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	<title>engajamento &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>engajamento &#8211; SG</title>
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		<title>Será que só a disposição e o engajamento ajuda na aprendizagem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 14:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem® Há cerca de 13 meses nossa rotina virou de cabeça para baixo. O que supostamente seria um curto período de distanciamento social para que pudéssemos achatar a curva de transmissão da COVID-19 passou a ser nosso cotidiano. Se por um lado, de [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Por Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa e idealizadora do <a href="https://www.canvastrahentem.com" target="_blank" rel="noopener">Trahentem®</a></em></p>



<p>Há cerca de 13 meses nossa rotina virou de cabeça para baixo. O que supostamente seria um curto período de distanciamento social para que pudéssemos achatar a curva de transmissão da COVID-19 passou a ser nosso cotidiano. Se por um lado, de acordo com o estudo das Práticas de Trabalho Flexível e Remoto da Mercer, 78% das 609 organizações diminuíram o espaço físico e disponibilizaram equipamentos para aumentar o conforto de seus colaboradores, por outro lado somos mantidos distantes daquela troca &#8220;real&#8221; que fazia parte de nosso trabalho.</p>



<p>Não é à toa que uma pesquisa conduzida pela Kantar mostra que 62% dos brasileiros se mostram preocupados com a <a href="https://learningsg.com/a-cultura-organizacional-em-2021/">pandemia</a>. Medo, ansiedade, pânico, falta de foco, produtividade, preocupação com o futuro. Então como conseguir aprender com tantos sentimentos negativos?</p>



<p>A equação &#8220;Disposição + Engajamento = Aprendizagem&#8221; dá uma boa pista sobre elementos essenciais, contudo, a soma destes fatores não basta. Cenários incertos e complexos como o atual não configuram um ambiente favorável de <a href="https://learningsg.com/e-a-cultura-de-aprendizagem-onde-fica/">aprendizagem</a>, mas podemos virar este jogo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://bit.ly/3hrRKGz" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1-1024x256.png" alt="" class="wp-image-16358" srcset="https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1-1024x256.png 1024w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1-300x75.png 300w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1-768x192.png 768w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1-1536x384.png 1536w, https://learningsg.com/wp-content/uploads/2020/12/banners-SG-1.png 1584w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>E o que precisamos? <strong>Relevância</strong>! Essa desempenha um papel fundamental na nossa disposição. Não devemos oferecer conteúdos que não sejam essenciais para a execução do trabalho de quem vai aprender, afinal aquilo que será aprendido contribui para a disposição para aprender.</p>



<p>Uma vez que estamos dispostos a aprender, fica mais fácil nos engajarmos com o aprendizado de maneira ativa, o que é mais fácil quando o desenho da experiência de aprendizagem utiliza métodos adequados para cada tipo de conhecimento. É de suma importância também intervenções mais curtas, fato que contribui muito para a aprendizagem e que, apesar de termos sabido disso desde sempre, raramente utilizamos.</p>



<p>Outro fator de peso: é preciso ter foco e a nossa falta de foco está relacionada em conseguir manter o <a href="https://learningsg.com/equilibrio-emocional-e-tecnicas-para-a-gestao-da-mudanca/">equilíbrio</a> e prestar atenção no que está acontecendo aqui e agora. Não adianta a gente se preocupar com aquilo que ainda não aconteceu. Sim, é preciso pensar no futuro e analisar as variáveis para que possamos tomar as melhores decisões, mas a preocupação traz consigo os outros itens aqui citados. Conseguimos melhorar o nosso foco com exercícios de atenção plena. Mindfulness pode ser uma dessas ferramentas. São práticas simples.</p>



<p>Como vimos, o <a href="https://learningsg.com/cursos/formacao-instrutor-master-ead/">ambiente</a> interfere no nosso foco e por isso, ainda que eu tenha disposição e me engaje, interferências externas podem atrapalhar este processo. Entende agora porque a equação &#8220;Disposição + Engajamento = Aprendizagem&#8221; dá uma boa pista sobre elementos essenciais, contudo, a soma destes fatores não basta?</p>



