termos mais <strong>criatividade </strong>e sermos mais inovadores e cada vez mais realizadores, com mais e mais responsabilidades, assumindo cada vez mais o papel de <strong>protagonista</strong> sobre qualquer situação e não sermos mais simples espectadores de nosso <strong>desenvolvimento</strong> ou de nossas carreiras.</p>



<p>Vi logo cedo a palestra de David Aguilar, que é um jovem que nasceu sem o antebraço direito devido a uma má formação genética, passando por vários problemas em sua infância, desde bullying até a falta de preparo de seus professores para lidar com ele, o que o transformou em um incansável pensador: como ele poderia fazer o que toda criança &#8220;normal&#8221; fazia? Isso o levou a fazer suas próprias próteses com peças de<a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-lego-aprenda-a-utilizar-o-lego-no-mundo-corporativo-new/"> </a><strong><a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-lego-aprenda-a-utilizar-o-lego-no-mundo-corporativo-new/">Lego</a></strong>, um grande exemplo de superação e inquietação com as condições dadas. Uma frase que marcou a sua palestra foi:&nbsp; &#8220;Somos diferentes e acredito que somos melhores porque tivemos e temos que ser mais forte do que qualquer pessoa &#8216;normal&#8217;, pois passamos por dificuldades que poucos passaram&#8221;. E onde o mundo corporativo é diferente do que vimos na palestra do David? Somos cobrados e preparados a superar desafios todos os dias, não é verdade?</p>



<p>E para continuar a superação de desafios, acompanhei a palestra de Ika Fleury e Regina Oliveira, da Fundação Dorina Nowill, em que apresentaram o projeto BRASILEIRO do <strong>Lego Braille Bricks</strong>. Isto mesmo, gente:<strong> um projeto brasileiro, que são as peças do famoso Lego, em Braille, para crianças com deficiência visual aprender brincando</strong>. O mais interessante, e o link com a superação de obstáculos, é que a Lego não se interessou pelo projeto na sua primeira apresentação. Mas, como diz o ditado, &#8220;Sou brasileiro e não desisto nunca&#8221;. Eles conseguiram apresentar o projeto para o neto do fundador da Lego, que veio até o Brasil conhecer a Fundação e aprovou o projeto, que deve ter suas peças comercializadas em 2020 e com uma formação para capacitar os professores , realizada na própria Fundação .&nbsp;</p>



<p>Outro ponto importante, para encerrar o nosso dia, foi ver o incentivo aos &#8220;Espaços Makers&#8221;, onde o &#8220;colocar a mão na massa&#8221; ganha espaço no mundo acadêmico e no mundo corporativo. Isto não é novidade para nós: já utilizamos muitas oficinas de criação, co-criação e encontros que transferem conhecimento por meio de atividades lúdicas, criativas e inovadoras (e diga-se de passagem que estas <strong><a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/">soluções</a> são especialidades da SG</strong>). Mas é bom ver esse tipo de ação.&nbsp;</p>



<p>Resumindo o nosso dia, o que me deixou muito feliz é que em quase todas as palestras que vi, o aluno está no <strong>centro do processo</strong>, algo que conhecemos bem com o <strong><a href="https://learningsg.com/cursos/workshop-trahentem-2/">Trahentem</a></strong>. O aluno deve ser estimulado e respeitado a todo momento e isto não é diferente do que fazemos com nossos participantes em nossas soluções corporativas.</p>



<p>Bom, pessoal, este foi o resumo de hoje, espero que tenham gostado e fiquem de olho nas nossas redes sociais. Amanhã eu conto mais um pouco sobre o último dia do <strong><a href="https://www.letsgofestival.com.br" target="_blank" rel="noopener">Let&#8217;s Go Festival</a></strong>.</p>



<p>Até mais!</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira os outros posts do nosso CEO, Sergio Guerra sobre o evento: <br>&#8211; <a href="https://learningsg.com/segundo-dia-do-lets-go-festival-e-o-que-aprendemos-com-o-des-congresso/">Segundo dia do Let’s Go Festival e o que aprendemos com o Des-Congresso</a><br>&#8211; <a href="https://learningsg.com/escolas-x-mundo-corporativo/">Escolas X Mundo Corporativo</a></h4>
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		<title>Grande Grupo do setor de atacado aposta em formação com os maiores especialistas em Gamification no mundo e vira case de Sucesso﻿</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 15:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Game Thinking Academy]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo Gamification parece ser, no momento, uma das palavras mais pronunciadas quando o assunto é treinamento. É comum pessoas acreditarem que Gamification seja o mesmo que o uso de games para treinamento, mas não são a mesma coisa.&#160; Gamification ou gamificação é um conceito que propõe a aplicação de mecanismos e dinâmicas de jogos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O termo <strong>Gamification</strong> parece ser, no momento, uma das palavras mais pronunciadas quando o assunto é <a href="https://learningsg.com/solucoes-customizadas/"><strong>treinamento</strong></a>. É comum pessoas acreditarem que <a href="https://learningsg.com/entendendo-o-gamification%ef%bb%bf/"><strong>Gamification</strong></a> seja o mesmo que o uso de games para treinamento, mas não são a mesma coisa.&nbsp;</p>



