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	<title>Facilitação &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>Facilitação &#8211; SG</title>
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		<title>Reaprendendo a aprender</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 17:24:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Flora Alves, CLO da SG Aprendizagem Corporativa A frase pode parecer batida, porém mais do que nunca precisamos revisitar o que significa o termo aprender. O futuro da educação como um todo ainda é “perturbador”. Assim como em todas as outras áreas da nossa vida, a pandemia teve um grande impacto, sobretudo no que [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Flora Alves, CLO da SG Aprendizagem Corporativa</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A frase pode parecer batida, porém mais do que nunca precisamos revisitar o que significa o termo aprender. O futuro da <strong><a href="https://learningsg.com/projeto-professores-do-futuro/">educação</a></strong> como um todo ainda é “perturbador”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como em todas as outras áreas da nossa vida, a <a href="https://learningsg.com/como-fica-a-volta-as-aulas/">pandemia</a> teve um grande impacto, sobretudo no que diz respeito à digitalização. Vamos usar como exemplo os universitários. Nem todas as universidades estavam prontas para oferecer o ensino digital de qualidade, assim como nem todos os alunos estavam prontos com dispositivos adequados e acesso à internet para conseguirem também se engajarem de maneira ativa nesse ensino. Então aquele gap que já existia, no sentido do que é ensinado em sala de aula estar desalinhado com o que é visto no dia a dia corporativo, se tornou ainda maior.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, perdemos muito no que diz respeito ao consumo do conteúdo em si e perdemos muito também do convívio e da relação social e da aprendizagem significativa que acontece, sobretudo, por meio desse convívio. Porém, os impactos não foram somente negativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos um volume gigantesco de conteúdos digitais de qualidade disponíveis para <a href="https://learningsg.com/e-possivel-aprender-algo-no-momento-da-aplicacao/">aprendermos</a>. O que precisamos fazer é a correta curadoria dessas informações e termos conhecimento sobre a <strong>aprendizagem autodirigida</strong>, que é um modelo no qual o próprio indivíduo identifica suas necessidades de estudo e cria métodos para absorver o conteúdo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E é claro que a falta de convivência social faz com que no futuro os profissionais tenham mais dificuldades para o <strong>engajamento </strong>presencial nos ambientes de trabalho. Por outro lado, não podemos ignorar que a falta de convivência social nos levou a aprendermos a nos relacionar por meios digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para pessoas que vão se relacionar com profissionais que estão em outros países, em outros fusos horários, em outras culturas, existe também um ganho muito grande, por conta dessa grande aprendizagem que tivemos de utilização de novas tecnologias para esse nosso convívio social e o desenvolvimento das <a href="https://materiais.learningsg.com/treinamento-hard-soft-skills">soft skills</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas e os danos? Esse é o grande desafio e acredito que todos nós estamos em busca dessa resposta. O que eu posso adiantar é que para reduzir danos precisamos <strong>reaprender a aprender</strong>. Os ambientes de troca, compartilhamento e crescimento coletivo são importantíssimos nesse processo, porém temos que ter como certeza que o protagonista é o aprendiz. Nós devemos ser os protagonistas dessa mudança. Nós precisamos nos dar conta da importância que esse aprendizado tem para a nossa vida e para as nossas carreiras. Precisamos ser os verdadeiros protagonistas dos nossos processos de aprendizagem. Temos a tecnologia disponível e a informação de toda e qualquer disciplina disponível a custo zero, mas nós como facilitadores temos que ser o guia dessa curadoria e ajudar o aprendiz a descobrir o caminho da <strong>aprendizagem autodirigida</strong>, de como melhor caminhar nessa <strong>trilha de aprendizagem</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E além de sermos verdadeiros guias quanto à aprendizagem dirigida, nós como especialistas em aprendizagem , também precisamos preparar os profissionais para que saibam criar um ambiente favorável de aprendizagem. Todo momento é momento de aprender. Mas, neste caso, precisamos de um ambiente desafiador e inovador, ao ponto de estimular as pessoas com curiosidade e motivação para continuar aprendendo, sempre!</p>