<p>Lembrando que o cenário de complexidade e mudança trazido pela COVID-19 evidenciou ainda mais que a aprendizagem acontece ao longo da vida e não se limita aos ambientes formais de aprendizagem. Cabe a nós facilitadores preparar os profissionais para o futuro, lembrando que as mudanças, mesmo que “radicais”, trazem novos começos!</p>
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		<title>Retorno sobre o Investimento ou sobre o Engajamento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 19:17:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[ROI]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento e Desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Flora Alves &#8211; CLO da SG Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem® Mais do que nunca, fica claro que dinheiro não nasce em árvore, não é? Por isso, é importante direcionar os investimentos dentro uma empresa para ações que realmente trazem resultados. E sabemos que o retorno sobre investimento (ROI – do inglês, Return [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Por Flora Alves &#8211; CLO da SG Aprendizagem Corporativa e idealizadora do Trahentem®</em></p>



<p>Mais do que nunca, fica claro que dinheiro não nasce em árvore, não é? Por isso, é importante direcionar os investimentos dentro uma empresa para ações que realmente trazem <strong>resultados</strong>.</p>



<p>E sabemos que o retorno sobre investimento (<strong>ROI</strong> – do inglês, <em>Return On Investment</em>) é uma das <strong>métricas</strong> mais importantes para qualquer negócio, pois mostra o que está sendo mais vantajoso para o negócio de acordo com o retorno gerado em comparação ao montante investido.</p>



<p>Mas, você leitor, já parou para pensar que o ROI é importante, porém o <strong>engajamento</strong> do colaborador é igualmente importante quando se trata de <strong>T&amp;D</strong>? Sem um time realmente comprometido com os resultados da organização, a empresa fica patinando em um patamar em que não consegue aumentar a produção de acordo com a <strong>demanda</strong> do mercado.</p>



<p>O <strong>engajamento</strong> pode ser definido de diversas formas, mas talvez a mais significativa seja aquela que mostra a relação entre a identificação do colaborador com os <strong>valores</strong> e <strong>objetivos</strong> de um negócio. Quando isso acontece, o funcionário cria uma ligação afetiva com a empresa, o que o leva a empregar um alto índice de <strong>energia</strong> na realização de suas tarefas. Ela é seguida por <em>entusiasmo, comprometimento e </em><strong><em>resiliência</em></strong>, levando a resultados expressivos.</p>



<p>O profissional engajado é aquele que se sente realizado no exercício de suas atividades. Suas atribuições são compatíveis com sua visão de <strong>propósito</strong> pessoal e, por isso, garantem um significado especial à sua vida. O resultado é <strong>produtividade</strong> acentuada devido ao empenho do profissional, que sente orgulho de trabalhar na empresa e encontra na organização uma visão alinhada aos seus princípios.</p>



<p>São muitos os resultados do engajamento de uma equipe. Os colaboradores produzem mais, encaram os desafios propostos para alcançar um patamar de <strong>excelência</strong>, disseminam uma imagem positiva da empresa diante do mercado, reveem procedimentos e estabelecem práticas que reduzem a ocorrência de erros. Com isso, a empresa reduz a necessidade de novas <strong>contratações</strong> e, consequentemente, os custos pelos altos níveis de <strong>produtividade</strong>; e mantém seus <strong>talentos</strong> na organização, já que, pela identificação e satisfação eles sentem uma necessidade menor de buscar outras oportunidades de carreira. Portanto, diminui o <strong>turnover</strong>.</p>



<p>O engajamento é a ferramenta necessária para <strong>reduzir custos</strong>, aumentar a produtividade, garantir a satisfação dos colaboradores e atingir novos padrões de excelência. Quando as empresas se preocupam em melhorar as <strong>competências</strong>, <strong>habilidades</strong> e <strong>bem-estar</strong> de seus colaboradores, elas ganham profissionais mais confiantes, autônomos e dispostos a dar o seu melhor pelos objetivos do negócio.</p>



<p>Assim, o <strong>treinamento e desenvolvimento</strong> funciona como um poderoso combustível de <strong>engajamento</strong>, despertando o potencial máximo dos talentos. Lembrando que os profissionais do século XXI não querem apenas um salário: <strong>eles querem um trabalho com propósito, uma cultura inspiradora e oportunidades para crescer</strong>.</p>



