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	<title>Capital Humano &#8211; SG</title>
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	<description>Aprendizagem customizada que se alinha aos objetivos do negócio.</description>
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	<title>Capital Humano &#8211; SG</title>
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		<title>Como a 4ª revolução industrial impacta o T&#038;D?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 14:22:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As máquinas vão executar o trabalho das pessoas em um futuro próximo? Este é um questionamento feito com frequência pelo Recursos Humanos com a chegada da 4ª revolução industrial. Esta fase mercadológica é conhecida por utilizar-se de recursos tecnológicos nos processos de manufatura para estabelecer um padrão de otimização, assertividade, customização e agilidade. Antes de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As máquinas vão executar o trabalho das pessoas em um futuro próximo? Este é um questionamento feito com frequência pelo </span><b>Recursos Humanos</b><span style="font-weight: 400;"> com a chegada da </span><b>4ª revolução industrial</b><span style="font-weight: 400;">. Esta fase mercadológica é conhecida por utilizar-se de recursos tecnológicos nos processos de manufatura para estabelecer um padrão de otimização, assertividade, customização e agilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de gerar um desconforto, já lhe adianto que a resposta feita para a indagação na introdução deste texto é negativa. Afinal, a tecnologia automatiza os procedimentos, porém apenas os humanos têm a capacidade de inovar – o que impacta os negócios de forma direta, pois contribui para o aumento da competitividade perante o mercado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário, a área de </span><a href="https://learningsg.com/por-que-implantar-treinamento-desenvolvimento-de-colaboradores-na-cultura-organizacional/"><b>Treinamento &amp; Desenvolvimento</b></a><span style="font-weight: 400;"> tem a chance de melhorar a atuação estratégica ao investir em </span><b>soft skills</b><span style="font-weight: 400;">. Na prática, além das </span><a href="https://learningsg.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-competencias-de-lideres/"><b>competências</b></a><span style="font-weight: 400;"> emocionais serem um complemento para as </span><b>habilidades </b><span style="font-weight: 400;">técnicas, também diferenciam os colaboradores dos robôs. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A qualificação acadêmica fazia um profissional se destacar no ambiente corporativo antes da era tecnológica. Porém, as mudanças sociais ampliaram as necessidades de </span><a href="https://learningsg.com/caminhos-da-aprendizagem-o-segredo-para-um-treinamento-eficaz/"><b>aprendizagem</b></a><span style="font-weight: 400;">. Não adianta ter o conhecimento técnico para determinado cargo e falhar em aspectos como pró-atividade, inteligência emocional, colaboração, criatividade e comunicação. Para garantir um desempenho favorável ao negócio é preciso focar os esforços em ir além dos diplomas dos funcionários”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa. </span></p>
<p><b>Desmistificando as soft skills</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo Digital Transformations Institute realizado pela Capgemini em 2017 identificou que as </span><b>competências </b><span style="font-weight: 400;">emocionais mais procuradas ao redor do mundo são ter foco no cliente (65%), colaboração (64%), paixão por aprender (64%) e habilidade organizacional (61%). Contudo, 60% das empresas têm dificuldades em desenvolvê-las. &nbsp;&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da presença de </span><b>soft skills</b><span style="font-weight: 400;"> ser influenciada pela experiência de vida de cada colaborador e por este motivo tornar o alcance um desafio, na verdade não são impossíveis de serem atingidas. Neste contexto, Flora fez uma lista com dicas de </span><a href="https://learningsg.com/o-que-o-conarh-2018-tem-a-ensinar-sobre-desenvolvimento-humano/"><b>desenvolvimento</b></a><span style="font-weight: 400;">. Veja abaixo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Posicione a iniciativa: começar a trabalhar com o desenvolvimento de soft skills traz uma mudança interna. Neste caso, transformações têm receptividades diferentes entre as pessoas. Então, é fundamental esclarecer na organização a importância da iniciativa, mapear as competências emocionais dos funcionários que estão ausentes e reconhecê-las junto a eles a fim de alinhá-los a mudança. Entretanto, ainda terão aqueles indispostos a participar do projeto. A dica é não se preocupar porque ao perceberem os benefícios que o treinamento trouxe aos colegas, tendem a mudar de opinião. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Conheça o perfil do funcionário: entrar em contato com os hábitos de uma pessoa requer tempo, porém, hoje há softwares que mapeiam o perfil comportamental com uma grande margem de acerto. Uma sugestão é implementá-los nos treinamentos para saber quais competências devem ser estimuladas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Incentive a prática: uma das maiores dificuldades de uma pessoa é adaptar-se ou abrir mão de valores e características adquiridas ao longo de sua trajetória. Portanto, incentive ações práticas em grupo que explorem as habilidades que deseja ensinar. Este local colaborativo também deixará os aprendizes mais à vontade para a troca de informações. E, lembre-se: afaste os julgamentos, pois é um hábito que inibe a criatividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Mantenha a motivação: ao longo do desenvolvimento das soft skills é importante manter a equipe motivada. Dessa maneira, propagar o pensamento de que as habilidades emocionais beneficiam tanto o lado profissional como o pessoal ajuda no engajamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Dê asas para os colaboradores voarem: é possível que o engajamento cresça a ponto dos funcionários terem o interesse em serem mais ativos na empresa. Portanto, dê asas para eles voarem como, por exemplo, abrir espaços para a apresentação de novas ideias. Essa atitude melhora a relação entre os colaboradores e gestores, o que estimula o desenvolvimento das soft skills (principalmente as de autonomia, união e liderança). Nos momentos críticos, a independência também é útil porque eles podem se reunir para pensar em soluções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Analise os resultados: para ter uma mudança efetiva é necessário mensurar os resultados. Existem muitas ferramentas para auxiliar nesta atividade, mas, medir em números simplifica o processo. Ou seja, defina metas de desempenho com base em comportamentos e as pontue. Não se esqueça de manter uma regularidade no feedback. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qual é a sua visão sobre as soft skills? Conte para nós!</span></p>
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		<title>Mindfulness: o antídoto para a baixa performance</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 16:02:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em alguns momentos, o piloto automático pode parecer positivo, afinal, garante que as tarefas do cotidiano sejam cumpridas dentro dos prazos ou até mesmo antes do que se espera. Mas, este estado é uma “faca de dois gumes”. Quando estamos neste estado há um aumento na falta de atenção em tudo o que fazemos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns momentos, o piloto automático pode parecer positivo, afinal, garante que as tarefas do cotidiano sejam cumpridas dentro dos prazos ou até mesmo antes do que se espera. Mas, este estado é uma “faca de dois gumes”. Quando estamos neste estado há um aumento na falta de atenção em tudo o que fazemos e pensamos. Não somente isso, mas o estado interno pode acabar por refletir nas situações externas, gerando estresse, problemas nos relacionamentos, dores crônicas e distúrbios do sono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro elemento bastante comum no ambiente corporativo é o profissional multitarefa. Novamente, esta é uma característica que é ligada a este modo robótico. Contudo, ao realizar mais do que uma demanda por vez, o funcionário não coloca total atenção na atividade. Esta falta de atenção pode gerar lacunas nos resultados finais. Atrelado a estes dois fatores, está o estresse. Este componente gera perdas significantes para a organização. Em uma primeira fase, dispersa o trabalhador. Em seguida, contamina a equipe com irritação e desânimo. Por consequência, a produtividade é afetada. Porém, não para por aí. Este efeito dominó aumenta o </span><i><span style="font-weight: 400;">turnover</span></i><span style="font-weight: 400;"> em conjunto com os gastos. Por fim, a </span><b>performance</b><span style="font-weight: 400;"> da empresa fica comprometida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário tem uma boa notícia: para estes “males” que assolam o ambiente corporativo, há o </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;">. O objetivo da técnica que visa estar de forma intencional no momento presente é recuperar a qualidade de atenção a situações importantes em vez de dar vazão às distrações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><span style="font-weight: 400;"><b>abordagem </b></span><span style="font-weight: 400;">que significa </span><b>“atenção plena”</b><span style="font-weight: 400;"> tem origem na meditação budista. Contudo, não tem vínculo religioso. Trata-se de se concentrar em observar como as </span><b>emoções</b><span style="font-weight: 400;"> boas e ruins surgem e também desaparecem a fim de desenvolver uma consciência sobre elas para anulá-las e não se afetar pelos </span><b>sentimentos</b><span style="font-weight: 400;"> naquele instante. Ou seja, é uma espécie de controle emocional para tornar a pessoa estável, confiante, relaxada, criativa e saudável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, a desestabilização humana pode ser combatida com música, descontração ou respiração. Mas, estes recursos que ajudam a lidar com ela, não a impedem de acontecer. O interessante no </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;"> é criar um </span><b>treino</b><span style="font-weight: 400;"> para evitar que o desconforto emocional chegue a ocorrer. Portanto, a técnica age na raiz do problema e não de maneira urgente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para praticar esta <strong>técnica</strong></span><span style="font-weight: 400;">, não é preciso estar necessariamente sentado, com os olhos fechados e em silêncio. Na verdade, a essência do mindfulness é simples e feita em qualquer situação. Seja no almoço, reunião de negócios ou no trânsito basta se atentar a própria respiração e diluir os pensamentos. Em um começo, apenas cinco minutos são suficientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As equipes tem uma boa performance quando estão felizes, em harmonia, confiantes e concentradas. Porém, por conta de um cotidiano conturbado, estas características andam em falta nas pessoas – o que reflete nas companhias. Neste contexto, o mindfulness é um grande aliado da área de Recursos Humanos porque permite a criação de uma consciência corporal e mental. Ou seja, o colaborador vira líder dele mesmo e é exatamente o que as empresas precisam: funcionários protagonistas e pró-ativos”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa. </span></p>
