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	<title>Facilitador &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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		<title>Educação se multiplica!</title>
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					<description><![CDATA[Por Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem® A presença da tecnologia tem afetado as relações das pessoas e também a forma como as pessoas se relacionam com o seu trabalho. Há muito que a tecnologia pode fazer e ainda há muito que nós precisamos fazer para alimentar essa tecnologia, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Por Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem®</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença da tecnologia tem afetado as relações das pessoas e também a forma como as pessoas se relacionam com o seu trabalho. Há muito que a <strong>tecnologia</strong> pode fazer e ainda há muito que nós precisamos fazer para alimentar essa tecnologia, pois mesmo quando o tema é Inteligência Artificial nós somos a fonte do <a href="https://learningsg.com/a-transferencia-do-conhecimento-para-a-pratica-depende-de-inumeros-fatores/">conhecimento</a> adquirido por esta inteligência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mais pura verdade é que há alguns anos a preocupação com a <strong>transmissão do conhecimento </strong>deixou de ser exclusiva das escolas e universidades, ainda mais em tempos digitais e de distanciamento social. A gestão do conhecimento nas organizações, por exemplo, sempre foi um grande desafio, uma vez que a memória de uma empresa está fragmentada na cabeça das pessoas que viveram a história das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Incentivar que as pessoas compartilhem o que sabem tem sido uma prática crescente e a tecnologia facilita, e muito, esse processo por meio do uso de softwares que possibilitam essa gestão. Ao mesmo tempo em que observamos as aplicações da tecnologia avançarem notamos que termos como <em>“multiplicadores”, “trainers”, “instrutores”, e “parceiros de RH”</em> também estão mais presentes do que nunca quando o tema é aprendizagem e gestão do conhecimento. Este são os indivíduos que impactam diretamente a gestão do conhecimento nas organizações. São eles que contribuem para que o conhecimento da empresa seja disseminado e são eles que, sendo parte da memória da organização, transferem o que sabem para outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral esses <a href="https://learningsg.com/cursos/formacao-instrutor-master-ead/">instrutores</a> ou multiplicadores tendem a ser peritos em um determinado assunto. São pessoas que detêm muito conhecimento acerca daquilo que fazem, conhecem a fundo tudo o que se relaciona com o seu trabalho e também conhecem muito sobre o negócio da empresa na qual estão inseridos. Mas como essa transferência de conhecimentos é feita? Quais os riscos quando utilizamos um perito para compartilhar o que sabe com outras pessoas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais riscos quando um especialista é convidado a compartilhar aquilo que sabe estão relacionados à sua paixão pelo assunto e também à sua falta de conhecimentos sobre aprendizagem de adultos. A paixão que temos por aquilo que fazemos em geral nos leva a acreditar que tudo é importante, ou seja, o especialista tem dificuldade para selecionar, entre os seus conhecimentos, o recorte necessário para que o outro aprenda aquilo que está relacionado à sua atividade e quando isso acontece temos o que se chama overload (excesso) de informações, o que muito prejudica o <strong>processo de aprendizagem</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de conhecimentos sobre aprendizagem de adultos faz com que o compartilhamento de conhecimentos se torne uma grande sessão informativa e isso não é eficaz em termos de aprendizagem. O especialista tem extrema importância e pode se tornar um excelente <a href="https://learningsg.com/cursos/formacao-instrutor-master-ead/">instrutor</a> desde que desenvolva as competências necessárias para ajudar o outro a aprender, e não simplesmente tentar transmitir o que sabe por meio de longas sessões de projeção de slides e palestras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Utilizar especialistas para compartilhar de saberes nas organizações é uma tendência e faz todo sentido uma vez que o conhecimento desses profissionais aliado ao conhecimento do negócio é uma combinação poderosa. O segredo? Simples. Colocar no centro do processo quem realmente importa: <strong>quem vai aprender.</strong> Todos só tem a ganhar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa que insere a cultura dos <a href="https://learningsg.com/os-desafios-dos-profissionais-que-precisam-desenvolver-pessoas/">multiplicadores</a> internos em sua rotina passa a contar com um time mais motivado, engajado e satisfeito em fazer parte daquela empresa. Também, outro ponto positivo das instituições que entendem a importância do compartilhamento de informações é o reconhecimento dos profissionais que se destacam na sua área. Isso porque oferecem a oportunidade de eles repassarem esse conhecimento para frente e, com isso, a possibilidade de melhorar sua qualificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seres humanos são a maior riqueza da humanidade. Parece que esta é uma frase redundante, mas não é. Quando olhamos a fundo as organizações, percebemos que poucas dão o real valor ao capital humano. Temos muitas ferramentas para compartilhar informações, mas conhecimento é somente adquirido por aqueles que o vivenciaram. Esta é a sua riqueza, da sua corporação e da humanidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, está pronto para aplicar essa estratégia nos seus treinamentos corporativos? Já investe em qualificação dos multiplicadores internos? <a href="https://learningsg.com/o-papel-da-educacao-corporativa-no-mundo/">Educação</a> se multiplica. Que todos nós possamos nos tornar multiplicadores de conhecimento. Pense nisso!</p>