<p>Gamification ou gamificação é um conceito que propõe a aplicação de mecanismos e dinâmicas de <strong>jogos</strong> em outros universos fora do <strong>tabuleiro</strong> ou do <strong>videogame</strong> (isto é, tornar outros aspectos da vida tão estimulante quanto um jogo). É <em>trazer o jogo para a realidade</em> e com isso impactar pontos como <strong>engajamento</strong>, <strong>produtividade</strong>, <strong>foco</strong>, determinação e outros, tornando mais simples atingir <strong>metas e objetivos</strong> em qualquer contexto.&nbsp;</p>



<p>Se um chefe, por exemplo, promove uma determinada dinâmica que envolve acumulação de pontos no trabalho, isto é <a href="https://learningsg.com/entendendo-o-gamification%ef%bb%bf/"><strong>gamification</strong></a>. Por meio desta técnica, é possível transformar rotinas e fazer com que as pessoas se sintam mais inclinadas a se dedicar às tarefas e <strong>desafios</strong> que cada situação exige.</p>



<p>E foi pensando em tantos benefícios que um grande Grupo do setor de atacado resolveu apostar em gamification, tornando-se um case de sucesso. O Grupo é o maior de varejo e distribuição do Norte e Nordeste, com 22 mil colaboradores e negócios no varejo, atacarejo (cash and carry), eletro, panificação, distribuição de produtos farmacêuticos, franquia, administração de cartão entre outros.</p>



<p>Alguns de seus colaboradores participaram do <a href="https://learningsg.com/game-thinking-academy-brasil/"><strong>Game Thinking Academy</strong></a>, evento fruto de uma parceria entre <strong>Flora Alves</strong>, maior especialista em Gamification no Brasil e CLO da <a href="https://learningsg.com/"><strong>SG Aprendizagem Corporativa Desenhada Sob Medida</strong></a><strong> </strong>e do norte-americano especialista em Gamification <strong>Karl Kapp</strong>. O curso acontece em quatro níveis onde os participantes aprendem a combinar o <strong>Design de Aprendizagem </strong>com o <strong>Pensamento de Jogos</strong>, ou seja, fazem o design de um <strong>jogo de aprendizagem</strong> utilizando o pensamento do <strong>Game Designer</strong> como metodologia de aprendizagem. Ao passar pelos níveis 1, 2 e 3 adquirem conhecimentos e habilidades para implementar um jogo de aprendizagem real em seu ambiente de trabalho. O nível 4, consiste na implementação do seu jogo com mentoria individual de Flora Alves e Karl Kapp para garantir a <a href="https://learningsg.com/treinamento-customizado-facilita-a-transferencia%ef%bb%bf/"><strong>transferência da aprendizagem</strong></a> e o seu sucesso.</p>



<p>O Head de Produto do Grupo foi um dos participantes do <a href="https://learningsg.com/game-thinking-academy-brasil/"><strong>Game Thinking Academy</strong></a>. Segundo ele, o CEO da empresa possui uma startup voltada para educação onde a mesma utiliza processo de <strong>gamificação</strong> para aumentar o <strong>engajamento</strong> e aprendizagem dos usuários. A startup é gerenciada por um doutor em educação, na qual vem se aprofundando no uso de gamificação.</p>



<p>“Por trabalharmos no mesmo espaço físico, sempre existe troca de experiências e conhecimentos. Dessa forma iniciamos o contato com o <a href="https://learningsg.com/game-thinking-academy-brasil/"><strong>Game Thinking Academy</strong></a> para entender como seria a <strong>metodologia</strong> do curso. O que para mim teria total aplicação, pois estava gerenciando a implantação de um CRM para a empresa e encontrava-me com alguns gargalos de <strong>engajamento</strong> em relação aos colaboradores, e futuramente utilizaria desse conhecimento para a implantação de uma gamificação dentro da própria plataforma, tanto para os colaboradores, como para os clientes”.</p>



<p>CRM é a sigla para <em>Customer Relationship Management</em> ou em português Gestão de Relacionamento com o Cliente e representa processos, softwares, estratégias de negócio ou até mesmo uma cultura com objetivo de gerenciar a relação com os clientes para satisfazer e fidelizar, ajudando a reduzir custos e aumentar a qualidade e os lucros do negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impactos positivos do Game Thinking Academy</strong></h2>