<p>As empresas que entenderem isso e acompanharem as mudanças estarão à frente na competição global por talentos!<br></p>
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		<title>Suporte à performance: o outro lado do feedback ﻿</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 15:12:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Suporte à Performance]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de uma integração saudável de todas as partes da empresa, o feedback torna-se uma peça-chave para o crescimento organizacional. Segundo informações divulgadas pelo Hubspot, uma média de 43% dos colaboradores com maior grau de engajamento participam desta atividade ao menos uma vez na semana. Neste contexto, 78% afirma que o reconhecimento por meio [&#8230;]]]></description>
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<p>A partir de uma integração saudável de todas as partes da empresa, o <strong>feedback</strong> torna-se uma peça-chave para o crescimento organizacional. Segundo informações divulgadas pelo Hubspot, uma média de 43% dos colaboradores com maior grau de <strong>engajamento</strong> participam desta atividade ao menos uma vez na semana. Neste contexto, 78% afirma que o reconhecimento por meio deste método os deixa mais motivados a realizarem as tarefas do cotidiano enquanto que 69% iria trabalhar com verdadeiro empenho se os esforços fossem identificados pelos gestores. </p>



<p>Em termos práticos, a iniciativa refere-se ao ato de avaliar o <a href="https://learningsg.com/como-desenvolver-equipes-de-alto-desempenho/"><strong>desempenho</strong></a> dos colaboradores de forma coletiva e individual via escrita ou verbal. Mas, em duas situações diferentes. O <strong>feedback</strong> positivo acontece quando a pessoa alcança a<strong> performance</strong> esperada com a função de reconhecê-la a fim de validar as escolhas corporativas dela. Já o negativo, entra em ação nos momentos em que a equipe está com pontos de atuação que precisam de melhorias. Logo, ambos devem ser experiências construtivas. </p>



<p>“Para que as engrenagens da companhia funcionem com fluidez, é imprescindível investir em exercícios de comunicação como o <strong>feedback</strong> porque ao decidir comunicar de maneira clara aos funcionários os objetivos a serem atingidos e o papel de cada um nesta missão facilita-se o caminho percorrido pelo time. Contudo, construir uma<strong> cultura</strong> sustentável de colaboração organizacional também significa entender o que os colaboradores esperam do local de trabalho. Ou seja, é uma atividade vertical na qual qualquer escalão está sujeito a receber parabenizações ou recomendações”, explica Flora Alves, CLO da SG &#8211; Aprendizagem Corporativa. </p>



<p>De acordo com a especialista, o poder da iniciativa no ambiente corporativo vai além de ganhos em satisfação organizacional, <strong>engajamento</strong>, queda de <strong>turnover</strong>, diminuição de custos e aumento da <strong>produtividade</strong>. “Na função de <a href="https://learningsg.com/o-treinamento-como-suporte-a-performance%ef%bb%bf/"><strong>suporte à performance</strong></a> o feedback é capaz de assegurar que as melhorias no desempenho da equipe migrem da teoria à prática de forma assertiva. Portanto, os <strong><a href="https://learningsg.com/cursos/o-conhecimento-chave-do-profissional-de-rh/">Recursos Humanos </a></strong>devem demonstrar o valor das mudanças aos funcionários com um acompanhamento pós-avaliação. Nesta fase, o profissional exerce a atribuição de braço direito na hora de aplicar as informações adquiridas. A estratégia serve para oferecer segurança na implementação das recomendações e evita ruídos de comunicação”, pontua Flora. </p>