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		<title>Você já se despiu da autoridade do conhecimento hoje?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 15:39:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Flora Alves Design é uma palavra multidisciplinar que proporciona uma série diversa de significados. É possível associá-la a um móvel arquitetônico sofisticado ou a uma peça de moda criativa. Contudo, ao trazê-lo para o universo do Treinamento &#38; Desenvolvimento, é impossível pensar em outro conceito a não ser o Design Instrucional. A ideia que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Por Flora Alves</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Design</strong> é uma palavra multidisciplinar que proporciona uma série diversa de significados. É possível associá-la a um móvel arquitetônico sofisticado ou a uma peça de moda criativa. Contudo, ao trazê-lo para o universo do <strong>Treinamento &amp; Desenvolvimento</strong>, é impossível pensar em outro conceito a não ser o <strong>Design Instrucional</strong>. A ideia que norteia o desenvolvimento de <strong>solução de aprendizagem</strong> começou a ser trabalhada na década de 1960 ao longo da Segunda Guerra Mundial a partir da necessidade de treinar o exército americano de forma veloz e sistemática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caro leitor, este é o ponto em que chegamos a um momento delicado. Dessa maneira, peço o máximo de sua atenção para a informação dita a seguir. Apesar de o conceito ser tão antigo em uma nova sociedade, a prática ainda se faz presente dentro das corporações. Eis, o meu questionamento: <em>Sob este ângulo, você acredita que o treinamento será realmente efetivo e sustentável?</em> Afinal, naquele tempo os erros tinham um alto custo, o que refletia na disposição em aprender. Mas, hoje em dia os colaboradores correm contra prazos para cumprir as demandas do cotidiano e por consequência, tem outras prioridades pela frente. Ou seja, nos processos de construção das soluções é preciso focar os esforços em diminuir a falta de interesse dos aprendizes e <strong>aumentar o engajamento</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para alcançar os objetivos esperados, é necessário <strong>pensar fora da caixa</strong> e ir contra o senso comum. A dica que eu te dou – e que está trazendo resultados significativos para a SG – é trocar o termo Design Instrucional para <strong>Design de Aprendizagem</strong>. Ao contrário do que pode parecer, não é apenas uma mudança semântica. A alteração é capaz de transformar todo o procedimento de desenho. Peço licença para explicar-lhe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando dizemos instruir o cérebro utiliza de forma automática <strong>modelos mentais</strong> conhecidos para a construção de uma sessão de <strong>treinamentos</strong> na qual instruções serão transmitidas para serem cumpridas. Porém, ao mudar o modelo mental e <em>substituir instrução por aprendizagem</em>, nos colocamos no lugar do <strong>facilitador</strong>. Daquele que busca maneiras de contribuir para o aprendizado do outro a fim de guiar uma modificação perene de comportamento, transferindo o que aprendeu para a sua rotina de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso ainda duvide da minha afirmação, abra o dicionário e se depare com as definições tão maravilhosas a respeito do verbo aprender: <em>Adquirir novas habilidades, alcançar ou atingir conhecimentos e mudança de conduta</em>. Portanto, é essencial que você responsável por uma <strong>solução de aprendizagem</strong> tenha essa percepção a todo instante para conseguir questionar com frequência a real necessidade do aprendiz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suma, elaborar o <strong>Design de Aprendizagem</strong> de uma solução significa pensar em um treinamento em que o <strong>protagonista da ação é o colaborador</strong>. Então, na hora da construção pense no tipo de conhecimento a ser aprendido por ele, o contexto em que está inserido e na aplicabilidade do aprendizado em sua rotina. Ter um olhar de designer de aprendizagem significa <em>exercitar a visão de quem aprende</em>, pensando em suas atribuições e desafios. É despir-se da autoridade do conhecimento e se disponibilizar a encontrar maneiras de ajudar o outro a aprender o que ele precisa e não aquilo que você gostaria de ensinar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, convenhamos que a teoria soa mais simples do que a prática e para ajudá-lo na jornada em busca de um novo modelo mental, apresento-lhe o <a href="https://canvastrahentem.com/" target="_blank" rel="noopener">Trahentem®</a>. Trata-se de uma metodologia que utiliza três Canvas em paralelo com post-its para simplificar os processos de diagnóstico, seleção de conhecimentos e conteúdos e por fim alcançar soluções focadas na maneira como as pessoas aprendem e na performance delas. Experimente! &nbsp;</span></p>
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