<p>Em decorrência do<strong> </strong><a href="https://learningsg.com/game-thinking-academy-brasil/"><strong>Game Thinking Academy</strong></a>, o Head de Produto do Grupo conseguiu implementar uma experiência gamificada na empresa e o resultado foi excelente. “A <strong>formação</strong> se tratou de um aprendizado na prática de um problema real a qual eu me encontrava dentro da empresa. A <strong>metodologia</strong> aplicada me levou a entender melhor o problema, e com a ajuda dos mentores, percebemos que o nosso foco deveria ser no engajamento do colaborador ao conhecer o nosso CRM. Mais que um jogo, nossos colaboradores precisavam primeiro entender o que é o nosso CRM e ver o valor do mesmo”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para a <strong>experiência gamificada</strong> criada durante o curso para o Grupo participaram 74 operadores de caixa e para os 15 primeiros tiveram um aumento de até 400% de oferta do aplicativo para os clientes, em relação ao mesmo período do mês anterior ao jogo. “Em análise com a semana anterior ao game podemos concluir que houve um aumento de mais de 30% na quantidade de clientes que efetuavam compras utilizando o aplicativo. Ainda analisando a semana anterior, o <strong>faturamento da loja</strong> relacionada ao game gerou um aumento de mais de 42 mil reais e os produtos promocionados geraram um aumento de venda de mais de 35%”.<br>Para o Head de Produto do Grupo, o mais <strong>engajador</strong> é que mesmo com o término do <a href="https://learningsg.com/game-thinking-academy-brasil/"><strong>Game Thinking Academy</strong></a> ainda existe um acompanhamento, sendo que a liberação do certificado só existe após a comprovação da aplicação na empresa. “Isso me levou a sair um pouco dos processos diários e me engajar a aplicar e buscar os <strong>resultados</strong>, que foram excelentes. Temos planos para expandir o jogo que já está em pleno funcionamento. Já estamos operando com o <strong>game</strong> em três lojas e com planos para as próximas”, finaliza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inscreva-se na formação <a href="https://learningsg.com/game-thinking-academy-brasil/">Game Thinking Academy</a> aqui.</h2>
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		<title>SG leva grandes nomes do Gamification para o CBTD 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 19:58:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De 28 a 30 de novembro aconteceu a 33ª edição do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD). O evento, que aconteceu no Mendes Convention Center, em Santos (SP), teve como propósito o de apresentar as últimas tendências da área de Desenvolvimento Humano a mais de 2.500 congressistas a partir do tema “Convergir para inovar: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">De 28 a 30 de novembro aconteceu a 33ª edição do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD). O evento, que aconteceu no Mendes Convention Center, em Santos (SP), teve como propósito o de apresentar as últimas tendências da área de Desenvolvimento Humano a mais de 2.500 congressistas a partir do tema “Convergir para inovar: a diversidade como o caminho da transformação”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O congresso contou com participação dos maiores especialistas em Gamification, o norte-americano Karl M. Kapp e a CLO da SG Aprendizagem Corporativa Desenhada Sob Medida, Flora Alves. Sergio Guerra, CEO da SG integrou os palestrantes do Espaço ABTD, além da SG marcar presença na EXPOCBTD trazendo suas soluções sob medida e ainda a grade de Workshops e Formações da #EscolaVivaSG para 2019. </span></p>
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		<title>O que muitas empresas não enxergam (mas, deveriam): entenda como o viés inconsciente impacta os negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 12:30:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diversidade é a palavra do momento. Uma pesquisa realizada pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) identificou que 80% dos executivos brasileiros afirmam que a área de recrutamento da empresa está alinhada aos princípios de igualdade. Por sua vez, o número chega a 70% quando se trata da política de atração. Fato é que além da questão humanitária, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> é a palavra do momento. Uma pesquisa realizada pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) identificou que 80% dos executivos brasileiros afirmam que a área de </span><b>recrutamento</b><span style="font-weight: 400;"> da empresa está alinhada aos princípios de igualdade. Por sua vez, o número chega a 70% quando se trata da política de </span><b>atração</b><span style="font-weight: 400;">. Fato é que além da questão humanitária, a pluralidade de ideias advinda dos diferentes perfis contribui para a formação de um ambiente corporativo inovador capaz de aumentar o nível de competitividade no mercado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, nem tudo são flores. Dentro do movimento à favor da </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> nas empresas ainda existe um elemento que costuma disfarçar-se entre uma piada ou outra para reprimir (principalmente) colaboradores que pertencem aos grupos de LGBT+, mulheres, negros e pessoas com deficiência. O viés inconsciente, ou seja, aquele preconceito que está enraizado no subconsciente e não é praticado de maneira intencional proporciona um local hostil onde as vítimas das agressões veladas tendem a desenvolverem problemas psicológicos, diminuírem a </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> e se afastarem do trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário, a Universidade Carleton no Canadá descobriu que 95% das decisões são automáticas e apenas 5% racionais. Esse jeito ágil de pensar é conhecido como “bottom up” no qual a decisão vai do inconsciente para o consciente. Ou seja, a atitude é tomada antes de se ter consciência do que foi feito. Neste contexto, a </span><b>neurociência</b><span style="font-weight: 400;"> explica o fenômeno. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>ser humano</b><span style="font-weight: 400;"> recebe os estímulos pelas amígdalas cerebelares que detém informações &nbsp;integradas a todo o processo evolutivo do <em>homo sapiens</em> com o objetivo de indicar situações de perigo. Portanto, a partir da detectação da sensação o </span><b>cérebro</b><span style="font-weight: 400;"> reptiliano é acionado e em seguida provoca até duas reações imediatas: lutar com as mãos ou fugir com os pés. As pessoas tem o poder de acionar o sistema reptiliano em outras pessoas por conta das vivências e afinidades armazenadas nelas. Mas, nestes casos o </span><b>cérebro</b><span style="font-weight: 400;"> social não permite a luta ou a fuga de um desconhecido. Por consequência, surge um afastamento. Em conjunto com a exclusão aparece a mania de encontrar defeitos e as piadinhas de mau gosto que passam despercebidas aos olhares desatentos. Por fim, é importante ressaltar que apesar do viés inconsciente não ser proposital é fortalecido por meio da frequência de ocorrência. </span></p>
<h2><b>Vivendo em harmonia</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa, a maneira com que os colaboradores enxergam o outro interfere na união em prol do alcance de um propósito em comum. Logo, para ter bons frutos no empreendimento é preciso trabalhar o viés inconsciente ao aperfeiçoar as habilidades de relacionamentos interpessoais. “As pessoas nascem iguais e os episódios que acontecem ao longo da vida são responsáveis por trazer modificações particulares na forma de pensar de cada um. Neste sentido, não há como evitar a categorização do próximo. Mas, viver em harmonia é saber valorizar as semelhanças e </span><b>aprender</b><span style="font-weight: 400;"> a lidar com as diferenças”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando em auxiliar na jornada contra o preconceito no ambiente corporativo, a CLO selecionou dicas indispensáveis para os </span><b>Recursos Humanos </b><span style="font-weight: 400;">nessa missão. Confira-as abaixo: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abra os olhos &#8211; O funcionário que propaga o preconceito sob a óptica do viés inconsciente não tem ideia do impacto das próprias atitudes. Então, é fundamental abrir os olhos dele para o conceito e expor as consequências que as ações resultam em toda a organização. A tendência de quem reconhece um problema é ficar atento para evitá-lo. A iniciativa também é um meio de ajudar na melhoria, afinal, a conscientização permite medir as atitudes a fim de perceber os caminhos corretos a seguir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conscientize &#8211; As pessoas podem não ser responsabilizadas pelo o que pensam, mas com certeza são pelo o que fazem. Afinal, agir é uma escolha. Portanto, para ter uma companhia inclusiva é necessário ajudar os funcionários a tomar atitudes que priorizem a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;">. Uma boa opção para que isso aconteça é expô-los a um conteúdo informativo que amenize os estereótipos e crenças limitantes, pois mudar a maneira de pensar significa olhar os pontos positivos do colega em vez de focar no que falta nele. Atividades lúdicas e dinâmicas como o </span><a href="https://learningsg.com/entre-no-jogo-a-importancia-do-gamification-para-a-empresa/"><b>Gamification</b></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://learningsg.com/lego-serious-play-e-preciso-brincar-com-responsabilidade/"><b><em>LEGO</em>®&nbsp;<em>SERIOUS PLAY</em>®</b></a>&nbsp;<span style="font-weight: 400;">são ideais para disseminar a conscientização porque a leveza tira o peso que a consciência da existência do preconceito traz e deixam aqueles que se encaixam neste perfil mais abertos às novidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Promova planos de carreira &#8211; Abrir as portas para a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> não é o suficiente. O RH deve criar condições para que as minorias consigam realmente crescer no cargo. Além de reter os talentos plurais, o comportamento servirá de exemplo aos demais e enviará a mensagem de igualdade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Implante a mudança no DNA &#8211; Nada melhor do que evitar o incentivo ao preconceito do que implantar uma mudança de </span><b>mindset na </b><a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><b>cultura organizacional</b></a><span style="font-weight: 400;">. Todos os colaboradores precisam se sentir à vontade no ambiente corporativo para que contribuam com sugestões, relatem problemas e mantenham a </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> sem se sentirem ameaçados. Sendo assim, o RH deve esforçar-se para inserir valores de igualdade na cultura a fim de criar uma empresa aberta. Ou seja, sem discriminações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, como anda a </span><b>diversidade</b><span style="font-weight: 400;"> na sua empresa? </span></p>