<p>Quando se trata do <strong>feedback </strong>ideal, o primeiro passo é balancear os aspectos positivos e negativos da <strong>performance</strong> do <strong>colaborador</strong> a fim de refletir cuidadosamente sobre os tópicos a serem abordados. Em seguida, a seleção do ambiente faz a diferença no resultado da prática. Afinal, a conversa precisa ocorrer em um lugar neutro sem possibilidades de interrupções. Inclusive, durante a fala de uma das partes, é aconselhável que a outra apenas anote as observações para pronunciar-se somente depois. Quanto ao início da atividade, uma boa ideia é destacar as qualidade do ouvinte em vez de partir para as <strong>cobranças</strong> imediatamente. Outro fator a ser levado em conta é o <strong>tom</strong> das palavras a fim de evitar o uso daquelas desconfortáveis. No fim, é necessário reforçar os <strong>highlights</strong> do evento.</p>
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		<title>Quando a troca de experiências contribui para o alto desempenho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Learning SG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 16:50:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para iniciar a leitura do texto te ofereço um convite: uma volta à infância. Quero que lembre mais precisamente da época em que não sabia atravessar a rua. Acredito que ao sair de casa alguém lhe instruiu a esperar o farol ficar vermelho para os veículos, olhar os dois lados e andar na faixa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Para iniciar a leitura do texto te ofereço um convite: uma volta à infância. Quero que lembre mais precisamente da época em que não sabia atravessar a rua. Acredito que ao sair de casa alguém lhe instruiu a esperar o farol ficar vermelho para os veículos, olhar os dois lados e andar na faixa de pedestre. Em seguida, a pessoa repetia o processo com você para observar se estava cumprindo o conjunto de instruções. A prática durou não um, mas alguns dias. De repente em um certo momento ela simplesmente foi na frente e pediu para segui-la. Afinal, se ela consegue, você também é capaz. Por fim, estava atravessando a rua sozinho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que a </span><a href="https://learningsg.com/sg-aprendizagem-corporativa-marca-presenca-no-cbtd-2018/"><b>aprendizagem</b></a><span style="font-weight: 400;"> não é diferente no ambiente corporativo. O primeiro passo para adquirir um </span><b>comportamento </b><span style="font-weight: 400;">é receber informações. Depois é preciso transformá-las em </span><a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><b>competências</b></a><span style="font-weight: 400;"> para alcançar a autonomia – quando o colaborador tem as instruções, fez o </span><a href="https://learningsg.com/caminhos-da-aprendizagem-o-segredo-para-um-treinamento-eficaz/"><b>treinamento</b></a> <span style="font-weight: 400;">e vai colocá-lo em prática a partir do livre arbítrio. É nesta última etapa do ciclo que a </span><b>mentoria</b><span style="font-weight: 400;"> destaca-se. A ação de utilizar as vivências pessoais para auxiliar pessoas a desenvolverem um nível de maturidade em uma determinada </span><b>habilidade</b><span style="font-weight: 400;"> é fundamental no </span><b>suporte à performance</b><span style="font-weight: 400;"> que deve acontecer no encerramento de uma atividade de </span><b>educação corporativa</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner identificou que os colaboradores que passaram por programas de </span><b>mentoria </b><span style="font-weight: 400;">apresentam taxas de retenção de conteúdo 72% mais elevadas em comparação a aqueles que não participaram da experiência. “Ter o </span><b>conhecimento </b><span style="font-weight: 400;">não é sinônimo de saber aplicá-lo. Então, no final de um </span><a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><b>treinamento</b></a><span style="font-weight: 400;"> a </span><b>mentoria </b><span style="font-weight: 400;">é um apoio para facilitar a transferência da teoria para a prática. Esse </span><b>suporte à performance</b><span style="font-weight: 400;"> preenche a lacuna existente entre absorver os conteúdos transmitidos e desenvolvê-los na rotina de trabalho”, </span><span style="font-weight: 400;">afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os benefícios da </span><b>mentoria</b><span style="font-weight: 400;"> para as companhias estão o aumento da segurança do funcionário em implantar as novas informações no cotidiano e a amenização de possíveis ruídos de comunicação. Por consequência, o </span><b>engajamento</b><span style="font-weight: 400;"> e a </span><b>produtividade </b><span style="font-weight: 400;">crescem. Em um efeito dominó o fluxo de </span><b>turnover</b><span style="font-weight: 400;"> diminui e a visão estratégica do </span><b>líder </b><span style="font-weight: 400;">amplia-se, pois uma equipe altamente produtiva permite manter o foco em </span><span style="font-weight: 400;">atividades táticas e estratégicas em vez de gerar sobrecarga com tarefas operacionais. Outra vantagem da iniciativa é que colaboradores bem preparados formam um repertório consistente de sucessores nos cargos de </span><b>liderança.