<p><b>Dicas práticas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ao decidir levar o </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;"> para a organização, é fundamental promover mudanças na cultura organizacional. O ambiente de trabalho precisa abrir mão do tradicional e dar as boas vindas a flexibilidade. Uma sugestão é criar um local criativo, relaxante e divertido para integrar os colaboradores. A intenção é promover o bem-estar e a saúde do </span><b>capital humano</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A implantação da técnica deve começar pelos gestores para facilitar a transição da metodologia para os outros níveis da companhia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Para os resultados do </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;"> serem efetivos, o ideal é que os funcionários compreendam os benefícios da </span><b>metodologia</b><span style="font-weight: 400;">. Então, crie caminhos que mostrem a eles as vantagens da prática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E você, já pratica o </span><b>mindfulness</b><span style="font-weight: 400;"> na empresa? Conte para a gente as mudanças que a iniciativa gerou na companhia! </span></p>
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		<title>5 lições que a Copa do Mundo tem a ensinar sobre desenvolvimento de competências</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 21:33:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A intensa globalização e o avanço tecnológico levou as empresas a buscarem um elemento imprescindível: o capital humano. Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, investir no desenvolvimento de competências dos colaboradores passou a ser o principal diferencial das organizações para o alcance de resultados. Na prática, essa modalidade de gestão prioriza a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A intensa globalização e o avanço tecnológico levou as empresas a buscarem um elemento imprescindível: o </span><b>capital humano</b><span style="font-weight: 400;">. Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, investir no </span><b>desenvolvimento de competências</b><span style="font-weight: 400;"> dos colaboradores passou a ser o principal diferencial das organizações para o alcance de resultados. Na prática, essa modalidade de </span><b>gestão</b><span style="font-weight: 400;"> prioriza a análise dos objetivos organizacionais, a avaliação em tempo real de performance e a contribuição direta dos profissionais no êxito da companhia. A ação também favorece feedbacks capazes de melhorar o direcionamento de cada um. Ou seja, promove um alinhamento entre as habilidades dos funcionários e as metas empresariais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais benefícios da </span><b>gestão por competências</b><span style="font-weight: 400;">, encontram-se: aumento da motivação e engajamento do colaborador, queda de turnover, otimização do tempo dedicado as atividades de trabalho, crescimento de possibilidades de promoção de carreira, expansão da produtividade e formação de uma vantagem competitiva por parte da corporação. <em>“A abordagem não detecta falhas e por consequência pune quem as comete, obviamente. Na verdade, o gestor exerce um papel de apoio ao colaborador para torná-lo mais pró-ativo e com uma rotina organizada. O profissional também consegue identificar os pontos de melhoria na companhia ao rever estratégias e aprimorar procedimentos”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa</em>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste contexto, a especialista alerta para a importância de ter em mente que a prática não é restrita ao ambiente corporativo. Portanto, permeia outros âmbitos sociais, sendo um deles o esporte. A </span><b>Copa do Mundo</b><span style="font-weight: 400;"> que acontece este ano de 14 de junho a 15 de julho na Rússia é uma referência em desenvolvimento humano por conta dos times esportivos de alto rendimento que ensinam lições desde pensamentos estratégicos a controle emocional e resiliência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, a Flora&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">listou as <strong>5 principais competências</strong> que podem ser analisadas tanto no contexto organizacional quanto esportivo, rendendo bons </span><b>insights</b><span style="font-weight: 400;"> para ambas as esferas.</span></p>
<p><b>Visão Estratégica</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto em uma equipe de futebol quanto em uma companhia de sucesso e alto desempenho, é preciso ter visão estratégica, ou seja, perceber o todo e não apenas a soma das partes. Focar nas funções que cada jogador (colaborador) desempenha pode afastar o gestor da compreensão mais essencial: a das habilidades e competências que devem ser trabalhadas.</span></p>
<p><b>Tomada de decisão</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O esporte lida com pressão por resultados o tempo todo. Nesse contexto, a tomada de decisão quase sempre deve ser orientada pela estratégia da equipe, não apenas por uma contingência ou casualidade. Mas como tomar as melhores decisões? Talvez seja hora de trabalhar um conjunto de competências comportamentais que também atende pelo nome de &#8220;inteligência emocional&#8221;.</span></p>
<p><b>Motivação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar motivado ajuda na execução de qualquer tarefa. Por esta razão, é necessário acreditar no time e motivá-lo. Aqui, uma dica é trabalhar para priorizar uma atitude positiva frente aos desafios diversos.</span></p>
<p><b>Comprometimento</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um profissional comprometido é leal à empresa e se dispõe a solucionar qualquer desafio, pois a atenção está voltada completamente para as demandas corporativas. Liderança tem muito a ver com isso e é preciso ter um olhar especial para ela.</span></p>
<p><b>Resiliência</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas resilientes são fortes, calmas, positivas e conseguem relacionar-se de maneira saudável. Elas também sempre estão em busca de caminhos para evoluir já que tem uma enorme capacidade para adaptação mesmo em meio a crises. Talvez valha a pena lembrar do exemplo de Thiago Silva, capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2014, que foi extremamente criticado por ter demonstrado suas emoções nos jogos do Brasil e agora pode dar a volta por cima.</span></p>
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