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		<title>SG – Aprendizagem Corporativa marca presença no CBTD 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 19:08:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em uma sociedade onde a intolerância ganha cada vez mais espaço, a 33ª edição do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD) traz um lembrete importante para as empresas: a pluralidade de ideias. De 28 a 30 de novembro o evento que acontece no Mendes Convention Center no litoral paulista tem o propósito de apresentar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em uma sociedade onde a intolerância ganha cada vez mais espaço, a 33ª edição do </span><b>Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD)</b><span style="font-weight: 400;"> traz um lembrete importante para as empresas: a pluralidade de ideias. De 28 a 30 de novembro o evento que acontece no Mendes Convention Center no litoral paulista tem o propósito de apresentar as últimas tendências da área de </span><b>Gestão</b><span style="font-weight: 400;"> a mais de 2.500 congressistas a partir do tema “convergir para inovar: a diversidade como o caminho da transformação”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, as palestras e workshops realizados ao longo de todo o </span><b>CBTD</b><span style="font-weight: 400;"> baseiam-se nas seguintes trilhas do </span><b>conhecimento</b><span style="font-weight: 400;">: Capital Humano, Desenvolvimento de Liderança, Metodologias e Processos de Aprendizagem, e, Planejamento e Avaliação de Programas de Treinamento. Entre as atrações do congresso em si encontra-se a SG – Aprendizagem Corporativa. A companhia que atua há 15 anos no mercado de Recursos Humanos abordará o conceito de </span><b>Gamification</b><span style="font-weight: 400;"> no segundo dia de evento (29/11) das 9h15 às 12h15 por meio do workshop “Game Design &amp; Design de Aprendizagem. Muito mais que diversão”. &nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A iniciativa contribui para que os profissionais percebam com a aplicação de atividades o poder da </span><b>abordagem</b><span style="font-weight: 400;"> lúdica e dinâmica na estratégia de </span><b>aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;">. Afinal, ao ser utilizada de maneira estruturada e intencional sem deixar de inserir o </span><b>ser humano</b><span style="font-weight: 400;"> no centro dos processos é capaz de eliminar os </span><b>gaps de performance</b><span style="font-weight: 400;"> ao auxiliar a transferência do conteúdo adquirido no </span><b>treinamento</b><span style="font-weight: 400;"> para a prática”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa. A dinâmica também vai orientar os participantes a construir os próprios </span><b>jogos</b><span style="font-weight: 400;"> de acordo com as necessidades particulares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro diferencial do workshop está na presença da facilitadora gráfica Ana Lu que trabalhará com a linguagem visual em tempo real para facilitar com imagens a compreensão das informações expostas. “Os elementos visuais são altamente assertivos no momento de capturar a essência dos dados destacando os principais pontos. É uma espécie de resumo de conteúdo no formato de </span><b>mapa mental</b><span style="font-weight: 400;"> que se sobressai a memorização de informações textuais, por exemplo”, explica a CLO. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> A ação será ampliada para o stand onde a facilitadora transformará as respostas dos visitantes para o questionamento “o que torna uma experiência de </span><b>aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;"> perfeita para você?” escritas em post-its em linguagem visual. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, as surpresas da SG para o congresso não param por aí. A parceria de longa data entre Flora e Karl Kapp resultou na vinda do designer instrucional ao </span><b>CBTD</b><span style="font-weight: 400;">. O norte-americano que ministrará a palestra com tradução simultânea “Pensando como um Game Designer” é doutor em educação pela Universidade de Pittsburgh e tornou-se a principal referência mundial em </span><b>Gamification</b><span style="font-weight: 400;"> sendo autor do best-seller The Gamification of Learning. Recentemente, também lançou o livro Play to Learn. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, quem conferir a apresentação do Trahentem® no stand da companhia poderá participar de um sorteio de uma maleta com itens indispensáveis para os profissionais de T&amp;D. Basta inscrever-se no link: </span><a href="https://eu.neuland.com/detail/index/sArticle/1004" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://eu.neuland.com/detail/index/sArticle/1004</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ferramenta idealizada por Flora Alves é uma </span><b>metodologia </b><span style="font-weight: 400;">que orienta designers instrucionais experientes ou iniciantes a descobrirem um caminho ágil e seguro para </span><span style="font-weight: 400;">para executar os processos de construção de uma </span><b>solução de aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;"> ao inserir o </span><b>ser humano</b><span style="font-weight: 400;"> no centro do </span><b>treinamento</b><span style="font-weight: 400;"> – o que faz com que a </span><b>educação corporativa</b><span style="font-weight: 400;"> seja simples, colaborativa e atrativa aos envolvidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mais informações, acesse o site da&nbsp;</span><a href="http://portal.abtd.com.br/cbtd.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">33ª edição do CBTD</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><b>Serviço<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Evento: 33ª edição do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Dias e Horários: 28/11 das 12h às 19h30, 29/11 das 7h às 19h30 e 30/11 das 7h às 17h30.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Local: </span><span style="font-weight: 400;">Mendes Convention Center<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Endereço: </span><span style="font-weight: 400;">Av. Francisco Glicério, 206 &#8211; Gonzaga, Santos/São Paulo</span></p>
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		<title>Como treinar a força de vendas para a Black Friday</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Nov 2018 13:15:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A última quarta-feira do mês de novembro acontece a Black Friday. Uma data de origem norte-americana, abre a temporada de compras para o Natal com promoções significativas. No Brasil, o evento aconteceu pela primeira vez em 2010 com a participação de 50 empresas do Varejo nacional. Em 2013 bateu o recorde de faturamento no país ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A última quarta-feira do mês de novembro acontece a Black Friday. Uma data de origem norte-americana,</span><span style="font-weight: 400;"> abre a temporada de compras para o Natal com promoções significativas. No Brasil, o evento aconteceu pela primeira vez em 2010 com a participação de 50 empresas do Varejo nacional. Em 2013 bateu o recorde de faturamento no país ao atingir um valor de R$ 770 milhões apenas no comércio online. Nos últimos dois anos o interesse pela ação de desconto cresceu em 27%. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, a tarefa das marcas é a de se preparar para a oportunidade de aumento das vendas. “Aquecer os estoques, flexibilizar as vias de pagamento e organizar a loja estão entre as preocupações das companhias para a data. E, sim, são atividades importantes. Mas, a área de </span><b>Recursos Humanos</b><span style="font-weight: 400;"> não pode deixar de lado o </span><a href="https://learningsg.com/caminhos-da-aprendizagem-o-segredo-para-um-treinamento-eficaz/"><b>treinamento</b></a><span style="font-weight: 400;"> da força de vendas. Afinal, os vendedores precisam de resiliência para obterem sucesso ao lidarem com os possíveis desafios que surgem em meio a um grande fluxo de clientes. É necessário também uma atenção redobrada porque é um caminho de fidelização dos consumidores”, afirma Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando em contribuir com o </span><a href="https://learningsg.com/como-desenvolver-equipes-de-alto-desempenho/"><b>desempenho</b></a><span style="font-weight: 400;"> dos colaboradores na </span><b>Black Friday </b><span style="font-weight: 400;">listamos cinco dicas para </span><b>treinar </b><span style="font-weight: 400;">a força de vendas durante esta época. Veja abaixo:</span></p>
<h2><b>Conscientize</b></h2>
<p><b>Aprender</b><span style="font-weight: 400;"> é um hábito que deve estar presente no cotidiano do vendedor com frequência, pois o mercado é volátil e novos </span><b>conhecimentos</b><span style="font-weight: 400;"> nunca são demais na trajetória em busca do êxito nas vendas. Contudo, os profissionais tendem a entrar em uma zona de conforto e a não sair dela. É fundamental abrir a mente dos funcionários para a </span><b>capacitação</b><span style="font-weight: 400;"> por meio da conscientização. A partir de ações de </span><b>desenvolvimento de competências </b><span style="font-weight: 400;">eles estarão mais aptos a compreenderem o momento mercadológico e por consequência entender as verdadeiras necessidades dos clientes &#8211; o que faz a diferença no negócio. </span></p>
