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		<title>Mindfulness: o antídoto para a baixa performance</title>
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					<description><![CDATA[Em alguns momentos, o piloto automático pode parecer positivo, afinal, garante que as tarefas do cotidiano sejam cumpridas dentro dos prazos ou até mesmo antes do que se espera. Mas, este estado é uma “faca de dois gumes”. Quando estamos neste estado há um aumento na falta de atenção em tudo o que fazemos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns momentos, o piloto automático pode parecer positivo, afinal, garante que as tarefas do cotidiano sejam cumpridas dentro dos prazos ou até mesmo antes do que se espera. Mas, este estado é uma “faca de dois gumes”. Quando estamos neste estado há um aumento na falta de atenção em tudo o que fazemos e pensamos. Não somente isso, mas o estado interno pode acabar por refletir nas situações externas, gerando estresse, problemas nos relacionamentos, dores crônicas e distúrbios do sono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro elemento bastante comum no ambiente corporativo é o profissional multitarefa. Novamente, esta é uma característica que é ligada a este modo robótico. Contudo, ao realizar mais do que uma demanda por vez, o funcionário não coloca total atenção na atividade. Esta falta de atenção pode gerar lacunas nos resultados finais. Atrelado a estes dois fatores, está o estresse. Este componente gera perdas significantes para a organização. Em uma primeira fase, dispersa o trabalhador. Em seguida, contamina a equipe com irritação e desânimo. Por consequência, a produtividade é afetada. Porém, não para por aí. Este efeito dominó aumenta o </span><i><span style="font-weight: 400;">turnover</span></i><span style="font-weight: 400;"> em conjunto com os gastos. Por fim, a </span><b>performance</b><span style="font-weight: 400;"> da empresa fica comprometida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário tem uma boa notícia: para estes “males” que assolam o ambiente corporativo, há o </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;">. O objetivo da técnica que visa estar de forma intencional no momento presente é recuperar a qualidade de atenção a situações importantes em vez de dar vazão às distrações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><span style="font-weight: 400;"><b>abordagem </b></span><span style="font-weight: 400;">que significa </span><b>“atenção plena”</b><span style="font-weight: 400;"> tem origem na meditação budista. Contudo, não tem vínculo religioso. Trata-se de se concentrar em observar como as </span><b>emoções</b><span style="font-weight: 400;"> boas e ruins surgem e também desaparecem a fim de desenvolver uma consciência sobre elas para anulá-las e não se afetar pelos </span><b>sentimentos</b><span style="font-weight: 400;"> naquele instante. Ou seja, é uma espécie de controle emocional para tornar a pessoa estável, confiante, relaxada, criativa e saudável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, a desestabilização humana pode ser combatida com música, descontração ou respiração. Mas, estes recursos que ajudam a lidar com ela, não a impedem de acontecer. O interessante no </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;"> é criar um </span><b>treino</b><span style="font-weight: 400;"> para evitar que o desconforto emocional chegue a ocorrer. Portanto, a técnica age na raiz do problema e não de maneira urgente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para praticar esta <strong>técnica</strong></span><span style="font-weight: 400;">, não é preciso estar necessariamente sentado, com os olhos fechados e em silêncio. Na verdade, a essência do mindfulness é simples e feita em qualquer situação. Seja no almoço, reunião de negócios ou no trânsito basta se atentar a própria respiração e diluir os pensamentos. Em um começo, apenas cinco minutos são suficientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As equipes tem uma boa performance quando estão felizes, em harmonia, confiantes e concentradas. Porém, por conta de um cotidiano conturbado, estas características andam em falta nas pessoas – o que reflete nas companhias. Neste contexto, o mindfulness é um grande aliado da área de Recursos Humanos porque permite a criação de uma consciência corporal e mental. Ou seja, o colaborador vira líder dele mesmo e é exatamente o que as empresas precisam: funcionários protagonistas e pró-ativos”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa. </span></p>
<p><b>Dicas práticas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ao decidir levar o </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;"> para a organização, é fundamental promover mudanças na cultura organizacional. O ambiente de trabalho precisa abrir mão do tradicional e dar as boas vindas a flexibilidade. Uma sugestão é criar um local criativo, relaxante e divertido para integrar os colaboradores. A intenção é promover o bem-estar e a saúde do </span><b>capital humano</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A implantação da técnica deve começar pelos gestores para facilitar a transição da metodologia para os outros níveis da companhia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Para os resultados do </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;"> serem efetivos, o ideal é que os funcionários compreendam os benefícios da </span><b>metodologia</b><span style="font-weight: 400;">. Então, crie caminhos que mostrem a eles as vantagens da prática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E você, já pratica o </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;"> na empresa? Conte para a gente as mudanças que a iniciativa gerou na companhia! </span></p>
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