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Flora, não há exigências específicas para um profissional exercer o papel de </span><b>mentor</b><span style="font-weight: 400;">. Neste contexto, o que realmente interessa é a vivência (sem deixar as especializações de lado, é claro). Contudo, o ideal é que os especialistas escolham os </span><b>líderes</b><span style="font-weight: 400;"> para assumir essa posição na organização. “Devido à ausência de confiança no time, os </span><b>líderes</b><span style="font-weight: 400;"> tendem a atuarem por meio do comando e controle. Porém, a atitude cria colaboradores dependentes e inexperientes. Por sua vez, a </span><b>mentoria</b><span style="font-weight: 400;"> preza pela delegação de tarefas – o que faz as pessoas amadurecerem e desejarem permanecer na empresa que demonstra a crença no potencial delas. Então, é preciso que a </span><b>liderança</b><span style="font-weight: 400;"> adquira </span><a href="https://learningsg.com/5-licoes-que-a-copa-do-mundo-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-de-competencias/"><b>competências</b></a><b> de um mentor</b><span style="font-weight: 400;">”, explica a CLO. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ter em mente que um programa de </span><b>mentoria</b><span style="font-weight: 400;"> nada mais é do que a conexão de um high potencial – que pode ser remunerado ou não – e de um trainee. Entretanto é fundamental ter um </span><b>objetivo de aprendizagem</b><span style="font-weight: 400;"> definido antes de trabalhar a ação. Ao todo, uma política como essa dura em torno de um ano e conta com </span><b>feedbacks </b><span style="font-weight: 400;">contínuos por tempo indeterminado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber o funcionamento de uma </span><b>mentoria</b><span style="font-weight: 400;"> na prática? Então, não deixe de participar do </span><b>Game Thinking Academy</b><span style="font-weight: 400;">! O evento que acontece de 03 a 05 de dezembro com a intenção de abordar o uso intencional de jogos no ambiente de trabalho será ministrado por Flora Alves em parceria com a referência internacional de </span><a href="https://learningsg.com/entre-no-jogo-a-importancia-do-gamification-para-a-empresa/"><b>Gamification</b></a> <span style="font-weight: 400;">Karl Kapp. No último módulo do curso os participantes terão direito a duas horas de </span><b>mentoria</b><span style="font-weight: 400;"> individual à distância com um ou ambos os especialistas para receber apoio no processo de implementação da própria solução gamificada idealizada no workshop. &nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mais informações, acesse: </span><a href="https://learningsg.com/game-thinking-academy/"><span style="font-weight: 400;">Game Thinking Academy</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
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		<title>O poder da humanização nos negócios</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 20:23:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aumentar os ganhos com a diminuição de investimentos é a meta de toda companhia e ao longo do tempo diversos modelos de negócio foram utilizados para alcançar este objetivo. Mas, você sabia que é possível prosperar sem mirar apenas em lucros? É exatamente o que a empresa humanizada comprova. Segundo informações divulgadas pelo Instituto HR [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar os ganhos com a diminuição de investimentos é a meta de toda companhia e ao longo do tempo diversos modelos de negócio foram utilizados para alcançar este objetivo. Mas, você sabia que é possível prosperar sem mirar apenas em lucros? É exatamente o que a </span><b>empresa humanizada</b><span style="font-weight: 400;"> comprova. Segundo informações divulgadas pelo Instituto HR Trend, a iniciativa é uma das tendências deste ano para a área de </span><b>Recursos Humanos</b><span style="font-weight: 400;"> enquanto que o estudo Global Trend Map realizado pela Inova Consulting identificou que implantar elementos humanos na corporação resulta na otimização do desempenho. Por sua vez, o relatório Tendências Globais de Capital Humano 2018 revela que as empresas não são mais avaliadas somente pela qualidade de produtos e serviços. Hoje as marcas são observadas pela maneira de lidar com colaboradores, clientes e sociedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, a </span><b>empresa humanizada</b><span style="font-weight: 400;"> é um formato de negócio voltado para atender as necessidades das pessoas por meio de uma </span><b>gestão</b><span style="font-weight: 400;"> horizontal. “O conceito funciona com base na ideia de “share of heart” (fatia do amor) em que se acredita que conquistar um espaço no coração do cliente o fará oferecer uma fatia da carteira espontaneamente assim como ganhar o coração do funcionário resultará no aumento da </span><b>produtividade.