<h2><b>Planeje-se </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que o atendimento funcione de maneira assertiva e natural é imprescindível planejar uma campanha de vendas alinhada aos canais externos (redes sociais) e internos da marca (departamentos envolvidos no evento). Nesta etapa, o ideal é construir o planejamento em parceria com os vendedores. Ao estarem envolvidos nos processos de criação de metas e decisões estratégicas eles se sentem incluídos e engajados no propósito na </span><b>Black Friday</b><span style="font-weight: 400;">. Logo, o time terá um aumento de</span><b> performance</b><span style="font-weight: 400;">. O envolvimento também garante que os profissionais estejam a par da linguagem de vendas utilizada neste período e potencializarão a comunicação com os clientes. </span></p>
<h2><b>Reforce </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, confusão costuma ser sinônimo de </span><b>Black Friday </b><span style="font-weight: 400;">nas lojas. Por esta razão, é preciso reforçar os procedimentos internos de atendimento e a </span><b>estrutura organizacional</b><span style="font-weight: 400;"> para que os funcionários não se percam com a correria e mantenham a qualidade dos serviços. </span></p>
<h2><b>Promova uma roda de conversa </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Reserve ao menos 15 minutos da jornada de trabalho dos vendedores para promover uma roda de conversa entre a equipe. A iniciativa tem o objetivo de troca de experiências a fim de que um profissional apoie o outro nos pontos fortes e nas fraquezas. Por exemplo, quem tem facilidade em negociações pode dar sugestões para aquele que não desenvolveu tanto o lado negociador, mas sabe manusear muito bem o caixa e também pode contribuir com o colega. Além de ampliar as </span><b>habilidades</b><span style="font-weight: 400;">, a atividade é útil em imprevistos onde alguém tenha que se ausentar da função. Outra vantagem da roda é a aproximação das pessoas que resulta na melhora do </span><b>clima organizacional </b><span style="font-weight: 400;">com tendência a ser estressante na </span><b>Black Friday</b><span style="font-weight: 400;">. Por fim, </span><b>feedbacks</b><span style="font-weight: 400;"> são bem-vindos neste momento. </span></p>
<h2><b>Divirtam-se </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>Black Friday</b><span style="font-weight: 400;"> é um evento que causa pressão nos vendedores pelo fluxo de demandas e responsabilidade nas vendas. Então, que tal testar os </span><b>conhecimentos</b><span style="font-weight: 400;"> dos profissionais adquiridos no </span><b>treinamento</b><span style="font-weight: 400;"> de um jeito divertido? O </span><b>gamification </b><span style="font-weight: 400;">é uma ótima escolha. Os jogos orientados incentivam a participação do time em atividades com foco no aprimoramento das </span><b>habilidades</b><span style="font-weight: 400;">. O quiz, por exemplo, é uma saída para </span><b>treinar</b><span style="font-weight: 400;"> situações reais como quando o cliente diz que está dando só uma olhadinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A SG &#8211; Aprendizagem Corporativa deseja boa-sorte aos participantes da </span><b>Black Friday</b><span style="font-weight: 400;"> e se coloca à disposição para ajudá-los neste período tão importante (e necessário) de vendas. Para mais informações, acesse: </span><a href="https://learningsg.com/"><span style="font-weight: 400;">https://learningsg.com/</span></a><span style="font-weight: 400;">. Conte com a gente! </span></p>
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		<title>Entre no jogo: a importância do Gamification para a empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 16:15:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É atrativo, lúdico e dinâmico &#8211; o que aguça a criatividade do colaborador. Neste contexto, é capaz de contribuir naturalmente para o aumento de engajamento e produtividade sem abrir mão de uma aprendizagem corporativa efetiva. Em termos numéricos, é utilizado por cerca de 70% das principais companhias ao redor do mundo. Ou seja, o total [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">É atrativo, lúdico e dinâmico &#8211; o que aguça a criatividade do colaborador. Neste contexto, é capaz de contribuir naturalmente para o aumento de </span><b>engajamento</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> sem abrir mão de uma </span><b>aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;"> corporativa efetiva. Em termos numéricos, é utilizado por cerca de 70% das principais companhias ao redor do mundo. Ou seja, o total investido nesta iniciativa atualmente é de U$ 1,7 bilhões (embora existam especulações de que o valor atinja a marca dos U$ 5 bilhões até o final do ano). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Que contexto seria esse? Bem, o início do texto nada mais é do que uma introdução ao </span><a href="https://learningsg.com/workshop-gamification/"><b>Gamification</b></a><span style="font-weight: 400;">. O conceito nasceu com o objetivo de estimular mudanças individuais e organizacionais por meio de plataformas de jogos como tabuleiro, aplicativo e realidade aumentada. &nbsp;Entre as vantagens da ação para a área de </span><b>Treinamento &amp; Desenvolvimento</b><span style="font-weight: 400;">, encontram-se o aperfeiçoamento das habilidades complexas, coordenação motora, solução de desafios e suporte à </span><a href="https://learningsg.com/mindfulness-o-antidoto-para-a-baixa-performance/"><b>performance</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Hoje em dia as pessoas estão em contato direto e frequente com internet, redes sociais e dispositivos tecnológicos. Além de incentivarem atividades mecânicas como rankings, estes elementos também propiciam modificações nos padrões comportamentais. A sociedade adquire um perfil mais competitivo, de descoberta e cooperação &#8211; o que se alinha aos princípios do </span><b>Gamification</b><span style="font-weight: 400;">. Portanto, é fundamental que os </span><b>designers instrucionais</b><span style="font-weight: 400;"> estejam atentos às transformações sociais responsáveis por construir novas maneiras de consumir informação”, afirma Flora Alves &#8211; CLO da SG Aprendizagem Corporativa Desenhada sob Medida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A especialista em </span><a href="https://learningsg.com/5-licoes-que-a-copa-do-mundo-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-de-competencias/"><b>desenvolvimento de competências</b></a><span style="font-weight: 400;"> é uma das pioneiras do conceito em terras brasileiras sendo a autora do livro </span><b>“Gamification &#8211; como criar experiências de aprendizagem engajadoras”</b><span style="font-weight: 400;">. Voltado para profissionais de </span><a href="https://learningsg.com/caminhos-da-aprendizagem-o-segredo-para-um-treinamento-eficaz/"><b>aprendizagem</b></a><span style="font-weight: 400;">, o best-seller lançado pela </span><b>DVS Editora</b><span style="font-weight: 400;"> que está em fase de re-impressão pela terceira vez tem o intuito de compartilhar casos reais sobre a </span><b>metodologia</b><span style="font-weight: 400;"> a fim de indicar as melhores práticas de mercado. </span></p>
<h2><b>Conexão Brasil e Estados Unidos </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Que tal aprender a elaborar experiências de </span><b>Gamification</b><span style="font-weight: 400;"> com os maiores especialistas do mundo? De 03 a 05 de dezembro Flora Alves estará ao lado do norte-americano Karl Kapp na sede da SG – Aprendizagem Corporativa Desenhada sob Medida em São Paulo para ministrar o </span><b>Game Thinking Academy</b><span style="font-weight: 400;">. O evento que é fruto de uma parceria de longa data entre estas duas grandes autoridades sobre o tema acontece das 9h às 18h em quatro módulos que utilizará atividades práticas para alinhar o conceito de </span><b>Design de Aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;"> com o pensamento de jogos no ambiente de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O diferencial do workshop é disponibilizar aos participantes uma mentoria individual no último módulo com um ou ambos os especialistas para oferecer um apoio maior a performance. Estaremos à disposição para ajudá-los a implantar as soluções gamificadas criadas por eles nas empresas onde trabalham &nbsp;com a intenção de garantir que as orientações do curso sejam transferidas com assertividade para o cotidiano”, explica Flora.</span></p>
<h1 style="text-align: center;"><a href="/_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true"><strong>Participe do Game Thinking Academy Brasil!</strong></a></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final do evento os participantes estarão aptos a exercer a função de </span><i><span style="font-weight: 400;">Game Thinker</span></i><span style="font-weight: 400;"> e receberão certificados emitidos pela SG, Wisdon Learning Group LCC (Karl Kapp) e Associação Brasileira de Treinamento &amp; Desenvolvimento (ABTD). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://learningsg.com/sg-aprendizagem-corporativa-e-3m-firmam-parceria-institucional-em-prol-de-um-ambiente-de-trabalho-mais-colaborativo-e-criativo/"><span style="font-weight: 400;">SG – Aprendizagem Corporativa Desenhada sob Medida</span></a><span style="font-weight: 400;"> tornou-se referência no desenho de soluções corporativas altamente customizadas ao longo de 15 anos de atuação com metodologias inovadoras. Já Karl Kapp é doutor em educação pela Universidade de Pittsburgh e dedica-se a consultorias de aprendizagem para organizações privadas ou sem fins lucrativos. O norte-americano também é autor do best-seller <em>The Gamification of Learning and Instruction</em> e recentemente lançou a obra <em>Play to Learn</em>. </span></p>
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