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		<title>Por que trabalhar a andragogia em um processo de treinamento e desenvolvimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 13:17:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Qual conteúdo é atraente? Qual é o formato ideal para capacitar? Como é possível promover a motivação dos colaboradores? Estes são alguns dos questionamentos comuns ao longo de um processo de formação de treinamento e desenvolvimento. Neste cenário, a andragogia exerce o papel de uma forte aliada. Em grego andros quer dizer adulto enquanto que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Qual conteúdo é atraente? Qual é o formato ideal para capacitar? Como é possível promover a motivação dos colaboradores?</span></i><span style="font-weight: 400;"> Estes são alguns dos questionamentos comuns ao longo de um processo de formação de </span><b>treinamento e desenvolvimento</b><span style="font-weight: 400;">. Neste cenário, a </span><b>andragogia</b><span style="font-weight: 400;"> exerce o papel de uma forte aliada. Em grego </span><i><span style="font-weight: 400;">andros</span></i><span style="font-weight: 400;"> quer dizer adulto enquanto que </span><i><span style="font-weight: 400;">gogos</span></i><span style="font-weight: 400;"> é educar. Portanto, o termo significa </span><i><span style="font-weight: 400;">ensino para adultos</span></i><span style="font-weight: 400;">. A abordagem ganhou notoriedade na década de 70 com o norte-americano </span><i><span style="font-weight: 400;">Malcolm Knowles</span></i><span style="font-weight: 400;"> a partir do objetivo de alcançar uma aprendizagem efetiva capaz de desenvolver habilidades e promover conhecimentos. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata da relação da andragogia com a área de </span><b>T&amp;D</b><span style="font-weight: 400;">, a metodologia apresenta princípios de </span><b>engajamento</b><span style="font-weight: 400;"> de colaboradores com o conteúdo ministrado e a otimização do </span><b>ensino-aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;">, o que aumenta as chances de sucesso das metas estabelecidas pela empresa. Dessa forma, o </span><b>desempenho</b><span style="font-weight: 400;"> individual também melhora em conjunto com os demais participantes. Entre os pilares da prática que contribuem para essa realidade encontram-se as seguintes características:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>1 – Necessidade: </b><span style="font-weight: 400;">Por conta da rotina corrida, o adulto tem a necessidade de entender o motivo do aprendizado. É preciso esclarecer a importância da presença no treinamento para a sua carreira, pois o entendimento é o responsável pela </span><b>motivação</b><span style="font-weight: 400;"> (combustível número um nesses casos). A apresentação de </span><b>conteúdos relevantes</b><span style="font-weight: 400;"> também auxilia o processo de retenção da atenção do colaborador. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2 – Autonomia: </b><span style="font-weight: 400;">O adulto tem a ciência sobre a autonomia em sua vida. O pensamento reflete no reconhecimento da capacidade de independência nas tomadas de decisões e na autogestão. Portanto, é necessário respeitar a atitude autônoma no treinamento. Uma boa dica é trabalhar o </span><b>ensino à distância</b><span style="font-weight: 400;"> porque os aprendizados podem ser consumidos em qualquer hora e lugar tornando-se um fator motivacional. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>3 – Humildade: </b><span style="font-weight: 400;">Em um ensino de aprendizagem no formato da andragogia, há o confronto de experiência de dois adultos. Para lidar com essa situação o </span><b>designer instrucional</b><span style="font-weight: 400;"> deve agir como um </span><b>facilitador do processo</b><span style="font-weight: 400;"> e não alguém com uma única verdade. É preciso despir-se do ego, vestir-se de humildade e trocar informações com o aprendiz. A relação ideal é a horizontal, de </span><b>parceria e colaboração</b><span style="font-weight: 400;">. Neste pilar ajustes no conteúdo de aprendizado a partir de observações dos colaboradores são válidos. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>4 – Dinâmica: </b><span style="font-weight: 400;">O processo de treinamento e desenvolvimento para um adulto precisa ser recheado de dinâmicas. Os colaboradores têm mais facilidade em aprender em </span><i><span style="font-weight: 400;">ambientes informais, confortáveis, flexíveis</span></i><span style="font-weight: 400;"> e sem ameaças, pois o clima descontraído permite o relaxamento e por consequência a troca de informações. Sendo assim, o conceito trabalha por meio de </span><i><span style="font-weight: 400;">simulações, interatividades, testes e jogos</span></i><span style="font-weight: 400;">. Alguns exemplos utilizados na prática são </span><b>Storytelling</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://learningsg.com/gamification-diversao-otimiza-processo-de-design-de-aprendizagem-2/"><b>Gamification</b></a><span style="font-weight: 400;">. É importante não se esquecer da objetividade. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, é interessante trabalhar os resultados conquistados pela <strong>andragogia</strong> nos treinamentos e desenvolvimentos no dia a dia do colaborador. Este é um meio de fazer a manutenção dos conteúdos aprendidos. &nbsp;</span></p>
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