</b><span style="font-weight: 400;"> Trata-se de uma contraposição a expressão “share of wallet” (fatia de carteira) criada na década de 90 por profissionais de Marketing para explorar a relação com o consumidor final”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa. Entre os benefícios deste modelo encontram-se o corte de gastos, diminuição do turnover, </span><b>engajamento</b><span style="font-weight: 400;">, aumento da </span><b>produtividade</b><span style="font-weight: 400;"> e conversão de vendas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata do olhar para o colaborador na </span><b>humanização</b><span style="font-weight: 400;">, é preciso ter em mente que ele não será apenas alguém pago para cumprir uma carga horária. Na verdade, como o próprio nome diz é aquele que colabora para o desenvolvimento da organização. “A empresa passa a inserir os funcionários nos papéis de peças chaves para o seu funcionamento. Portanto, começa a valorizar as características psicológicas, culturais e a necessidade de cada um. Além de abrir espaços para escutá-los e fornecer </span><b>feedbacks </b><span style="font-weight: 400;">constantes”, explica Flora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário, a especialista em </span><a href="https://learningsg.com/caminhos-da-aprendizagem-o-segredo-para-um-treinamento-eficaz/"><b>aprendizagem</b></a><span style="font-weight: 400;"> corporativa selecionou dicas para levar a </span><b>humanização</b><span style="font-weight: 400;"> à empresa. Quer saber mais? Confira abaixo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Construa ambientes de descompressão: em uma empresa humanizada a estrutura do ambiente de trabalho faz a diferente. É preciso investir na construção de um local agradável, dinâmico e atrativo para ajudar na qualidade de vida do colaborador. Afinal, existem momentos no expediente que pedem um tempo para recarregar as energias. Neste caso, jogos, cafeteria, home office e happy hours são ótimas opções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Alimente a cultura do treinamento: uma atividade indispensável na agenda da humanização são os treinamentos porque aperfeiçoar as competências do colaborador é sinônimo de cuidar tanto do desenvolvimento profissional como pessoal. Neste contexto, o aprendiz se sentirá motivado e à vontade para contribuir com ideias para a marca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não tenha medo da tecnologia: a característica humanitária no mundo corporativo ganhou força por conta dos recursos tecnológicos que permitem uma maior aproximação entre as pessoas. Logo, a tecnologia também é uma aliada para compreender o perfil do cliente e valorizar o funcionário. Ou seja, ouça o que o consumidor diz nas redes sociais a fim de atender as expectativas dele. Você também pode protagonizar o colaborador com ações que mostrem os bastidores ao apresentar as histórias deles. Essa iniciativa ainda gera empatia social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Promova a co-criação: na empresa humanitária independente do cargo, todos têm a chance de se expressar seja com dores ou sugestões. Portanto, tenha na companhia um espaço para promover discussões e a co-criação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Motive: ao ser utilizado com regularidade, o feedback é capaz de melhorar os relacionamentos entre os colegas de trabalho. Outro ponto positivo desta ação é a motivação já que o colaborador terá sempre um reconhecimento ou um norte de melhoria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, embora a humanização apresente grandes ganhos para a empresa, é necessário tomar cuidado com a implantação deste conceito. “A implementação de aspectos humanos pode prejudicar em vez de alavancar uma corporação porque talvez os colaboradores não saibam lidar com as novidades e se estenderem na descompressão ao adiantar o happy hour ou perder a disciplina no home office, por exemplo. Sendo assim, um acompanhamento de perto das mudanças é imprescindível”, pontua a CLO. &nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qual é a sua opinião sobre empresa humanizada? Não deixe de contar para nós!&nbsp;</span></p>
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